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	<title>Andre Matos &#8211; ONDE O ROCK ACONTECE || Site Oficial</title>
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	<description>O site foi fundado pelo jornalista e editor Thiago Rahal Mauro, que possui mais de 15 anos de experiência no meio musical. Jornalista formado pela Universidade FIAM FAAM, com pós-graduação em Comunicação Jornalística pela Casper Líbero, escreve sobre música desde 2003, participando de uma série de projetos ao longo de sua carreira.</description>
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		<title>All Metal Stars anuncia gravação de DVD em tributo a Andre Matos no show em São Paulo dia 15 de março de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Show na Audio será registrado e reúne grandes nomes do metal brasileiro em homenagem a Andre Matos. O All Metal Stars sobe ao palco da Audio, em São Paulo, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-4907" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/03/All-Metal-Stars-DVD-SP-560x700.jpg" alt="All Metal Stars Dvd Sp" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/03/All-Metal-Stars-DVD-SP-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/03/All-Metal-Stars-DVD-SP-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/03/All-Metal-Stars-DVD-SP.jpg 1024w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><i>Show na Audio será registrado e reúne grandes nomes do metal brasileiro em homenagem a Andre Matos.</i></p>
<p>O All Metal Stars sobe ao palco da Audio, em São Paulo, no dia 15 de março de 2026, para uma apresentação especial que será gravada em DVD. O espetáculo integra a turnê nacional em homenagem a Andre Matos e promete transformar a noite em um registro definitivo da força e do legado de um dos maiores nomes do heavy metal brasileiro.</p>
<p><b>Assista vídeo do ensaio de “For Tomorrow”</b>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JEKz-KyNCYI" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DJEKz-KyNCYI&amp;source=gmail&amp;ust=1773402696939000&amp;usg=AOvVaw2lWsWKK_bP8Q99OLQs0Yjg"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=JEKz-KyNCYI</a></p>
<p>A gravação vai reunir no palco uma verdadeira seleção de músicos do metal nacional, com Aquiles Priester (Angra, Hangar e W.A.S.P), Edu Ardanuy (Sinistra e Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Noturnall e Shaman), além da participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper.</p>
<p>O time se completa com Fábio Laguna (Hangar e Edu Falaschi), Guilherme Torres e Saulo Xakol (ambos do Noturnall), formando a base de um tributo que celebra diferentes fases da carreira de Andre Matos com emoção, peso e respeito à sua história.</p>
<p>A noite contará com a participação da banda Phornax como convidada especial e abertura da Krakkenspit.</p>
<p><b>Serviço – All Metal Stars BR – Gravação do DVD Tributo a Andre Matos em São Paulo<br />
</b><br />
Data: 15 de março de 2026<br />
Local: Audio – São Paulo/SP<br />
Atrações: All Metal Stars BR (Aquiles Priester, Thiago Bianchi e Edu Ardanuy)<br />
Participação especial: Dani Matos<br />
Banda convidada: Phornax<br />
Abertura: Krakkenspit<br />
Gravação especial: DVD ao vivo<br />
Ingressos: inteira, meia-entrada e ingresso solidário (com doação de 1 kg de alimento não perecível ou ração para cães e gatos)<br />
Venda online: <a href="https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos&amp;source=gmail&amp;ust=1773402696939000&amp;usg=AOvVaw1HJQASdV4UCu0Dh-DnnuzX"><a href="https://www.ticket360.com.br/" rel="nofollow">https://www.ticket360.com.br/</a><wbr />evento/31935/ingressos-para-<wbr />all-metal-stars-br-homenagem-<wbr />andre-matos</a></p>
<p>Produção: Arena Produtora</p>
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		<title>All Metal Stars celebra Andre Matos em São Paulo em 15 de março de 2026 e esquenta o show com vídeos de “Time” e “Carry On”</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/all-metal-stars-celebra-andre-matos-em-sao-paulo-em-15-de-marco-de-2026-e-esquenta-o-show-com-videos-de-time-e-carry-on/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 22:59:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[All Metal Stars]]></category>
		<category><![CDATA[All Metal Stars BR]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Matos]]></category>
		<category><![CDATA[TRM Press]]></category>
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					<description><![CDATA[Show na Audio integra a turnê nacional que celebra o legado do maestro do heavy metal brasileiro com uma constelação de músicos no palco. Em meio à contagem regressiva para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4749" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/All-Metal-Star-1200x600.jpg" alt="All Metal Star" width="1200" height="600" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/All-Metal-Star-1200x600.jpg 1200w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/All-Metal-Star-768x384.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/All-Metal-Star-1536x768.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/All-Metal-Star.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><i>Show na Audio integra a turnê nacional que celebra o legado do maestro do heavy metal brasileiro com uma constelação de músicos no palco.<br />
</i><br />
Em meio à contagem regressiva para a apresentação em São Paulo, o All Metal Stars vem “esquentando” a homenagem com lançamentos em vídeo que conectam diferentes fases da obra eternizada por Andre Matos. O mais recente é uma performance especial de Time, clássico do Angra, reunindo parte do time do projeto em um registro que caiu nas redes como uma prévia do peso emocional e musical da turnê. A formação do vídeo conta com Aquiles Priester (bateria), Edu Ardanuy (guitarra), Thiago Bianchi (vocal), Fábio Laguna (teclados), Saulo Xakol (baixo) e Guilherme Torres (guitarra).</p>
<p><b>Assista “Time”</b>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jZQgd2-1dJs" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DjZQgd2-1dJs&amp;source=gmail&amp;ust=1770759025531000&amp;usg=AOvVaw31CtGhfrDbrDJzvMxtLYPA"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=jZQgd2-1dJs</a></p>
<p>Antes disso, o projeto já havia divulgado uma versão de Carry On, faixa símbolo do álbum Angels Cry, reforçando a proposta do tributo: revisitar canções que marcaram gerações com fidelidade, impacto e identidade própria no palco.</p>
<p><b>Assista “Carry On”:</b> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6CpDBRiwAzE" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3D6CpDBRiwAzE&amp;source=gmail&amp;ust=1770759025531000&amp;usg=AOvVaw2P4RKZSktXb3JYXNLUhpUs"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=6CpDBRiwAzE</a></p>
<p>A turnê reúne três ícones do gênero: Aquiles Priester (Angra, Hangar e W.A.S.P), Edu Ardanuy (Sinistra e Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Noturnall e Shaman). O projeto presta uma homenagem inédita a Andre Matos, um dos maiores nomes do metal mundial, cuja obra influenciou gerações. O tributo ganha um tom ainda mais pessoal com a participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper.</p>
<p>O time de músicos é completado por nomes de peso: Fábio Laguna (ex Angra), Guilherme Torres e Saulo Xakol (ambos do Noturnall), formando uma verdadeira constelação do metal brasileiro. Juntos, eles prometem um espetáculo intenso e emocionante, repleto de clássicos, surpresas e faixas raramente tocadas ao vivo.</p>
<p><b>Novos nomes do metal também sobem ao palco<br />
</b>A turnê também abre espaço para a nova geração do metal nacional. A banda Phornax, de Porto Alegre, liderada por Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex Hangar), será o convidado especial da turnê. Também participam Krakkenspit, destaque em turnês com Edu Falaschi e Noturnall, e a veterana Tierramystica, presente nas datas do Nordeste.</p>
<p><b>Serviço – All Metal Stars BR – Tributo a Andre Matos em São Paulo<br />
</b>Data: 15 de março de 2026<br />
Local: Audio – São Paulo/SP<br />
Atrações: All Metal Stars BR (Aquiles Priester, Thiago Bianchi e Edu Ardanuy)<br />
Participação especial: Dani Matos (irmão de Andre Matos)<br />
Banda convidada: Phornax<br />
Abertura: Krakkenspit</p>
<div>Ingressos: inteira, meia-entrada e ingresso solidário (com doação de 1 kg de alimento não perecível ou ração para cães e gatos)<br />
Venda online: <a href="https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos&amp;source=gmail&amp;ust=1770759025531000&amp;usg=AOvVaw01GZx3g1MCtr-QplohjT90"><a href="https://www.ticket360.com.br/" rel="nofollow">https://www.ticket360.com.br/</a><wbr />evento/31935/ingressos-para-<wbr />all-metal-stars-br-homenagem-<wbr />andre-matos</a><br />
Produção: Arena Produtora</div>
<div></div>
<div>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4750" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/Sao-Paulo-560x700.jpg" alt="São Paulo" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/Sao-Paulo-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/Sao-Paulo-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/02/Sao-Paulo.jpg 1080w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
</div>
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		<item>
		<title>All Metal Stars BR lança vídeo apresentando versão de “Carry On” e reforça tributo a Andre Matos com estrelas do metal brasileiro</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/all-metal-stars-br-lanca-video-apresentando-versao-de-carry-on-e-reforca-tributo-a-andre-matos-com-estrelas-do-metal-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Registro reúne Aquiles Priester, Edu Ardanuy, Thiago Bianchi, Dani Matos, Fábio Laguna e Guilherme Torres em performance de faixa clássica do Angra. O projeto All Metal Stars BR divulgou um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4690" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Thumb-Carry-On-All-Metal-Stars-BR-1200x675.jpg" alt="Thumb Carry On All Metal Stars Br" width="1200" height="675" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Thumb-Carry-On-All-Metal-Stars-BR-1200x675.jpg 1200w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Thumb-Carry-On-All-Metal-Stars-BR-768x432.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Thumb-Carry-On-All-Metal-Stars-BR-1536x864.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Thumb-Carry-On-All-Metal-Stars-BR.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><i>Registro reúne Aquiles Priester, Edu Ardanuy, Thiago Bianchi, Dani Matos, Fábio Laguna e Guilherme Torres em performance de faixa clássica do Angra.<br />
