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	<title>Michael Kiske &#8211; ONDE O ROCK ACONTECE || Site Oficial</title>
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	<description>O site foi fundado pelo jornalista e editor Thiago Rahal Mauro, que possui mais de 15 anos de experiência no meio musical. Jornalista formado pela Universidade FIAM FAAM, com pós-graduação em Comunicação Jornalística pela Casper Líbero, escreve sobre música desde 2003, participando de uma série de projetos ao longo de sua carreira.</description>
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		<title>Helloween cancela shows no Sudeste Asiático por problemas de saúde de Michael Kiske</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 17:19:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Banda alemã interrompe perna asiática da turnê de 40 anos após vocalista ser diagnosticado com faringolaringotraqueíte aguda e dispneia asmática com bronquite Os alemães do Helloween foram obrigados a cancelar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4165" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Kiske-560x700.jpg" alt="Michael Kiske" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Kiske-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Kiske-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Kiske.jpg 1024w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><em>Banda alemã interrompe perna asiática da turnê de 40 anos após vocalista ser diagnosticado com faringolaringotraqueíte aguda e dispneia asmática com bronquite</em></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:2ea39a59-ca2e-446e-a05e-18af7c952793-16" data-testid="conversation-turn-4" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="346" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Os alemães do Helloween foram obrigados a cancelar os shows que fariam em dezembro de 2025 no Sudeste Asiático após o vocalista Michael Kiske adoecer durante a recente turnê europeia. As apresentações estavam marcadas para Indonésia, Malásia e Taiwan, como parte da “40 Years Anniversary Tour”, que celebra as quatro décadas de carreira da banda.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start">Em comunicado publicado nas redes sociais, o grupo explicou a decisão e detalhou o estado de saúde do cantor, que recebeu recomendação de repouso absoluto por orientação médica. A mensagem foi direcionada diretamente aos fãs da região:</div>
</div>
</div>
</article>
<blockquote><p><em>Queridos fãs de abóbora,</em></p>
<p><em>É com tristeza que temos que anunciar o cancelamento dos nossos shows planejados do Helloween no Sudeste Asiático.</em></p>
<p><em>Durante a turnê europeia recentemente concluída, Michael Kiske contraiu uma faringolaringotraqueíte aguda, acompanhada de dispneia asmática e bronquite, e recebeu recomendação médica de repouso absoluto imediato.</em></p>
<p><em>Lamentamos muito por nossos fãs na Indonésia, Malásia e Taiwan, mas a saúde de Michael é nossa maior prioridade e, para evitar danos permanentes à sua voz, essa decisão é inevitável.</em></p>
<p><em>Desejamos uma recuperação rápida ao Michael e esperamos poder apresentar aos nossos fãs no Sudeste Asiático o nosso poderoso show de 40 anos de aniversário em 2026!</em></p>
<p><em>— Helloween</em></p></blockquote>
<p>A banda reforça que a medida é preventiva e necessária para preservar a voz de Kiske a longo prazo, deixando em aberto a retomada da agenda na região já em 2026, com o show especial de 40 anos.</p>
<p><strong>Turnê de 40 anos segue com datas na Europa e América do Norte</strong></p>
<p>O Helloween iniciou a perna europeia da “40 Years Anniversary Tour” em 17 de outubro, no Rockhal, em Esch-sur-Alzette, Luxemburgo. A série de shows celebra todas as fases da carreira, com o line-up ampliado que reúne Michael Kiske e Kai Hansen ao lado de Andi Deris, Michael Weikath, Sascha Gerstner, Markus Grosskopf e Dani Löble.</p>
<p>A turnê segue em 2026, quando a banda parte para a América do Norte. A etapa no continente está prevista para começar em 7 de abril, em Dallas, Texas, e terminar em 2 de maio, em Las Vegas, Nevada, contando com os finlandeses do Beast In Black como banda de abertura.</p>
<p><strong>“Giants &amp; Monsters” consolida nova fase do Helloween</strong></p>
<p>Na estrada, o Helloween divulga seu álbum mais recente, “Giants &amp; Monsters”, lançado em agosto pela Reigning Phoenix Music (RPM). O disco sucede o elogiado trabalho autointitulado de 2021 e vem sendo apontado como um dos registros mais versáteis e dinâmicos da carreira do grupo.</p>
