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	<title>Operation: Mindcrime III &#8211; ONDE O ROCK ACONTECE || Site Oficial</title>
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	<description>O site foi fundado pelo jornalista e editor Thiago Rahal Mauro, que possui mais de 15 anos de experiência no meio musical. Jornalista formado pela Universidade FIAM FAAM, com pós-graduação em Comunicação Jornalística pela Casper Líbero, escreve sobre música desde 2003, participando de uma série de projetos ao longo de sua carreira.</description>
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		<title>Geoff Tate lança &#8220;Power&#8221;, primeiro single de &#8220;Operation: Mindcrime III&#8221;, e aposta em narrativa sólida e imersão sonora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:12:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novo capítulo da saga conceitual amplia o universo de Operation: Mindcrime, adota a perspectiva de Dr. X e atualiza a sonoridade de uma das obras mais marcantes do metal. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4610" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4610" class="size-full wp-image-4610" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Geoff-Tate.jpg" alt="Geoff Tate" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Geoff-Tate.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Geoff-Tate-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-4610" class="wp-caption-text">Geoff Tate</p></div>
<p><em>Novo capítulo da saga conceitual amplia o universo de <em>Operation: Mindcrime</em>, adota a perspectiva de Dr. X e atualiza a sonoridade de uma das obras mais marcantes do metal.</em></p>
<p data-start="14" data-end="711">O ex-vocalista do QUEENSRŸCHE, Geoff Tate, lançará em 3 de maio o terceiro capítulo da clássica série de álbuns <em data-start="126" data-end="148">Operation: Mindcrime</em>, intitulado <em data-start="161" data-end="187">Operation: Mindcrime III</em>. O primeiro single do trabalho, “Power”, já está disponível. A faixa foi escrita por Tate em parceria com o guitarrista e produtor Kieran Robertson, e conta com vocais do próprio cantor, bateria de Rich Baur, baixo de John Moyer, baixista do DISTURBED e também coprodutor do álbum, guitarras de Dario Parente e Amaury Altmayer, além de sintetizadores e arranjos de cordas assinados por Tate e Robertson. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Juan Urteaga, no Trident Studios, em Pacheco, na Califórnia.</p>
<p><strong>Ouça &#8216;Power&#8217;</strong>:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gQV4HlcVr9w?si=-_KPm62Lxe7Pf46r" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Em entrevista recente transcrita pelo <a href="https://blabbermouth.net/news/listen-geoff-tate-releases-power-first-single-from-his-upcoming-operation-mindcrime-iii-album" target="_blank" rel="noopener">Blabbermouth</a>, o vocalista falou sobre a dificuldade de levar ao palco todo o repertório ligado à saga. Segundo Tate, há interesse em revisitar músicas menos executadas, mas o formato tradicional dos shows impõe limitações. Em apresentações de hard rock e metal, o tempo costuma girar em torno de uma hora e meia, o que restringe a possibilidade de incluir material mais extenso sem comprometer o ritmo do espetáculo.</p>
<p>Nesse contexto, a execução da trilogia completa de Mindcrime em uma única apresentação se torna pouco viável. Cada álbum tem estrutura e duração suficientes para ocupar um set completo. Ainda assim, Tate não descarta formatos alternativos. Em tom descontraído, chegou a mencionar a possibilidade de dividir essa experiência em mais de um show no mesmo dia, em um modelo de sessão dupla.</p>
<p>Esse cenário ganha novo peso com a chegada de Operation: Mindcrime III, previsto para maio. O primeiro indicativo dessa nova fase é “Power”, single que apresenta a direção musical do projeto. A faixa traz uma sonoridade direta e intensa, preservando elementos associados ao universo de Mindcrime, mas com produção mais atual, peso mais destacado e uma abordagem mais agressiva. O resultado aponta para um disco que busca diálogo com o passado sem abrir mão de atualização estética.</p>
<p>A principal mudança, no entanto, está na narrativa. Desta vez, a história deixa de ser conduzida por Nikki e passa a ser apresentada sob o ponto de vista de Dr. X. A troca de perspectiva altera o eixo dramático da obra.</p>
<p>Nos álbuns anteriores, Nikki era retratado como um personagem manipulado, frequentemente colocado na posição de vítima. Ao deslocar o foco para Dr. X, a trama ganha outra leitura. O enredo se torna mais psicológico, mais denso e menos centrado na reação do protagonista. Não se trata apenas de retomar eventos conhecidos, mas de reinterpretá-los a partir de quem exerce o controle.</p>
<p>Esse método está alinhado ao processo criativo de Tate. Em seus álbuns conceituais, a construção costuma começar pela história. Primeiro vem o enredo, organizado em capítulos; depois, cada parte é transformada em composição. Essa estrutura faz com que o disco funcione como uma obra contínua, em que as faixas se conectam e dependem umas das outras para formar a experiência completa. A ordem das músicas, nesse caso, é parte central da narrativa.</p>
<p>O processo de gravação de Operation: Mindcrime III também reforça esse conceito. O álbum foi registrado em diferentes locais ao longo de turnês, incluindo quartos de hotel, bastidores de shows, igrejas e até um castelo na Itália. Mais do que um detalhe de produção, esses ambientes influenciaram diretamente o resultado final. A acústica de cada espaço e as características de cada gravação ajudaram a construir a identidade sonora do disco, que busca uma ambientação menos padronizada e mais orgânica do que a de um estúdio convencional.</p>
<p>No aspecto técnico, Tate destaca a evolução em relação ao material original, especialmente na definição e no peso da base rítmica. Baixo e bateria aparecem com mais presença, refletindo tanto os avanços das tecnologias de gravação quanto escolhas estéticas ligadas à produção contemporânea. A comparação com o álbum de 1988 evidencia essa diferença. O primeiro Mindcrime foi gravado em um momento inicial da tecnologia digital e carrega marcas sonoras típicas daquele período. Já o novo trabalho se beneficia de recursos mais avançados, resultando em um som mais amplo, detalhado e imersivo.</p>
<p>Mais do que uma continuação direta, Operation: Mindcrime III se apresenta como uma expansão desse universo. O disco mantém vínculo com a obra original, mas busca autonomia ao propor uma nova perspectiva narrativa e uma sonoridade compatível com o presente. Há também um componente pessoal nesse movimento. O próprio Tate reconhece que sua leitura da história mudou com o tempo e que hoje se vê mais próximo da visão de Dr. X do que da de Nikki. Essa mudança de identificação ajuda a explicar o tom mais analítico e introspectivo do novo capítulo.</p>
<p>No conjunto, Operation: Mindcrime III surge como uma releitura pensada a partir de distanciamento, maturidade e revisão de perspectiva. Ao retomar a saga por outro ângulo, Geoff Tate amplia o alcance da narrativa e reforça o peso simbólico de uma das histórias mais duradouras do metal.</p>
<p><strong>&#8220;Operation: Mindcrime III&#8221; track list:</strong></p>
<p>01. The Scene Of The Crime<br />
02. You Know My Fu@king Name<br />
03. The Answer<br />
04. Vulnerable<br />
05. I&#8217;ll Eat Your Heart Out<br />
06. Do You Still Believe?<br />
07. The Devil&#8217;s Breath<br />
08. Ascension<br />
09. Set You Free<br />
10. Descension<br />
11. Power<br />
12. You Can&#8217;t Walk Away Now<br />
13. A Monster Like Me</p>
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