</i><br />
O projeto All Metal Stars BR divulgou um novo vídeo tocando “Carry On”, um dos maiores clássicos da história de Andre Matos, originalmente lançado no premiado álbum Angels Cry (1993), do Angra. O conteúdo evidencia a proposta central da turnê: celebrar a obra e o legado de Andre Matos, um dos nomes mais influentes do metal mundial, cuja trajetória segue inspirando gerações.</p>
<p>Assista: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6CpDBRiwAzE" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3D6CpDBRiwAzE&amp;source=gmail&amp;ust=1769775887747000&amp;usg=AOvVaw3A1twAMKXGSUahssQDm7Nw"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=6CpDBRiwAzE</a></p>
<p>No vídeo, a formação do All Metal Stars BR apresenta uma leitura potente e respeitosa de “Carry On”, equilibrando fidelidade aos arranjos que marcaram época com a identidade de músicos que ajudaram a escrever capítulos fundamentais da história do metal no país.</p>
<p>A turnê reúne três ícones do gênero: Aquiles Priester (Angra, Hangar e W.A.S.P), Edu Ardanuy (Sinistra e Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Noturnall e Shaman). O projeto presta uma homenagem inédita a Andre Matos, um dos maiores nomes do metal mundial, cuja obra influenciou gerações. O tributo ganha um tom ainda mais pessoal com a participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper.</p>
<p>O time de músicos é completado por nomes de peso: Fábio Laguna (ex Angra), Guilherme Torres e Saulo Xakol (ambos do Noturnall), formando uma verdadeira constelação do metal brasileiro. Juntos, eles prometem um espetáculo intenso e emocionante, repleto de clássicos, surpresas e faixas raramente tocadas ao vivo.</p>
<p><b>Novos nomes do metal também sobem ao palco<br />
</b>A turnê também abre espaço para a nova geração do metal nacional. A banda Phornax, de Porto Alegre, liderada por Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex Hangar), será o convidado especial da turnê. Também participam Krakkenspit, destaque em turnês com Edu Falaschi e Noturnall, e a veterana Tierramystica, presente nas datas do Nordeste.</p>
<p><b>Ingressos solidários e responsabilidade social<br />
</b>Além da homenagem musical, o evento também cumpre um papel social importante: os ingressos contam com a modalidade solidária, oferecendo desconto mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou ração para cães e gatos. Os donativos serão destinados a instituições de caridade locais em cada cidade.</p>
<p><b>All Metal Stars BR Line Up:<br />
</b>Vocal: Thiago Bianchi<br />
Guitarras: Edu Ardanuy e Guilherme Torres<br />
Baixo: Dani Matos<br />
Teclados: Fábio Laguna<br />
Bateria: Aquiles Priester</p>
<p>Créditos do vídeo<br />
Mix e master: Biocreamble<br />
Edição de vídeo: Willian Paiva</p>
<p><b>Serviço &#8211; Ingressos:<br />
</b>Turnê: <a href="http://www.ticketarena.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.ticketarena.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1769775887747000&amp;usg=AOvVaw05o6qG6f0ceR4FfTRPAakx">http://www.ticketarena.com.br</a><br />
São Paulo (15/03, Audio): <a href="http://ticket360.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://ticket360.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1769775887747000&amp;usg=AOvVaw30Nil1xBlfY-glRHw4P5zE">ticket360.com.br</a></p>
<p><b>Datas da turnê, março de 2026:<br />
</b><br />
05/03 Chapecó, SC, Lang Palace<br />
06/03 Porto Alegre, RS, Opinião<br />
07/03 Florianópolis, SC, John Bull<br />
08/03 Curitiba, PR, Hard Rock Café</p>
<p>12/03 Campinas, SP, Brasuca<br />
13/03 Ribeirão Preto, SP, Alcans Hall<br />
14/03 Juiz de Fora, MG, Cultural Bar<br />
15/03 São Paulo, SP, Audio</p>
<p>19/03 Brasília, DF, Toinha<br />
20/03 Belo Horizonte, MG, Mr. Rock<br />
21/03 Rio de Janeiro, RJ, Sacadura 154<br />
22/03 Vila Velha, ES, Correria</p>
<p>26/03 Recife, PE, Armazém 14<br />
27/03 Natal, RN, Ribeira Music<br />
28/03 Fortaleza, CE, Dragon Hall<br />
29/03 Teresina, PI, Bueiro do Rock</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4691" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-2-560x700.jpg" alt="All Metal Stars Br Tour " width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-2-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-2-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
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		<title>All Metal Stars BR apresenta ônibus que será utilizado na turnê em homenagem a Andre Matos com Aquiles Priester, Thiago Bianchi, Edu Ardanuy e Dani Matos</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/all-metal-stars-br-apresenta-onibus-que-sera-utilizado-na-turne-em-homenagem-a-andre-matos-com-aquiles-priester-thiago-bianchi-edu-ardanuy-e-dani-matos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 15:37:27 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4561" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/onibus-933x700.jpg" alt="ônibus" width="933" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/onibus-933x700.jpg 933w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/onibus-768x576.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/onibus-1536x1152.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/onibus.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 933px) 100vw, 933px" /></p>
<p><i>Estrelas se reúnem em março para celebrar o legado de um dos maiores músicos da história do metal brasileiro.<br />
</i><br />
A cena do heavy metal nacional viverá um momento histórico em março de 2026 com a chegada da turnê “All Metal Stars BR – Homenagem a Andre Matos”. Para marcar visualmente essa jornada pelas estradas brasileiras, um ônibus temático foi apresentado, estampando os rostos e a energia dos músicos envolvidos nessa grandiosa celebração. A arte estampada no ônibus foi desenhada por Carlos Fides e João Duarte.</p>
<p><b>Assista documentário sobre a turnê</b>: <a href="https://youtu.be/KajrxdwSAp0?si=a7S8ETIP7qPaSW4Q" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtu.be/KajrxdwSAp0?si%3Da7S8ETIP7qPaSW4Q&amp;source=gmail&amp;ust=1768057833373000&amp;usg=AOvVaw0UHflQvwffAIy-XtOqkFgf"><a href="https://youtu.be/KajrxdwSAp0" rel="nofollow">https://youtu.be/KajrxdwSAp0</a>?<wbr />si=a7S8ETIP7qPaSW4Q</a></p>
<p>A turnê reúne três ícones do gênero: Aquiles Priester (Angra, Hangar e W.A.S.P), Edu Ardanuy (Sinistra e Dr. Sin) e Thiago Bianchi (Noturnall e Shaman). O projeto presta uma homenagem inédita a Andre Matos, um dos maiores nomes do metal mundial, cuja obra influenciou gerações. O tributo ganha um tom ainda mais pessoal com a participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper.</p>
<p>O time de músicos é completado por nomes de peso: Fábio Laguna (ex-Angra), Guilherme Torres e Saulo Xakol (ambos do Noturnall), formando uma verdadeira constelação do metal brasileiro. Juntos, eles prometem um espetáculo intenso e emocionante, repleto de clássicos, surpresas e faixas raramente tocadas ao vivo.</p>
<p>“Mais do que uma turnê, é uma celebração da vida, da arte e da influência de Andre Matos em nossas carreiras e em toda a cena do metal nacional”, declaram Priester, Ardanuy e Bianchi.</p>
<p><b>Novos nomes do metal também sobem ao palco<br />
</b><br />
A turnê também abre espaço para a nova geração do metal nacional. A banda Phornax, de Porto Alegre, liderada por Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex-Hangar), será o convidado especial da turnê. Também participam Krakkenspit, destaque em turnês com Edu Falaschi e Noturnall, e a veterana Tierramystica, presente nas datas do Nordeste.</p>
<p><b>Ingressos solidários e responsabilidade social<br />
</b><br />
Além da homenagem musical, o evento também cumpre um papel social importante: os ingressos contam com a modalidade solidária, oferecendo desconto mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou ração para cães e gatos. Os donativos serão destinados a instituições de caridade locais em cada cidade.</p>
<p><b>Ingressos</b><br />
Turnê: <a href="http://www.ticketarena.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.ticketarena.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1768057833373000&amp;usg=AOvVaw3obuIEfthLzv5Slg7LqkPi">http://www.ticketarena.com.br</a><br />
São Paulo (15/03 – Audio): <a href="http://ticket360.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://ticket360.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1768057833373000&amp;usg=AOvVaw0AGd91FIe_Om_nm9ZurrCW">ticket360.com.br</a></p>
<p><b>Datas da Turnê – Março 2026<br />
</b><br />
05/03 – Chapecó/SC – Lang Palace<br />
06/03 – Porto Alegre/RS – Opinião<br />
07/03 – Florianópolis/SC – John Bull<br />
08/03 – Curitiba/PR – Hard Rock Café<br />
12/03 – Campinas/SP – Brasuca<br />
13/03 – Ribeirão Preto/SP – Alcans Hall<br />
14/03 – Juiz de Fora/MG – Cultural Bar<br />
15/03 – São Paulo/SP – Audio<br />
19/03 – Brasília/DF – Toinha<br />
20/03 – Belo Horizonte/MG – Mr. Rock<br />
21/03 – Rio de Janeiro/RJ – Sacadura 154<br />
22/03 – Vila Velha/ES – Correria<br />
26/03 – Recife/PE – Armazém 14<br />
27/03 – Natal/RN – Ribeira Music<br />
28/03 – Fortaleza/CE – Dragon Hall<br />
29/03 – Teresina/PI – Bueiro do Rock</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4569" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-1-560x700.jpg" alt="All Metal Stars Br Tour " width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-1-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-1-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/All-Metal-Stars-BR-Tour_-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
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		<title>Here I Am lança lyric video de “I’ll Rise”, faixa do álbum “Synergy”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 14:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Here I Am]]></category>
		<category><![CDATA[TRM Press]]></category>