<p>Produzido por Charlie Bauerfeind e Dennis Ward e mixado no lendário Wisseloord Studios, em Hilversum, na Holanda, “Giants &amp; Monsters” amplia a sonoridade clássica da banda com arranjos mais variados e experimentações em estúdio. Um exemplo é o trabalho de Dani Löble, que gravou todas as faixas utilizando três kits de bateria diferentes para encontrar a atmosfera ideal de cada música.</p>
<p><strong>Legado recente inclui álbum ao vivo no Budokan</strong></p>
<p>Antes de “Giants &amp; Monsters”, o Helloween já havia reforçado seu status no topo do metal mundial com o lançamento de “Helloween” (2021), primeiro álbum de estúdio com a formação reunida, e com o registro ao vivo “Live At Budokan”, lançado em 13 de dezembro de 2024 pela Reigning Phoenix Music.</p>
<p>Gravado em 16 de setembro de 2023, no lendário Nippon Budokan, em Tóquio, o álbum ao vivo eterniza a fase atual do grupo com o trio de vocalistas e o repertório que atravessa todas as eras da banda. A expectativa agora se volta para a recuperação completa de Michael Kiske e para o retorno da “40 Years Anniversary Tour” em 2026, incluindo o tão aguardado reencontro com os fãs do Sudeste Asiático.</p>
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		<title>Helloween inicia turnê de 40 anos com raridades e músicas do novo álbum “Giants &#038; Monsters”; veja set list de Luxemburgo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 16:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda alemã abre turnê comemorativa com repertório especial e surpresas para os fãs Os veteranos do power metal alemão Helloween deram início à tão esperada “40 Years Anniversary Tour” na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-3652" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/10/helloweenluxoct2025_638.jpg" alt="Helloweenluxoct2025 638" width="638" height="435" /></p>
<p><em>Banda alemã abre turnê comemorativa com repertório especial e surpresas para os fãs</em></p>
<p>Os veteranos do power metal alemão Helloween deram início à tão esperada “40 Years Anniversary Tour” na última sexta-feira (17 de outubro) com um show histórico na Rockhal, em Esch-sur-Alzette, Luxemburgo. A apresentação marcou o começo das comemorações de quatro décadas de carreira, com um repertório que misturou clássicos, raridades e estreias ao vivo.</p>
<p>Entre os destaques da noite estiveram o retorno de músicas que não eram tocadas há anos, como “Twilight of the Gods” (fora dos palcos desde 1987) e “The King for a 1000 Years” (não executada desde 2008). O público também vibrou com estreias ao vivo de faixas do novo álbum “Giants &amp; Monsters”, lançado em agosto pela Reigning Phoenix Music (RPM), incluindo “This Is Tokyo”, “Into the Sun”, “Universe (Gravity for Hearts)” e “A Little Is a Little Too Much”.</p>
<p>O show reforçou a química e a energia entre Michael Kiske, Andi Deris, Kai Hansen, Michael Weikath, Sascha Gerstner, Markus Grosskopf e Daniel Löble, que mostraram entrosamento e vitalidade em mais de duas horas de performance. O guitarrista Kai Hansen destacou que o novo álbum representa um amadurecimento da banda: “Estamos mais conectados do que nunca. Cada integrante trouxe algo novo, e isso se reflete nas músicas.”</p>
<p>Com uma produção grandiosa e um setlist que equilibrou nostalgia e inovação, o Helloween mostrou mais uma vez por que continua entre os grandes nomes do metal mundial. A turnê segue pela Europa antes de chegar à América Latina e à Ásia em 2026, prometendo mais surpresas e momentos memoráveis para os fãs.</p>
<p><strong>Setlist de estreia – Rockhal, Luxemburgo (17/10/2025):</strong></p>
<p>01. March of Time<br />
02. The King for a 1000 Years<br />
03. Future World<br />
04. This Is Tokyo<br />
05. We Burn<br />
06. Twilight of the Gods<br />
07. Ride the Sky<br />
08. Into the Sun<br />
09. Drum Solo<br />
10. Hey Lord!<br />
11. Universe (Gravity for Hearts)<br />
12. Hell Was Made in Heaven<br />
13. I Want Out<br />
14. Pink Bubbles Go Ape/In the Middle of a Heartbeat (Medley acústico)<br />
15. A Tale That Wasn&#8217;t Right<br />
16. Power<br />
17. Heavy Metal (Is the Law)<br />
18. Halloween<br />
19. Eagle Fly Free<br />
20. A Little Is a Little Too Much<br />
21. Dr. Stein<br />
