Crédito: Johan Carlén
A banda sueca intensifica a fase mais criativa da carreira com novo trabalho de estúdio e turnê principal na América do Norte a partir de 5 de novembro
Os visionários do heavy metal conhecidos como Avatar — Johannes Eckerström (vocal), Jonas Jarlsby e Tim Öhrström (guitarras), Henrik Sandelin (baixo) e John Alfredsson (bateria) — lançaram o novo álbum “Don’t Go In The Forest” e divulgaram o videoclipe da faixa que dá nome ao disco. O grupo inicia em 5 de novembro, em Phoenix, uma extensa turnê principal pela América do Norte.
Assista “Don’t Go In The Forest”: https://www.youtube.com/watch?v=MtnFEIn2glE
Sobre o conceito do registro, Eckerström explicou: “O ingrediente secreto é que ainda sentimos como se estivéssemos apenas começando. Don’t Go In The Forest é um álbum repleto de coisas que nunca fizemos antes. São músicas e conceitos que nunca chegamos perto de tocar até agora. A mente é selvagem, e nós nos perdemos nas florestas mais sombrias, cheias de memórias e fantasias. Pensamentos proibidos que precisam ser ditos.”
Ele acrescentou: “Teria sido impossível fazer este álbum em qualquer outro momento que não agora. Isso é tudo o que sempre quisemos, e acredito que você vai perceber que é tudo o que você sempre quis também.”
O lançamento sucede a fase de crescimento acelerado do Avatar, impulsionada por “Dance Devil Dance” (2023), trabalho que rendeu ao quinteto o primeiro nº 1 na Billboard Mainstream Rock Airplay com “The Dirt I’m Buried In”, além de turnês esgotadas em diversos países e curiosidades como um fóssil batizado em homenagem à banda. O grupo já planeja dois anos de estrada, mantendo o foco em performances que combinam teatralidade e peso.
Faixas de “Don’t Go In The Forest”
“Tonight We Must Be Warriors”
“In The Airwaves”
“Captain Goat”
“Don’t Go In The Forest”
“Death And Glitz”
“Abduction Song”
“Howling At The Waves”
“Dead And Gone And Back Again”
“Take This Heart And Burn”
“Magic Lantern”
Sobre o Avatar
Formado na Suécia por John Alfredsson e Jonas Jarlsby ainda na adolescência e consolidado com a entrada de Johannes Eckerström, Henrik Sandelin e, posteriormente, Tim Öhrström, o Avatar conectou som e imagem para se tornar uma experiência conceitual singular no metal moderno. O quinteto expandiu a paleta sonora com corais, sopros, sintetizadores e arranjos orquestrais — sempre em devoção ao riff — e transformou o palco em seu território definitivo, abrindo mercados na América Latina (incluindo passagens com o Iron Maiden), lotando casas do México ao Brasil e acumulando performances de destaque em festivais na Europa, Estados Unidos e Oceania. Com selo próprio (Black Waltz Records), segue desafiando limites estéticos e sonoros em cada ciclo.
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