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					<description><![CDATA[Música foi escrita a partir de um período de dúvidas e desgaste vivido pela banda e aborda a decisão de seguir em frente mesmo sem garantias A banda brasileira Here [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4008" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-560x700.jpg" alt="Here I Am" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-1638x2048.jpg 1638w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><i>Música foi escrita a partir de um período de dúvidas e desgaste vivido pela banda e aborda a decisão de seguir em frente mesmo sem garantias<br />
</i><br />
A banda brasileira Here I Am lançou o lyric video de “I’ll Rise”, faixa do álbum “Synergy”. A música foi composta a partir de um momento real de dificuldade enfrentado pelo grupo e trata das incertezas, pressões e questionamentos ligados à continuidade na carreira musical.</p>
<p><b>Assista ao lyric video de “I’ll Rise”</b>: <a href="https://youtu.be/Nifs3dyv-w0?si=IqrABpy3gjlBtLtM" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtu.be/Nifs3dyv-w0?si%3DIqrABpy3gjlBtLtM&amp;source=gmail&amp;ust=1767795108572000&amp;usg=AOvVaw2038QkzGcPKfc9o63bJePA"><a href="https://youtu.be/Nifs3dyv-w0" rel="nofollow">https://youtu.be/Nifs3dyv-w0</a>?<wbr />si=IqrABpy3gjlBtLtM</a><br />
<b>Ouça “Synergy”</b>: <a href="https://beacons.ai/hereiamband" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://beacons.ai/hereiamband&amp;source=gmail&amp;ust=1767795108572000&amp;usg=AOvVaw3lsgYwW-IsU7MDPkD3Ix4Y">https://beacons.ai/hereiamband</a></p>
<p>A formação do Here I Am conta com Eric Bruce (vocal), Roney Araujo (guitarra), Renan Cardoso (baixo), Diego Rocha (teclado) e Andrew Vieira (bateria). Entre as influências citadas pelo grupo estão Andre Matos, Symphony X, Dream Theater, Disturbed e Coldrain.</p>
<p>Segundo a banda, “I’ll Rise” foi construída a partir de um cenário marcado por dúvidas sobre seguir em frente, além de obstáculos comuns ao cotidiano de muitos músicos, como falta de espaço, pressão, cansaço e insegurança sobre o futuro.</p>
<p><i>“A Música I’ll Rise nasceu em um momento real de dificuldade para a banda. Não é uma história distante ou metafórica, é um reflexo direto do que estávamos vivendo. As incertezas, os medos e as angústias de seguir em frente como músicos hoje estavam presentes em cada decisão. A dúvida constante se valia a pena continuar, se o esforço, o investimento emocional e pessoal, e todas as renúncias realmente levariam a algum lugar. Como toda banda, enfrentamos obstáculos que vão além da música: falta de espaço, insegurança sobre o futuro, pressão, cansaço e o receio de que tudo isso não dê certo.”<br />
</i><br />
A letra, de acordo com o grupo, parte do ponto em que a mente vira “um labirinto”, com perguntas sem resposta e a sensação de caminhar sem saber exatamente onde vai chegar, mas com a necessidade de reagir e continuar.</p>
<p><i>“A letra foi escrita a partir desse ponto de desgaste, quando tudo parece confuso e a mente vira um labirinto. É o momento em que você se sente preso, cercado por pensamentos que pesam, por perguntas sem resposta, e por uma sensação de estar andando sem saber exatamente onde vai chegar. Mas, ao mesmo tempo, existe a necessidade de reagir. Não porque tudo esteja resolvido, mas porque parar não é uma opção.”<br />
</i><br />
A banda resume o significado da faixa como a decisão de levantar e seguir mesmo sem garantias, priorizando a continuidade do processo.</p>
<p>“I’ll Rise” significa exatamente isso: levantar mesmo sem garantias. Seguir em frente mesmo com medo. Não é sobre uma vitória conquistada, mas sobre a decisão de continuar acreditando no processo. A música representa o instante em que, apesar das dificuldades de ser músico hoje e dos desafios que toda banda enfrenta, escolhemos não desistir.”</p>
<p><b>Tracklist de “Synergy”<br />
</b><br />
Dreams (The Beginning) feat. Jeff Scott Soto<br />
Hear Me<br />
I’ll Rise<br />
Gone Too Soon<br />
Starry Skies (Deep Scars)<br />
Eyes on Tomorrow<br />
Side by Side<br />
Eternal<br />
Rise Ahead (More than a Dream) feat. Jeff Scott Soto</p>
<p>Siga Here I Am no Instagram:<a href="https://www.instagram.com/hereiamband/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/hereiamband/&amp;source=gmail&amp;ust=1767795108572000&amp;usg=AOvVaw1hAyxcxbGrCIolnOO6XB0M"> https://www.instagram.com/<wbr />hereiamband/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4007" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--700x700.jpg" alt="Capa Synergy " width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--1536x1536.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY-.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
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		<title>All Metal Stars BR: Documentário explica turnê que celebra o legado de Andre Matos com Aquiles Priester, Edu Ardanuy, Thiago Bianchi e Dani Matos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 15:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[All Metal Stars BR]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Aquiles Priester]]></category>
		<category><![CDATA[Dani Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Edu Ardanuy]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Bianchi]]></category>
		<category><![CDATA[TRM Press]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto reúne ícones do rock e familiares do vocalista em uma homenagem emocionante e inédita, com estreia marcada para março de 2026. O heavy metal brasileiro se prepara para um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4391" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/All-Metal-Stars-BR-Tour_-560x700.jpg" alt="All Metal Stars Br Tour " width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/All-Metal-Stars-BR-Tour_-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/All-Metal-Stars-BR-Tour_-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/All-Metal-Stars-BR-Tour_.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><i>Projeto reúne ícones do rock e familiares do vocalista em uma homenagem emocionante e inédita, com estreia marcada para março de 2026.<br />
</i><br />
O heavy metal brasileiro se prepara para um dos momentos mais marcantes de sua história. Em março de 2026, estreia a turnê All Metal Stars BR, uma homenagem grandiosa a Andre Matos. Ao lado da turnê, acaba de ser lançado também um documentário exclusivo que explica a ideia da turnê e como ela reuniu esses grandes músicos.</p>
<p><b>Assista o documentário</b>: <a href="https://www.instagram.com/p/DSICOeUEQQD/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/p/DSICOeUEQQD/&amp;source=gmail&amp;ust=1765548598300000&amp;usg=AOvVaw0KmnlutOVRek-8-ma51puU"><a href="https://www.instagram.com/p/" rel="nofollow">https://www.instagram.com/p/</a><wbr />DSICOeUEQQD/</a></p>
<p>O documentário que acompanha o projeto aprofunda essa proposta. Com direção de Anderson Bellini — responsável pelo aclamado “Andre Matos – Maestro do Rock” — o vídeo mergulha nos bastidores da turnê, com depoimentos emocionantes dos músicos. “Depois que o Andre faleceu, fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que disseram ter sido salvas pelo trabalho dele. Isso não é exagero de afirmar”, revela Dani Matos. “Nem nos meus melhores devaneios sobre como seria uma homenagem ao Andre, eu jamais imaginaria ter parceiros tão talentosos comigo nesse projeto”, completou.</p>
<p>“Mais do que um show, essa turnê é uma celebração da vida e obra de André. Ele foi uma inspiração para todos nós e esta é nossa forma de agradecer e contribuir para seu legado”, afirmam os músicos.</p>
<p>A iniciativa inédita reúne três gigantes da cena nacional: Aquiles Priester (Angra, Hangar), Thiago Bianchi (Shaman, Noturnall) e Edu Ardanuy (Dr. Sin, Sinistra), além da participação especial de Dani Matos, irmão de Andre e atual baixista do Viper. A presença de Dani traz um elemento íntimo e afetivo ao projeto, reforçando sua autenticidade.</p>
<p>Um dos destaques será a apresentação em São Paulo, no dia 15 de março, na tradicional casa Audio, onde André se apresentou em diversas ocasiões. Os shows prometem ser noites épicas para os fãs, com clássicos, faixas raras e até músicas pouco executadas ao vivo, como a icônica “Wuthering Heights”.</p>
<p>O line-up da banda principal também impressiona. Além dos já citados, o projeto conta com Guilherme Torres (guitarra) e Saulo Xakol (baixo), ambos do Noturnall, e Fabio Laguna (teclados), ex-integrante do Angra e músico da banda de Edu Falaschi. Todos compartilham laços artísticos profundos com a trajetória de Andre Matos.</p>
<p>O evento também abre espaço para novos nomes do metal nacional. O Phornax, de Porto Alegre, liderada por Cristiano Poschi e Eduardo Martinez (ex-Hangar), é o convidado especial da turnê, destacando-se com o EP Silent War. Juntam-se ainda as bandas Krakkenspit, elogiada em turnês com Noturnall e Edu Falaschi, e a já conhecida Tierramystica, que se incorpora ao time na etapa nordestina.</p>
<p>A produção da turnê é assinada pela Arena Produtora, com o apoio de Cristiano Poschi, responsável por viabilizar toda a estrutura do projeto. Para Bianchi, idealizador do tributo, a intenção sempre foi respeitar a história e os sentimentos que cercam o nome Andre Matos. “Liguei para o Dani perguntando como poderia prestar essa homenagem de forma legítima. E só prossegui porque a família estava a bordo”, afirma. “A gente sabe o que Andre representa. Todo mundo que faz parte desse projeto tem uma ligação verdadeira com ele.”</p>
<p>A proposta da turnê vai além da música: ela se conecta também com ações sociais. Todas as datas terão opções de ingresso solidário, com preços acessíveis e arrecadação de alimentos, tornando o evento inclusivo e com impacto positivo.</p>
<p><b>Datas: All Metal Stars BR, tributo a Andre Matos<br />
</b>Ingressos disponíveis em todas as cidades (exceto São Paulo) em: <a href="http://ticketarena.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://ticketarena.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1765548598300000&amp;usg=AOvVaw02LcZrSrBLbl1N56fyUJjL">ticketarena.com.br</a><br />
Ingressos para São Paulo: <a href="https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos&amp;source=gmail&amp;ust=1765548598300000&amp;usg=AOvVaw1yPL1-v3fQ1msQ_I9pNj9e"><a href="https://www.ticket360.com.br/" rel="nofollow">https://www.ticket360.com.br/</a><wbr />evento/31935/ingressos-para-<wbr />all-metal-stars-br-homenagem-<wbr />andre-matos</a></p>
<p><b>Datas confirmadas:<br />
</b><br />
05/03 – Chapecó/SC – Lang Palace<br />
06/03 – Porto Alegre, RS, Opinião<br />
07/03 – Florianópolis, SC, John Bull<br />