22. Keeper of the Seven Keys (trecho)</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/hUq2R2Pg9wI?si=sK42N-t376tIOfka" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/V8tS5kSW3Ik?si=LVdw85fcJUFR0OBp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>RESENHA: HELLOWEEN &#8211; Giants &#038; Monsters (2025)</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/resenha-helloween-giants-monsters-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 15:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Resenha de Discos]]></category>
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		<category><![CDATA[Kai Hansen]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Thiago Rahal Mauro Gravadora: Reigning Phoenix Music/Valhall Music Onde comprar no Brasil: https://www.valhallmusic.com.br/ O Helloween não é apenas uma banda; é um dos pilares do power metal mundial. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto</strong>: Thiago Rahal Mauro<br />
<strong>Gravadora</strong>: Reigning Phoenix Music/Valhall Music<br />
<strong>Onde comprar no Brasil</strong>: <a href="https://www.valhallmusic.com.br/" target="_blank" rel="noopener">https://www.valhallmusic.com.br/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3105" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/08/Helloween-Giants-Monsters-700x700.jpg" alt="Helloween Giants &amp; Monsters" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/08/Helloween-Giants-Monsters-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/08/Helloween-Giants-Monsters-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/08/Helloween-Giants-Monsters.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>O Helloween não é apenas uma banda; é um dos pilares do power metal mundial. Em Giants &amp; Monsters, álbum que foi lançado em 29 agosto de 2025, o grupo alemão chega ao seu 17º disco de estúdio com a segurança de quem já escreveu capítulos definitivos da história do gênero. A diferença agora está no refinamento conquistado após o retorno da formação “Pumpkins United”. Se o álbum anterior, Helloween (2021), tinha o peso simbólico da reunião e funcionava quase como uma celebração, este novo trabalho soa mais orgânico, mais ousado e, acima de tudo, mais seguro do que quer transmitir musicalmente. A atual formação conta com os vocalistas Andi Deris e Michael Kiske, os guitarristas Michael Weikath, Sascha Gerstner e Kai Hansen (que também é um dos vocalistas), o baixista Markus Grosskopf e o baterista Dani Löble.</p>
<p>A história de Giants &amp; Monsters começa muito antes do lançamento. Produzido por Charlie Bauerfeind e Dennis Ward, o disco foi gravado nos lendários estúdios Wisseloord, na Holanda. Esse detalhe é parte essencial da atmosfera do álbum, que consegue soar moderno sem perder a alma analógica que sempre caracterizou o Helloween. A escolha do estúdio e da equipe técnica reflete a ambição do projeto, e isso fica evidente na clareza dos arranjos e no equilíbrio entre potência e melodia em cada faixa.</p>
<p>Outro ponto de destaque está nas gravações de voz. Tanto Michael Kiske quanto Andi Deris registraram versões completas de várias músicas, e os produtores escolheram as melhores interpretações para cada faixa. Essa decisão adiciona intensidade às performances, já que cada vocalista deu o máximo. A bateria também ganhou um cuidado especial: Dani Löble gravou usando três kits diferentes, ajustando timbres e pegadas de acordo com a energia de cada canção. Essa atenção aos detalhes revela o nível de comprometimento da banda em entregar não apenas mais um álbum, mas um registro que se sustente como um marco na discografia.</p>
<p>“Giants on the Run” abre o disco com a intensidade típica da banda, com velocidade, refrão poderoso e uma produção cristalina. É um começo que remete ao DNA clássico do Helloween, mas já mostra que estamos diante de uma obra mais polida do que a de 2021, onde algumas faixas funcionavam apenas como reafirmação de identidade. Aqui, a banda não precisa provar nada: simplesmente entrega. Ela é um daqueles épicos do Helloween que tem tudo do pilar do Power Metal. Neste caso, os 3 vocalistas cantam e tem seu destaque merecido, imagino que ela será tocada ao vivo na turnê. Em seguida, “Saviour of the World” traz Michael Kiske em estado de graça, revivendo os tempos de Keeper of the Seven Keys com uma voz que parece imune ao tempo. Enquanto no álbum anterior ele soava por vezes contido, aqui canta com naturalidade, emoção e segurança.</p>
<p>A terceira faixa, “A Little Is a Little Too Much”, quebra o ritmo com a crueza de Andi Deris. O vocalista encontra aqui sua força interpretativa. A canção pode soar mais direta e menos elaborada, mas ela tem aquele lado divertido que só o Helloween pode transmitir e confere ao álbum uma camada contemporânea. O videoclipe mostra essa faceta divertida da banda e o dueto com Michael Kiske funciona perfeitamente.Essa variação se expande em “We Can Be Gods”, mais uma daquelas clássicas faixas Power Metal que os fãs tanto amam. Aqui o destaque fica para a cozinha formada por baixista Markus Grosskopf e o baterista Dani Löble.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8wcT6IkMOdw?si=175xxSruGHh3DDhV" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Into the Sun” aparece como contraponto, provando que o Helloween sabe ser grandioso sem depender apenas da velocidade. É uma balada construída com piano e sintetizadores, onde Deris e Kiske dividem os vocais em um dueto emocionante. Comparada às tentativas mais contidas do álbum de 2021, esta é mais consistente e menos previsível. O solo de guitarra, dramático e quase cinematográfico, dá à música um peso épico que faltava no trabalho anterior. Detalhe que essa faixa era pra ter sido lançada no disco anterior.</p>
<p>Já “This Is Tokyo” segue em outra direção: simples, direta e feita para os shows. Seu refrão pegajoso e energia imediata a tornam irresistível, especialmente no Japão, onde a banda é idolatrada. Se em 2021 algumas faixas pareciam funcionar apenas como preenchimento, aqui fica claro o propósito: é entretenimento puro, assumido e eficaz.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/88Nn7CIpmWQ?si=Z7S0ZXqBXhMHHjWg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Logo depois, “Universe (Gravity for Hearts)” traz uma guinada atmosférica, com Kai Hansen adicionando camadas quase progressivas. É uma canção que exige mais atenção, mas que amplia o horizonte sonoro do álbum. Aqui temos Michael Kiske em sua melhor forma. Se você é fã da fase clássica vai amar essa música. “Hand of God” devolve a brutalidade com força total. O baixo de Markus Grosskopf e a bateria de Dani Löble sustentam uma base sólida enquanto as guitarras se cruzam em riffs afiados. É uma das composições mais consistentes do disco, equilibrando técnica e energia com precisão. Já “Under the Moonlight” desacelera em um mid-tempo característico da banda. Poderia facilmente estar no disco anterior, mas aqui funciona como preparação para o clímax final.</p>
<p>Esse clímax chega com “Majestic”, o grande épico do álbum. São mais de oito minutos que sintetizam tudo o que o Helloween representa: refrões grandiosos, solos intensos, passagens progressivas e os três vocalistas em perfeita sintonia. Enquanto o álbum homônimo de 2021 parecia preocupado em provar que a reunião funcionava, Giants &amp; Monsters mostra que ela floresceu. “Majestic” não é apenas um encerramento, mas um novo clássico do power metal, digno de ocupar espaço ao lado dos maiores momentos da banda.</p>
<p>No fim das contas, Giants &amp; Monsters vai além da continuação natural de seu antecessor. Se em 2021 o Helloween entregou um disco comemorativo, em 2025 apresenta uma obra madura, coesa e cheia de frescor. Há faixas mais previsíveis, mas elas são superadas por arranjos inspirados e interpretações memoráveis. O Helloween não vive apenas de passado: honra sua história enquanto constrói o presente. Quarenta e dois anos depois, os gigantes do power metal continuam enfrentando seus monstros — e, mais uma vez, saem vencedores.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/5oFAGk4EQNN5uEah2C5HWI?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-testid="embed-iframe"></iframe></p>
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		<title>Michael Kiske, do Helloween: &#8220;Não acho que houve qualquer consideração séria sobre minha entrada no Iron Maiden&#8221;</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/michael-kiske-do-helloween-nao-acho-que-houve-qualquer-consideracao-seria-sobre-minha-entrada-no-iron-maiden/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 11:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Iron Maiden]]></category>
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					<description><![CDATA[Michael Kiske, vocalista do Helloween, negou novamente o rumor de que teria sido convidado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden. Desde a saída de Dickinson em 1992, muitos fãs [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1634" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/03/Michael-Kiske.jpg" alt="Michael Kiske" width="638" height="359" /></p>