08/03 – Curitiba, PR, Hard Rock Café<br />
12/03 – Campinas, SP, Brasuca<br />
13/03 – Ribeirão Preto, SP, Alcans hall<br />
14/03 – Juiz de Fora, MG, Cultural Bar<br />
15/03 – São Paulo, SP, Audio<br />
19/03 – Brasília, DF, Toinha<br />
20/03 – Belo Horizonte, MG, Mr Rock<br />
21/03 – Rio de Janeiro, RJ, Sacadura<br />
22/03 – Vila Velha, ES, Correria<br />
26/03 – Recife, PE, Armazém 14<br />
27/03 – Natal, RN, Ribeira Music<br />
28/03 – Fortaleza, CE, Dragão Hall<br />
29/03 – Teresina, PI, Bueiro do Rock</p>
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		<title>Sascha Paeth e Miro: álbuns produzidos pela dupla que moldaram o Power Metal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 23:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andre Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Angra]]></category>
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		<category><![CDATA[Power Metal]]></category>
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		<category><![CDATA[Shaman]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto por Thiago Rahal Mauro Dos clássicos de Angra, Shaman, Virgo e Andre Matos às obras-primas de Rhapsody, Kamelot, Epica, Avantasia e Edguy, reunimos os álbuns mais famosos em que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto por Thiago Rahal Mauro</strong></p>
<div id="attachment_4202" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4202" class="size-medium wp-image-4202" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Sascha-Paeth-Featured-1-1050x700.webp" alt="Sascha Paeth Featured 1" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Sascha-Paeth-Featured-1-1050x700.webp 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Sascha-Paeth-Featured-1-768x512.webp 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Sascha-Paeth-Featured-1-1536x1024.webp 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Sascha-Paeth-Featured-1.webp 1800w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-4202" class="wp-caption-text">Sascha Paeth</p></div>
<p><em>Dos clássicos de Angra, Shaman, Virgo e Andre Matos às obras-primas de Rhapsody, Kamelot, Epica, Avantasia e Edguy, reunimos os álbuns mais famosos em que os produtores moldaram o som do Power Metal.</em></p>
<p>Poucos produtores são tão imediatamente reconhecíveis no Power Metal e no Metal Sinfônico quanto a dupla alemã Sascha Paeth e Michael “Miro” Rodenberg. A partir do Gate Studios, em Wolfsburg, eles ajudaram a moldar a identidade sonora de bandas brasileiras e europeias, combinando peso, clareza e orquestrações de clima cinematográfico que se tornaram referência para todo o gênero. Ao mesmo tempo, é importante lembrar que esses discos não são obra exclusiva dos dois: por trás de cada álbum há uma rede de engenheiros, técnicos e colaboradores dividindo funções em estúdio. Em produções desse porte, são muitas mãos trabalhando para que o resultado final alcance o nível de qualidade que o público escuta.</p>
<p>Abaixo, uma seleção de produções – não é uma lista “total” -, mas um mapa das obras em que o trabalho de ambos teve impacto direto na história do metal.</p>
<div id="attachment_4275" style="width: 943px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4275" class="size-medium wp-image-4275" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Michael_Miro_Rodenberg-933x700.jpg" alt="Michael Miro Rodenberg" width="933" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Michael_Miro_Rodenberg-933x700.jpg 933w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Michael_Miro_Rodenberg-768x576.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Michael_Miro_Rodenberg-1536x1152.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Michael_Miro_Rodenberg-2048x1536.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 933px) 100vw, 933px" /><p id="caption-attachment-4275" class="wp-caption-text">Michael “Miro” Rodenberg</p></div>
<p><strong>As raízes e o nascimento da “escola Gate Studios”</strong></p>
<p><strong>1993 – Angra – Angels Cry</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-0" data-testid="conversation-turn-12" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="567">Primeira grande virada: Paeth produz o debut do Angra ao lado de Charlie Bauerfeind, além de atuar como engenheiro de som. O disco coloca o metal brasileiro no mapa internacional com uma combinação rara de timbres cristalinos, virtuose neoclássica e ousadia nos arranjos. Clássicos como <strong data-start="287" data-end="301">“Carry On”</strong>, <strong data-start="303" data-end="319">“Angels Cry”</strong>, <strong data-start="321" data-end="331">“Time”</strong> e <strong data-start="334" data-end="350">“Stand Away”</strong> sintetizam essa estética: refrãos marcantes, linhas vocais elaboradas de Andre Matos e guitarras de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt lapidadas no padrão que passaria a ser associado ao próprio nome de Sascha Paeth.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4204" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Angra-Cover-700x700.jpg" alt="Angra Cover" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Angra-Cover-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Angra-Cover-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Angra-Cover.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>1996 – Angra – Holy Land e EP Freedom Call</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1271">De novo ao lado de <strong data-start="19" data-end="40">Charly Bauerfeind</strong>, aqui como <strong data-start="52" data-end="74">produtor principal</strong>, engenheiro, responsável pela mixagem e programação, o Angra aprofunda em <em data-start="149" data-end="160">Holy Land</em> a fusão de metal, música brasileira e elementos eruditos, com <strong data-start="223" data-end="239">Sascha Paeth</strong> atuando nos bastidores como peça técnica-chave em <strong data-start="290" data-end="352">computadores, teclados, programação e arranjos orquestrais</strong>. No núcleo criativo, <strong data-start="374" data-end="389">Andre Matos</strong> assina composições, teclados, órgão, piano, flauta, viola e vocais; <strong data-start="458" data-end="475">Kiko Loureiro</strong> e <strong data-start="478" data-end="500">Rafael Bittencourt</strong> dividem guitarras e composição; <strong data-start="533" data-end="550">Luis Mariutti</strong> assume o baixo e <strong data-start="568" data-end="590">Ricardo Confessori</strong>, a bateria, com <strong data-start="607" data-end="628">Antonio D. Pirani</strong> como produtor executivo. Faixas como “Nothing To Say”, “Silence and Distance”, “Carolina IV”, “Holy Land”, “The Shaman” e “Make Believe” evidenciam esse salto de produção e escrita, em que percussões típicas, violões, coros e passagens sinfônicas convivem com riffs rápidos e linhas vocais altamente melódicas de Andre. No mesmo ano, a dupla Bauerfeind/Paeth também participa tecnicamente do EP <em data-start="1024" data-end="1038">Freedom Call</em> – com destaques como “Freedom Call”, “Reaching Horizons” e o cover de “Painkiller” –, consolidando de vez o “som Angra” da era Andre Matos dentro do padrão de qualidade que passaria a ser associado ao trabalho de Bauerfeind e Paeth.</p>
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<p><strong>1997–1998 – Rhapsody – Legendary Tales e Symphony Of Enchanted Lands</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1379">Aqui entra em cena, de vez, o eixo Paeth + Miro. Em <em data-start="52" data-end="69">Legendary Tales</em>, o Rhapsody estreia como artista principal sob a batuta técnica de <strong data-start="137" data-end="153">Sascha Paeth</strong>, creditado como <strong data-start="170" data-end="255">produtor, engenheiro, responsável pela mixagem, baixo, violão acústico e mandolim</strong>, ao lado do produtor executivo <strong data-start="287" data-end="306">R. Limb Schnoor</strong>. No núcleo criativo, <strong data-start="328" data-end="344">Luca Turilli</strong> e <strong data-start="347" data-end="365">Alex Staropoli</strong> assinam as composições, com Turilli também nos vocais de apoio e notas de encarte, enquanto Staropoli cuida dos <strong data-start="478" data-end="508">teclados, arranjos e coros</strong>, sustentados pela base de <strong data-start="535" data-end="556">Daniele Carbonera</strong> na bateria e por <strong data-start="574" data-end="598">Robert Hunecke-Rizzo</strong> no baixo e nos coros. O time de vozes e orquestra se completa com <strong data-start="665" data-end="680">Fabio Lione</strong> (vocais principais e backing vocals), um extenso coro (Cinzia Rizzo, Tatiana Bloch, Thomas Rettke, Wolfgang Herbst, Ricky Rizzo, entre outros) e músicos convidados de cordas e flautas barrocas, moldando o clima de trilha de cinema que se tornaria marca registrada da banda. Em faixas como “Warrior Of Ice”, “Rage Of The Winter”, “Forest Of Unicorns” e “Land Of Immortals”, essa combinação de composição, arranjo e trabalho de estúdio já revela o blueprint do symphonic power metal moderno: riffs neoclássicos, narrativas fantásticas e arranjos sinfônicos pomposos, lapidados pela produção de Paeth (em parceria de bastidor com Miro) e levados adiante, logo depois, em <em data-start="1349" data-end="1378">Symphony Of Enchanted Lands</em>.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start">Em <em data-start="3" data-end="32">Symphony Of Enchanted Lands</em>, clássicos como “Emerald Sword”, “Wisdom Of The Kings”, “Wings Of Destiny” e a longa faixa-título levam esse conceito ao limite: tudo soa mais épico, dramático e expansivo. Paeth e Miro equilibram banda, coros e orquestra com precisão cirúrgica, como se estivessem produzindo uma trilha sonora completa em formato de álbum de metal – é o ponto em que o Rhapsody deixa de ser apenas uma banda de power metal e se afirma como sinônimo de “cinema em música”.</div>