<p>Michael Kiske, vocalista do Helloween, negou novamente o rumor de que teria sido convidado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden. Desde a saída de Dickinson em 1992, muitos fãs de heavy metal especulavam que Kiske seria a escolha ideal para o posto, dada sua habilidade vocal. No entanto, a banda optou por Blaze Bayley, um vocalista de timbre barítono, bastante diferente da sonoridade de Dickinson, o que gerou reações divididas entre os fãs.</p>
<p>Em uma entrevista ao Made In Metal, Kiske abordou o tema e mencionou a relação que sua banda tinha com o Maiden na época. “Naquela época, o [Helloween] tinha o mesmo empresário do Iron Maiden. Estávamos com a Sanctuary Music, e o Rod Smallwood, naquela época, também gerenciava o Helloween. Então, havia essa conexão. Eu fui ao casamento do Rod Smallwood, e todos os caras do Iron Maiden estavam lá. Conheci o Bruce algumas vezes no escritório e conversamos. Assistimos a uma partida de tênis juntos nos anos 90, quando o Boris Becker estava jogando. Lembro-me disso. Estávamos no escritório e os dois assistindo tênis. Então, essa conexão existia. Mas nunca houve qualquer discussão ou conversa sobre isso.”</p>
<p>Ele também comentou sobre um rumor envolvendo Steve Harris, baixista e fundador do Maiden. “A única coisa que descobri muitos anos depois — e não posso dizer se é verdade — foi algo que um jornalista ou entrevistador me contou. Não lembro exatamente quem foi, mas acho que poderia ser um entrevistador francês. Ele disse que teve uma entrevista com o [baixista e fundador do Iron Maiden] Steve Harris sobre quem poderia substituir Bruce Dickinson quando ele deixou a banda e que eu estaria entre os três nomes da lista de Steve Harris. Não sei se isso é verdade, mas talvez seja daí que surgiu o boato.”</p>
<p>Kiske acredita que nunca houve uma consideração séria sobre sua entrada na banda, principalmente por questões culturais. “Nunca houve qualquer conversa, e não acho que tenha havido qualquer consideração séria, porque os britânicos são muito nacionalistas também. E só a ideia de um cantor alemão substituindo Bruce Dickinson no Iron Maiden… não acho que isso realmente funcionaria. Em teoria, isso pode ter sido algo na cabeça de Steve Harris, mas você teria que perguntar a ele. Não sei se é verdade. Só posso dizer que um entrevistador me contou que Steve Harris teria dito algo assim. Mas hoje em dia, você não pode acreditar em muitas coisas. Talvez seja daí que surgiu o rumor.”</p>
<p>Para Kiske, substituir vocalistas icônicos em bandas de renome internacional é um desafio complexo, que nem sempre funciona. “Eu não me interessaria pelo Iron Maiden sem o Bruce Dickinson, da mesma forma que não me interessei pelo Judas Priest sem o Rob Halford”, explicou. “Não posso evitar. Uma mudança de vocalista assim só funcionou para mim com o Van Halen, na verdade. Gosto tanto da fase do David Lee Roth quanto da do Sammy Hagar — talvez um pouco mais da primeira, porque é mais atemporal, enquanto a fase do Sammy Hagar soa um pouco mais anos 80. Mas ambas são ótimas e musicalmente empolgantes. E funcionou. E eu aproveito as duas fases.”</p>
<p>Os rumores sobre Kiske no Maiden surgiram até mesmo em programas de TV na Alemanha. “Eu até ouvi isso na TV. Na televisão alemã, em um programa de heavy metal, uma apresentadora muito bonita disse: ‘Bem, todos sabem que Michael Kiske é o novo vocalista do Iron Maiden.’ Mas eu não sabia disso.” Apesar da especulação, ele garante que não teria aceitado o convite, mesmo sendo um grande fã da banda. “Sou fã do Maiden, sempre fui. O Maiden, junto com o Judas Priest, foram minhas principais influências quando comecei a ouvir esse tipo de música. Mas entrar para uma banda como o Iron Maiden? Eu não recomendaria. Porque, vamos lá — não funciona, simplesmente não funciona. Foi uma boa decisão que o Bruce tenha voltado depois.”</p>
<p>Por fim, Kiske comentou sobre a fase do Iron Maiden com Blaze Bayley e sua reação ao álbum The X Factor (1995). “Não quero desrespeitar o Blaze, não o conheço, mas ele não era o Bruce Dickinson. Ouvi [o álbum The X Factor] com o [guitarrista] Adrian Smith no meu apartamento quando estávamos trabalhando no meu primeiro álbum solo (Instant Clarity). Não entendemos o que estávamos ouvindo. O espírito do álbum era muito estranho.” Bayley gravou dois álbuns com o Iron Maiden antes de Dickinson retornar, mas ambos tiveram vendas inferiores e um desempenho mais fraco nas paradas em comparação aos lançamentos anteriores da banda.</p>
<p><strong>Assista a entrevista:</strong></p>
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