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<p data-start="681" data-end="734"><strong>1999 – Luca Turilli – <em data-start="703" data-end="732">King Of The Nordic Twilight</em></strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1205">No projeto solo de Luca Turilli, <em data-start="33" data-end="62">King Of The Nordic Twilight</em>, a veia épica do guitarrista encontra a assinatura total de estúdio de <strong data-start="134" data-end="142">Miro</strong> e <strong data-start="145" data-end="161">Sascha Paeth</strong>: Miro assina a <strong data-start="177" data-end="189">produção</strong>, teclados, piano, cembalo e coros, enquanto Sascha aparece como <strong data-start="254" data-end="266">produtor</strong>, responsável por <strong data-start="284" data-end="322">engenharia, mixagem e masterização</strong>, além de tocar <strong data-start="338" data-end="390">baixo e violões/acústicos e guitarras adicionais</strong>. Luca assume as <strong data-start="407" data-end="466">guitarras solo, parte dos teclados, letras e composição</strong>, com <strong data-start="472" data-end="486">Olaf Hayer</strong> nos <strong data-start="491" data-end="536">vocais principais, backing vocals e coros</strong> e <strong data-start="539" data-end="563">Robert Hunecke Rizzo</strong> na <strong data-start="567" data-end="586">bateria e coros</strong>, formando o núcleo musical que transforma o disco em uma verdadeira “trilha de fantasia em forma de metal”. A parte visual fica por conta de <strong data-start="728" data-end="745">Eric Philippe</strong> na capa e logo, e de <strong data-start="767" data-end="783">Karsten Koch</strong> na fotografia. Em faixas como “Kings Of The Nordic Twilight”, “Black Dragon”, “Legends Of Frozen Heaven” e “The Ancient Forest Of Elves”, coros, narrativas e orquestrações se entrelaçam com a guitarra virtuose sobre um som lapidado ao detalhe, pensado para colocar o ouvinte dentro da história – um modelo de produção que se tornaria marca registrada da dupla Miro e Paeth em boa parte do symphonic power metal posterior.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>Andre Matos explode, Epica nasce, Avantasia desperta</strong></div>
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<p><strong>2000 – Rhapsody – Dawn Of Victory</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="935">Em <em data-start="3" data-end="20">Dawn Of Victory</em>, Paeth e Miro consolidam de vez a fama de produtores “épicos” do power metal: <strong data-start="99" data-end="115">Sascha Paeth</strong> surge creditado como <strong data-start="137" data-end="202">produtor, engenheiro, responsável pela mixagem e masterização</strong>, enquanto <strong data-start="213" data-end="231">Alex Staropoli</strong> e <strong data-start="234" data-end="250">Luca Turilli</strong> assinam a <strong data-start="261" data-end="288">composição e o conceito</strong> do álbum, com <strong data-start="303" data-end="322">R. Limb Schnoor</strong> como <strong data-start="328" data-end="350">produtor executivo</strong> e <strong data-start="353" data-end="373">Manuel Staropoli</strong> na <strong data-start="377" data-end="391">engenharia</strong>. Mais direto e agressivo que os trabalhos anteriores, o disco mantém intacto o clima cinematográfico, com as ideias de Turilli e Staropoli sendo organizadas em estúdio por Paeth e Miro de forma quase “orquestral”. Destaques como “Dawn Of Victory”, “Holy Thunderforce”, “Triumph For My Magic Steel” e “Dargor, Shadowlord Of The Black Mountain” trazem guitarras neoclássicas, coros grandiosos e orquestrações precisas, todas encaixadas com a assinatura Paeth + Miro que passaria a ser sinônimo de produção de alto nível no symphonic power metal.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4230" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Rhapsody-1-700x700.jpg" alt="Rhapsody" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Rhapsody-1-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Rhapsody-1-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Rhapsody-1.jpg 894w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2001 – Virgo &#8211; Matos/Paeth</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-1" data-testid="conversation-turn-124" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1294">Projeto conjunto de Sascha e Andre Matos fora do território power metal, o álbum homônimo do Virgo traz <strong data-start="104" data-end="127">Sascha Paeth e Miro</strong> como produtores, gravado nos estúdios Vox Klangstudio, Gate Studio e Pathiway Studios, na Alemanha, com engenharia de <strong data-start="246" data-end="263">Michael Tibes</strong>, do próprio Sascha e de <strong data-start="288" data-end="307">Volker Heintzen</strong>, e mixagem e masterização assinadas por Paeth. No núcleo da banda estão <strong data-start="380" data-end="395">Andre Matos</strong> nos vocais, <strong data-start="408" data-end="418">Sascha</strong> nas guitarras, <strong data-start="434" data-end="452">Olaf Reitmeier</strong> no baixo, <strong data-start="463" data-end="491">Michael “Miro” Rodenberg</strong> nos teclados e <strong data-start="507" data-end="531">Robert Hunecke Rizzo</strong> na bateria, apoiados por um pequeno ensemble orquestral com arranjos de Miro e regência do próprio Andre, além da arte e do layout de <strong data-start="666" data-end="684">Ralf Schindler</strong> e fotos de <strong data-start="696" data-end="712">Tomas Liebig</strong>, <strong data-start="714" data-end="735">Thomas Kuschewski</strong> e <strong data-start="738" data-end="759">Sabina Griessmann</strong>. Musicalmente, o álbum aposta em AOR, pop rock e baladas de clima sinfônico, com foco total em melodias e em um som quente e orgânico, distante do metal mas com a mesma finesse de produção. Faixas como “To Be”, “No Need To Have An Answer”, “Discovery”, “Street To Babylon”, “River”, “Blowing Away”, “I Want You To Know” e “Fiction” colocam a voz de Andre em primeiro plano sobre arranjos elegantes de piano, guitarras e orquestra, mostrando outro lado da parceria Paeth e Matos sem abrir mão do cuidado técnico típico do Gate Studios.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4217" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/VIRGO-Matos-Paeth-706x700.jpg" alt="Virgo Matos &amp; Paeth" width="706" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/VIRGO-Matos-Paeth-706x700.jpg 706w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/VIRGO-Matos-Paeth-768x761.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/VIRGO-Matos-Paeth.jpg 1445w" sizes="auto, (max-width: 706px) 100vw, 706px" /></p>
<p><strong>2001 &#8211; Avantasia &#8211; The Metal Opera Part 1</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-15" data-testid="conversation-turn-100" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1422">Lançado em 2001, <em data-start="17" data-end="34">The Metal Opera</em> apresenta o Avantasia já com um time técnico de luxo e Tobias Sammet no comando criativo total, assinando vocais como Novice Gabriel, teclados, piano, orquestrações, letras e composição das faixas. A produção é dividida entre o próprio Tobias e Norman Meiritz, que também atua na engenharia, com <strong data-start="331" data-end="348">Mikko Karmila</strong> responsável pela mixagem e <strong data-start="376" data-end="392">Mika Jussila</strong> pela masterização, enquanto uma equipe de engenheiros adicionais como <strong data-start="463" data-end="476">Ed Warrin</strong>, <strong data-start="478" data-end="497">Dirk Schlächter</strong>, <strong data-start="499" data-end="515">Sascha Paeth</strong>, <strong data-start="517" data-end="535">Angelo Janotti</strong>, <strong data-start="537" data-end="555">Oscar Holleman</strong>, <strong data-start="557" data-end="574">Frank Tischer</strong> e <strong data-start="577" data-end="593">Gilby Clarke</strong> ajuda a registrar vozes, guitarras e teclados em diferentes estúdios. A banda base traz <strong data-start="682" data-end="699">Henjo Richter</strong> nas guitarras, <strong data-start="715" data-end="735">Markus Grosskopf</strong> no baixo e <strong data-start="747" data-end="765">Alex Holzwarth</strong> na bateria, e a identidade visual fica por conta da capa de <strong data-start="826" data-end="850">Jean Pascal Fournier</strong>. Sobre essa estrutura técnica e de composição se apoia a primeira grande metal opera de Sammet, com uma sequência de faixas que vai das introduções instrumentais “Prelude”, “In Nomine Patris” e “A New Dimension” a momentos emblemáticos como “Reach Out for the Light”, “Serpents in Paradise”, “Breaking Away”, “Farewell”, “The Glory of Rome”, “Avantasia”, “Sign of the Cross”, “The Tower” e “The Final Sacrifice”, onde o conceito, o elenco de vocalistas convidados e o trabalho de produção já deixam claro o formato épico que definiria o nome Avantasia nos anos seguintes.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4268" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/51l2lLRsoPL._UF10001000_QL80_-706x700.jpg" alt="51l2llrsopl. Uf1000,1000 Ql80 " width="706" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/51l2lLRsoPL._UF10001000_QL80_-706x700.jpg 706w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/51l2lLRsoPL._UF10001000_QL80_-768x762.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/51l2lLRsoPL._UF10001000_QL80_.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 706px) 100vw, 706px" /></p>
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<div class="text-center"><strong>2002 – Shaman – Ritual</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-20" data-testid="conversation-turn-110" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1361">Primeiro álbum da nova banda de Andre Matos pós Angra, <em data-start="55" data-end="63">Ritual</em> leva o “padrão Gate Studios” para um conceito xamânico com forte acento brasileiro. <strong data-start="148" data-end="164">Sascha Paeth</strong> assina <strong data-start="172" data-end="220">produção, engenharia, mixagem e masterização</strong>, com o brasileiro <strong data-start="239" data-end="259">Philip Colodetti</strong> como <strong data-start="265" data-end="292">coprodutor e engenheiro</strong>, e <strong data-start="296" data-end="304">Miro</strong> responsável por <strong data-start="321" data-end="362">teclados, orquestrações e programação</strong>, formando o núcleo técnico que dá forma ao som grandioso e nítido do disco. A base ainda conta com produções adicionais de <strong data-start="486" data-end="508">Ricardo Confessori</strong> e <strong data-start="511" data-end="527">Marcus Viana</strong>, além de um amplo time de engenheiros como <strong data-start="571" data-end="589">Thiago Bianchi</strong>, <strong data-start="591" data-end="608">Evandro Lopes</strong> e outros nomes em gravações complementares. Na parte visual, <strong data-start="670" data-end="687">Marc Klinnert</strong>, <strong data-start="689" data-end="705">Rodrigo Cruz</strong>, <strong data-start="707" data-end="727">Isabel de Amorim</strong>, <strong data-start="729" data-end="750">Thomas Kuschewski</strong> e <strong data-start="753" data-end="772">Torsten Fengler</strong> constroem a identidade gráfica em torno do conceito de capa idealizado pelo próprio Andre. Musicalmente, a abertura instrumental “Ancient Winds”, seguida por “Here I Am”, “Distant Thunder”, “For Tomorrow”, “Time Will Come”, “Over Your Head”, a balada “Fairy Tale” e faixas como “Blind Spell”, “Ritual” e “Pride” evidenciam a combinação de elementos étnicos, percussões brasileiras, instrumentos como quena, sampoña, charango, derbak e gaita de fole, coros e linhas vocais emotivas, tudo emoldurado por um trabalho de produção que soa grande, orgânico e ao mesmo tempo extremamente nítido.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4220" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-ritual-700x700.jpg" alt="Shaman Ritual" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-ritual-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-ritual-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-ritual.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2002 &#8211; Avantasia &#8211; The Metal Opera Pt. II</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-17" data-testid="conversation-turn-104" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1257">Na continuação da fase The Metal Opera, em <em data-start="43" data-end="68">The Metal Opera Part II</em>, o time técnico do Avantasia se repete e se refina: <strong data-start="121" data-end="138">Tobias Sammet</strong> e <strong data-start="141" data-end="159">Norman Meiritz</strong> assinam a produção, com Meiritz também responsável pela engenharia principal, enquanto <strong data-start="247" data-end="264">Mikko Karmila</strong> cuida da mixagem e <strong data-start="284" data-end="300">Mika Jussila</strong> da masterização, garantindo o som poderoso e polido característico dos grandes álbuns de power metal daquela época. A captura de vozes, guitarras e teclados é distribuída entre vários engenheiros adicionais, como <strong data-start="514" data-end="527">Ed Warrin</strong>, <strong data-start="529" data-end="548">Dirk Schlächter</strong>, <strong data-start="550" data-end="566">Sascha Paeth</strong>, <strong data-start="568" data-end="586">Angelo Janotti</strong>, <strong data-start="588" data-end="606">Oscar Holleman</strong>, <strong data-start="608" data-end="625">Frank Tischer</strong> e <strong data-start="628" data-end="644">Gilby Clarke</strong>, cada um registrando sessões em estúdios diferentes e alimentando o mosaico final de áudio que Sammet e Karmila organizam na mix; visualmente, <strong data-start="788" data-end="804">J P Fournier</strong> assina a capa, enquanto <strong data-start="829" data-end="843">Alex Kuehr</strong> e <strong data-start="846" data-end="865">Stefan Malzkorn</strong> cuidam da fotografia. Sobre essa base técnica se desenrolam faixas como “The Seven Angels”, “No Return”, “The Looking Glass”, “In Quest For”, “The Final Sacrifice”, “Neverland”, “Anywhere”, “Chalice Of Agony”, “Memory” e “Into The Unknown”, em que o conceito, o elenco de vocalistas convidados e a produção empurram ainda mais longe a ideia de metal opera épica inaugurada no primeiro disco.</p>
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<div class="text-center"><strong>2002 – Rhapsody – Power Of The Dragonflame</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="1371">Fechando a fase inicial da saga, <em data-start="33" data-end="59">Power Of The Dragonflame</em> consolida de vez o nome de Sascha Paeth e Miro como referência absoluta no symphonic power metal: aqui, <strong data-start="164" data-end="174">Sascha</strong> aparece creditado como <strong data-start="198" data-end="295">produtor, engenheiro, baixista, guitarrista clássico, responsável pela mixagem e masterização</strong>, enquanto <strong data-start="306" data-end="314">Miro</strong> segue na retaguarda de arranjos e estúdio, ao lado de <strong data-start="423" data-end="441">Alex Staropoli</strong> e <strong data-start="444" data-end="460">Luca Turilli</strong>, que assinam <strong data-start="474" data-end="568">composição, programação de baixo, teclados, piano, cravo, arranjos orquestrais e guitarras</strong> – o coração musical do Rhapsody. A engenharia adicional fica a cargo de <strong data-start="641" data-end="659">Olaf Reitmeier</strong>, com <strong data-start="665" data-end="684">R. Limb Schnoor</strong> como <strong data-start="690" data-end="712">produtor executivo</strong>, e o time ainda envolve nomes como <strong data-start="748" data-end="770">Dominique Leurquin</strong> (guitarras), <strong data-start="784" data-end="802">Johannes Monno</strong> (violão clássico) e <strong data-start="823" data-end="843">Manuel Staropoli</strong> (flautas barrocas), além dos coros comandados por cantores como <strong data-start="908" data-end="925">Bridget Fogle</strong>, <strong data-start="927" data-end="943">Cinzia Rizzo</strong>, <strong data-start="945" data-end="964">Oliver Hartmann</strong> e <strong data-start="967" data-end="991">Robert Hunecke-Rizzo</strong>. Em faixas de destaque como <strong data-start="1020" data-end="1045">“Knightrider Of Doom”</strong>, <strong data-start="1047" data-end="1077">“Power Of The Dragonflame”</strong>, <strong data-start="1079" data-end="1113">“The March Of The Swordmaster”</strong> e <strong data-start="1116" data-end="1136">“Lamento Eroico”</strong>, essa combinação de composição, arranjo e trabalho de estúdio permite à banda empilhar coros, orquestra, narrativas e riffs velozes sem perder a clareza do conjunto, coroando a primeira grande fase da “cinematografia” sonora do grupo.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2003 – Kamelot – Epica</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-11" data-testid="conversation-turn-34" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1149">Primeira parte da famosa saga conceitual do Kamelot, <em data-start="53" data-end="60">Epica</em> marca um ponto de virada na carreira da banda. Com produção de <strong data-start="124" data-end="140">Sascha Paeth</strong> – que assina como produtor, engenheiro, guitarrista, responsável pela mixagem e masterização – ao lado do próprio <strong data-start="255" data-end="266">Kamelot</strong> como compositor e artista principal, o álbum ainda conta com o brasileiro <strong data-start="341" data-end="361">Philip Colodetti</strong> como <strong data-start="367" data-end="399">engenheiro de som</strong>, além de <strong data-start="409" data-end="425">Casey Grillo</strong> (bateria e engenharia), <strong data-start="450" data-end="465">Glenn Barry</strong> (baixo), <strong data-start="475" data-end="496">Thomas Youngblood</strong> (guitarra e vocais de apoio), <strong data-start="527" data-end="545">Olaf Reitmeier</strong> (baixo acústico e engenharia), <strong data-start="577" data-end="593">Gunter Werno</strong> (teclados), participações de <strong data-start="623" data-end="639">Luca Turilli</strong> (guitarra), <strong data-start="652" data-end="672">Andre Neygenfind</strong> (contrabaixo), <strong data-start="688" data-end="712">Robert Hunecke-Rizzo</strong> (djembê e coro), as vozes adicionais de <strong data-start="753" data-end="761">Mari</strong> e o coro de <strong data-start="774" data-end="783">Annie</strong> e <strong data-start="786" data-end="802">Cinzia Rizzo</strong>, com arte de capa de <strong data-start="824" data-end="839">Derek Gores</strong> e design de layout de <strong data-start="862" data-end="879">Marisa Jacobi</strong>. Faixas como “Center Of The Universe”, “Farewell”, “The Edge Of Paradise”, “Wander” e “Descent Of The Archangel” exemplificam o casamento entre narrativa, melodias marcantes e arranjos sinfônicos que prepararia o terreno, pouco depois, para o clássico <em data-start="1132" data-end="1148">The Black Halo</em>.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4222" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-Epica-700x700.jpg" alt="Kamelot Epica" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-Epica-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-Epica-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-Epica.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2003 – Epica – The Phantom Agony</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1092">Disco de estreia do Epica, <em data-start="27" data-end="46">The Phantom Agony</em> é o “tijolo fundamental” da estética sinfônica da banda e tem seu núcleo técnico centrado em <strong data-start="148" data-end="164">Sascha Paeth</strong>, creditado como <strong data-start="181" data-end="232">produtor, engenheiro e responsável pela mixagem</strong>, ao lado de <strong data-start="245" data-end="263">Olaf Reitmeier</strong>, que atua como <strong data-start="279" data-end="302">engenheiro e editor</strong>, com participações em <strong data-start="325" data-end="344">violão acústico</strong>, e de <strong data-start="351" data-end="375">Robert Hunecke-Rizzo</strong>, encarregado dos <strong data-start="393" data-end="417">arranjos orquestrais</strong>. Do lado da própria banda, <strong data-start="445" data-end="460">Mark Jansen</strong> assina <strong data-start="468" data-end="492">arranjos orquestrais</strong>, guitarras, screams e até “animal sounds”, enquanto <strong data-start="545" data-end="562">Simone Simons</strong> aparece como <strong data-start="576" data-end="607">mezzo-soprano e membro fixo</strong>, em diálogo com as guitarras de <strong data-start="640" data-end="655">Ad Sluijter</strong> e o suporte sinfônico do <strong data-start="681" data-end="703">Symphony Of Voices</strong> e dos músicos de cordas convidados. Em faixas de destaque como <strong data-start="767" data-end="782">“Sensorium”</strong>, <strong data-start="784" data-end="806">“Cry For The Moon”</strong>, <strong data-start="808" data-end="819">“Feint”</strong> e a própria <strong data-start="832" data-end="855">“The Phantom Agony”</strong>, essa equipe técnica e criativa define a fórmula que marcaria o Epica: camadas de coros, orquestra completa, vocais líricos e guturais sobre uma base pesada, com Paeth e Reitmeier garantindo que cada elemento encontre seu espaço na mix.</p>
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<p><strong>2003 – Aina – Days Of Rising Doom – The Metal Opera</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1083">Metal opera idealizada como um grande projeto de estúdio, <em data-start="58" data-end="86">Aina – Days Of Rising Doom</em> tem seu núcleo técnico e criativo centrado em <strong data-start="133" data-end="149">Sascha Paeth</strong>, <strong data-start="151" data-end="175">Robert Hunecke-Rizzo</strong> e <strong data-start="178" data-end="199">Amanda Somerville</strong>: Sascha assina <strong data-start="215" data-end="289">arranjos, composição, engenharia de som, guitarras, mixagem e produção</strong>, enquanto Robert acumula funções de <strong data-start="326" data-end="418">produtor, arranjador, engenheiro, multi-instrumentista, programação, mix e orquestrações</strong>, e Amanda surge creditada como <strong data-start="450" data-end="465">compositora</strong> e peça-chave na construção da narrativa. A estrutura técnica se completa com <strong data-start="543" data-end="561">Olaf Reitmeier</strong> na <strong data-start="565" data-end="588">engenharia e edição</strong>, <strong data-start="590" data-end="609">Hans Van Vuuren</strong> na <strong data-start="613" data-end="649">produção executiva e coordenação</strong>, além de nomes de bastidor em edição, layout, ilustrações e traduções, formando uma equipe que trata cada faixa como um mini-filme em áudio: em “Revelations”, “Flight Of Torek”, “The Beast Within”, “Silver Maiden” e “Serendipity”, o trabalho de composição, arranjo e estúdio equilibra dezenas de vozes, coros, orquestra e banda em camadas, fazendo do álbum o verdadeiro “laboratório máximo” do estilo associado a Paeth e seu círculo.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4223" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Aina-700x700.jpg" alt="Aina" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Aina-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Aina-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Aina.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>Edguy, After Forever e a consolidação do som</strong></p>
<p><strong>2004 – After Forever – Invisible Circles</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-28" data-testid="conversation-turn-68" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1106">Em <em data-start="3" data-end="22">Invisible Circles</em>, o After Forever assume o comando artístico como <strong data-start="72" data-end="128">arranjador, compositor, produtor e artista principal</strong>, mas conta com um núcleo técnico de peso para dar forma ao conceito do álbum: <strong data-start="207" data-end="223">Hans Pieters</strong> responde pela <strong data-start="238" data-end="284">produção de áudio, engenharia e coprodução</strong>, enquanto <strong data-start="295" data-end="311">Sascha Paeth</strong> entra como <strong data-start="323" data-end="372">produtor de vocais e responsável pela mixagem</strong>, dividindo também esse trabalho com <strong data-start="409" data-end="427">Sander Gommans</strong>, que além de guitarrista, solista e vocalista de apoio assina parte da <strong data-start="499" data-end="510">mixagem</strong>. A base se completa com <strong data-start="535" data-end="554">Hans Van Vuuren</strong> como <strong data-start="560" data-end="582">produtor executivo</strong>, <strong data-start="584" data-end="605">Peter Van ’t Riet</strong> na <strong data-start="609" data-end="625">masterização</strong> e <strong data-start="628" data-end="644">Cees Kieboom</strong> encarregado de <strong data-start="660" data-end="706">arranjos de coro, teclados, piano e cordas</strong>, apoiado pelo uso de samples do <strong data-start="739" data-end="761">Symphony Of Voices</strong>. Nesse contexto, faixas como “Digital Deceit”, “Sins Of Idealism”, “Beautiful Emptiness” e “Eccentric” mostram como o time técnico e criativo trabalha em sintonia para destacar a voz de Floor Jansen, os coros e os diálogos narrados em meio a guitarras pesadas e atmosfera dramática, aproximando a banda de vez do universo sinfônico/progressivo.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2004 – Edguy – Hellfire Club</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-3" data-testid="conversation-turn-76" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="944">Em <em data-start="3" data-end="18">Hellfire Club</em>, o Edguy entra de vez na fase de som mais pesado, com cara de arena, e o bastidor técnico ajuda a explicar esse impacto: <strong data-start="140" data-end="156">Sascha Paeth</strong> aparece como responsável pela <strong data-start="187" data-end="199">gravação</strong>, ao lado de <strong data-start="212" data-end="230">Norman Meiritz</strong> e do assistente <strong data-start="247" data-end="267">Daniel Schindler</strong>, com <strong data-start="273" data-end="293">Michael Schubert</strong> cuidando da <strong data-start="306" data-end="331">gravação da orquestra</strong>, enquanto a <strong data-start="344" data-end="355">mixagem</strong> fica nas mãos de <strong data-start="373" data-end="390">Mikko Karmila</strong> e a <strong data-start="395" data-end="411">masterização</strong> com <strong data-start="416" data-end="432">Mika Jussila</strong>. As orquestrações levam a assinatura de <strong data-start="473" data-end="501">Michael “Miro” Rodenberg</strong>, e a identidade visual é construída por <strong data-start="542" data-end="561">Thomas Ewerhard</strong> e <strong data-start="564" data-end="588">Jean Pascal Fournier</strong>, em capa e layout. Em faixas como “Mysteria”, “King Of Fools”, “We Don’t Need A Hero”, “Lavatory Love Machine” e a longa “The Piper Never Dies”, dá para sentir o resultado direto dessa combinação: guitarras enormes, bateria cheia e refrães gigantes pensados para funcionar ao vivo, com a mix abrindo espaço para os backing vocals característicos da banda.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4224" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Edguy-–-Hellfire-Club.jpg" alt="Edguy – Hellfire Club" width="466" height="466" /></p>
<p><strong>2005 – Epica – Consign To Oblivion</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-4" data-testid="conversation-turn-78" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1281">Com produção dividida entre <strong data-start="28" data-end="44">Sascha Paeth</strong> e <strong data-start="47" data-end="65">Olaf Reitmeier</strong>, <em data-start="67" data-end="88">Consign To Oblivion</em> traz <strong data-start="94" data-end="103">Paeth</strong> como produtor e responsável pela mixagem, <strong data-start="146" data-end="159">Reitmeier</strong> na engenharia e também na produção, <strong data-start="196" data-end="204">Miro</strong> cuidando dos arranjos orquestrais e da engenharia em faixas chave, e o brasileiro <strong data-start="287" data-end="307">Philip Colodetti</strong> assinando simultaneamente <strong data-start="334" data-end="358">mixagem e engenharia</strong>, o que coloca o Epica em outro patamar de qualidade sonora e ajuda a fixar a banda como um dos grandes nomes do metal sinfônico mundial. A equipe técnica se completa com <strong data-start="529" data-end="548">Hans van Vuuren</strong> como produtor executivo e coordenador, <strong data-start="588" data-end="609">Peter van ’t Riet</strong> e <strong data-start="612" data-end="636">Sander van der Heide</strong> na masterização, <strong data-start="654" data-end="670">Hanz Martens</strong> na engenharia do piano de cauda, <strong data-start="704" data-end="720">Hans Pieters</strong> em funções de engenharia e produção em faixas bônus de reedições, além de <strong data-start="795" data-end="813">Jaap Toorenaar</strong> e <strong data-start="816" data-end="834">Gjalt Lucassen</strong> na tradução das letras em latim, e de <strong data-start="873" data-end="893">Carsten Drescher</strong> e <strong data-start="896" data-end="915">Gabor Nijenhuis</strong> na parte visual, com arte, conceito de capa, design e fotografia. Em faixas como “The Last Crusade (A New Age Dawns Parte I)”, “Solitary Ground”, “Quietus” e a faixa título “Consign To Oblivion”, o resultado desse trabalho conjunto aparece com clareza: coros, orquestra e vocais líricos e guturais convivem sobre uma base pesada, mas extremamente nítida e dinâmica.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2005 – Shaman – Reason</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-8" data-testid="conversation-turn-86" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1204">Segundo disco do Shaman, <em data-start="25" data-end="33">Reason</em> traz <strong data-start="39" data-end="55">Sascha Paeth</strong> à frente da parte técnica como <strong data-start="87" data-end="152">produtor, engenheiro, responsável pela mixagem e masterização</strong>, em parceria direta com o brasileiro <strong data-start="190" data-end="210">Philip Colodetti</strong>, que assina <strong data-start="223" data-end="264">engenharia, masterização e coprodução</strong>, ajudando a dar ao álbum um som mais sombrio e moderno que <em data-start="324" data-end="332">Ritual</em>, sem abrir mão do refinamento de arranjos vocais e dinâmica. O time se completa com <strong data-start="417" data-end="425">Miro</strong>, encarregado dos <strong data-start="443" data-end="494">arranjos e programações de teclados e orquestra</strong>, enquanto <strong data-start="505" data-end="522">Eduardo Souza</strong> rege a orquestra e contribui com <strong data-start="556" data-end="579">arranjos adicionais</strong>, apoiado por uma equipe ampla de engenheiros brasileiros formada por <strong data-start="649" data-end="668">Eduardo Avellar</strong>, <strong data-start="670" data-end="687">Evandro Lopes</strong>, <strong data-start="689" data-end="706">Glenn Zolotar</strong>, <strong data-start="708" data-end="727">Luizinho Mazzei</strong> e <strong data-start="730" data-end="748">Ricardo Nagata</strong>. Na parte visual, <strong data-start="767" data-end="783">Rodrigo Cruz</strong> e <strong data-start="786" data-end="801">Andre Matos</strong> dividem a <strong data-start="812" data-end="846">direção de arte, capa e design</strong>, reforçando o clima denso e introspectivo do disco. Em faixas como “Turn Away”, “Reason”, “Trail Of Tears”, “Innocence” e “Scarred Forever”, esse conjunto de produção, engenharia e arranjo se traduz em guitarras mais pesadas, uso de efeitos e ambientes mais escuros, sempre deixando espaço para melodias marcantes e interpretações emocionais de Andre Matos.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4225" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-2005-reason-700x700.png" alt="Shaman 2005 Reason" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-2005-reason-700x700.png 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-2005-reason-768x768.png 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/shaman-2005-reason.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2005 – Kamelot – The Black Halo</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="559">Talvez o ápice da era Roy Khan, <em data-start="32" data-end="48">The Black Halo</em> reúne um time de peso tanto na criação quanto na parte técnica: o Kamelot assina como compositor e artista principal, com <strong data-start="171" data-end="179">Khan</strong> nos vocais e <strong data-start="193" data-end="214">Thomas Youngblood</strong> como guitarrista, membro da banda e produtor executivo, ao lado de <strong data-start="282" data-end="298">Casey Grillo</strong> (bateria, engenharia de som, membro do grupo) e <strong data-start="347" data-end="362">Glenn Barry</strong> (baixo, membro do grupo), além de <strong data-start="397" data-end="417">Andre Neygenfind</strong> no contrabaixo. Na produção, <strong data-start="447" data-end="463">Sascha Paeth</strong> e <strong data-start="466" data-end="474">Miro</strong> produzem, gravam e mixam o álbum, com Sascha ainda creditado em produção de áudio, guitarra, mixagem e masterização, ao lado de <strong data-start="603" data-end="621">Olaf Reitmeier</strong> (engenharia e parte da mix), <strong data-start="651" data-end="665">Jim Morris</strong> (engenheiro), <strong data-start="680" data-end="697">Michael Tibes</strong> (masterização) e do brasileiro <strong data-start="729" data-end="749">Philip Colodetti</strong>, que assina como engenheiro de som e mastering, lapidando cada detalhe. Completam o elenco os convidados <strong data-start="875" data-end="887">Shagrath</strong>, <strong data-start="889" data-end="906">Simone Simons</strong>, <strong data-start="908" data-end="924">Cinzia Rizzo</strong> e <strong data-start="927" data-end="944">Thomas Rettke</strong>, que ajudaram a construir um som denso, teatral e extremamente detalhado: em faixas como “March Of Mephisto”, “The Haunting (Somewhere In Time)”, “Soul Society”, “This Pain” e “Memento Mori”, o time equilibra orquestrações cinematográficas, coros, vocais convidados e a base da banda com uma clareza e profundidade que se tornariam referência definitiva para o metal sinfônico.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4226" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-–-The-Black-Halo-700x700.jpg" alt="Kamelot – The Black Halo" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-–-The-Black-Halo-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-–-The-Black-Halo-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Kamelot-–-The-Black-Halo.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2006 – Edguy – Rocket Ride</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1036">Agora com <strong data-start="10" data-end="26">Sascha Paeth</strong> como <strong data-start="32" data-end="106">produtor, engenheiro, responsável por gravação, mixagem e masterização</strong>, o Edguy em <em data-start="119" data-end="132">Rocket Ride</em> se aproxima ainda mais de um hard/power com cara mainstream, sem perder peso. A parte técnica ainda conta com <strong data-start="243" data-end="263">Philip Colodetti</strong> em <strong data-start="267" data-end="292">gravação e engenharia</strong>, <strong data-start="294" data-end="312">Olaf Reitmeier</strong> na <strong data-start="316" data-end="340">engenharia adicional</strong>, <strong data-start="342" data-end="358">Axel Hermann</strong> na <strong data-start="362" data-end="378">arte de capa</strong>, <strong data-start="380" data-end="399">Thomas Ewerhard</strong> no <strong data-start="403" data-end="413">layout</strong> e <strong data-start="416" data-end="430">Alex Kuehr</strong> na <strong data-start="434" data-end="448">fotografia</strong>, enquanto o núcleo criativo da banda permanece com <strong data-start="500" data-end="517">Tobias Sammet</strong> em <strong data-start="521" data-end="552">vocais, letras e composição</strong>, <strong data-start="554" data-end="569">Jens Ludwig</strong> nas <strong data-start="574" data-end="606">guitarras solo e songwriting</strong> em faixas específicas, <strong data-start="630" data-end="644">Dirk Sauer</strong> nas <strong data-start="649" data-end="667">guitarras base</strong>, <strong data-start="669" data-end="692">Tobias “Eggi” Exxel</strong> no <strong data-start="696" data-end="705">baixo</strong> e <strong data-start="708" data-end="724">Felix Bohnke</strong> na <strong data-start="728" data-end="739">bateria</strong>. O resultado é um som encorpado, nítido e com pegada de arena, que ressalta a veia bem humorada do grupo em músicas como “Rocket Ride”, “Sacrifice”, “Superheroes”, “Matrix” e “Navigator”, todas com refrães colantes, guitarras cheias e uma bateria que empurra naturalmente as músicas para o palco.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>Andre solo, Epica em alta, Avantasia renascido</strong></div>
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<p><strong>2007 – Epica – The Divine Conspiracy</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="986">Produzido, gravado, mixado e masterizado por <strong data-start="45" data-end="61">Sascha Paeth</strong>, <em data-start="63" data-end="86">The Divine Conspiracy</em> é um divisor de águas na discografia do Epica, elevando a combinação de sinfônico com extremo a outro patamar. Paeth assume o comando técnico geral, com <strong data-start="240" data-end="258">Miro Rodenberg</strong> assinando os <strong data-start="272" data-end="296">arranjos orquestrais</strong>, <strong data-start="298" data-end="314">Hanz Martens</strong> na <strong data-start="318" data-end="350">engenharia do piano de cauda</strong>, <strong data-start="352" data-end="370">Olaf Reitmeier</strong>, <strong data-start="372" data-end="387">Ad Sluijter</strong> e <strong data-start="390" data-end="409">Simon Oberender</strong> em tarefas de <strong data-start="424" data-end="447">edição e engenharia</strong>, e <strong data-start="451" data-end="472">Amanda Somerville</strong> contribuindo com <strong data-start="490" data-end="520">engenharia e edição lírica</strong>, enquanto <strong data-start="531" data-end="549">Jaap Toorenaar</strong> e <strong data-start="552" data-end="570">Gjalt Lucassen</strong> cuidam das <strong data-start="582" data-end="608">traduções para o latim</strong>. A parte visual fica nas mãos de <strong data-start="642" data-end="659">Mattias Norén</strong>, responsável por direção de arte e design. Em faixas como “The Obsessive Devotion”, “Never Enough”, “Chasing The Dragon” e “The Divine Conspiracy”, o resultado desse time se traduz em coros massivos, orquestra com clima de cinema e guitarras muito pesadas, sempre organizadas em uma mix que não deixa nenhuma camada se perder.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2007 – Andre Matos – Time To Be Free</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="1002">Debut solo do maestro, <em data-start="23" data-end="40">Time To Be Free</em> é produzido por <strong data-start="57" data-end="66">Roy Z</strong> e <strong data-start="69" data-end="85">Sascha Paeth</strong>, com Sascha também responsável pela <strong data-start="122" data-end="133">mixagem</strong> e <strong data-start="136" data-end="144">Miro</strong> assinando a <strong data-start="157" data-end="173">masterização</strong>. Roy Z acumula funções de <strong data-start="200" data-end="250">produtor, engenheiro, assistência e supervisão</strong>, enquanto a pré produção fica a cargo de <strong data-start="292" data-end="309">Pit Passarell</strong>, e uma verdadeira tropa de engenheiros brasileiros e parceiros de estúdio entra em cena em funções adicionais e de assistência, como <strong data-start="443" data-end="456">Ale Souza</strong>, <strong data-start="458" data-end="474">Marcos Yukio</strong>, <strong data-start="476" data-end="495">Simon Oberender</strong>, <strong data-start="497" data-end="514">Hugo Mariutti</strong>, <strong data-start="516" data-end="537">Amanda Somerville</strong>, <strong data-start="539" data-end="556">Evandro Lopes</strong>, <strong data-start="558" data-end="578">Guilherme Canaes</strong>, <strong data-start="580" data-end="597">André Cortada</strong>, <strong data-start="599" data-end="616">Conrado Vidal</strong> e <strong data-start="619" data-end="637">Ronaldo Davini</strong>. O álbum une a linhagem Angra e Shaman a uma abordagem mais solta e autobiográfica, e em faixas como “Letting Go”, “Time To Be Free”, “Rio”, “How Long (Unleashed Away)” e “Endeavour” dá para perceber o cuidado de Sascha em abrir espaço para o piano e a voz de Andre sem sacrificar o peso das guitarras e da bateria, tudo amarrado pelo acabamento de master de Miro.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4212" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Andre-Matos.jpg" alt="Andre Matos" width="522" height="523" /></p>
<p><strong>2008 – Avantasia – The Scarecrow</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-14" data-testid="conversation-turn-98" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1043">Em <em data-start="3" data-end="18">The Scarecrow</em>, o Avantasia vive seu “renascimento” em grande escala com <strong data-start="77" data-end="94">Tobias Sammet</strong> e <strong data-start="97" data-end="113">Sascha Paeth</strong> na <strong data-start="117" data-end="129">produção</strong>, Tobias ainda como <strong data-start="149" data-end="229">vocalista, baixista, compositor principal e tecladista em faixas específicas</strong>, e Paeth acumulando <strong data-start="250" data-end="299">mixagem, masterização e guitarras base e solo</strong>, enquanto <strong data-start="310" data-end="338">Michael “Miro” Rodenberg</strong> assina <strong data-start="346" data-end="388">masterização, teclados e orquestrações</strong> em várias músicas, dando ao disco o acabamento épico que o consagrou. A engenharia de som ganha reforço de <strong data-start="496" data-end="514">Olaf Reitmeier</strong> e <strong data-start="517" data-end="536">Simon Oberender</strong> em sessões adicionais, com <strong data-start="564" data-end="583">Thomas Ewerhard</strong> responsável por capa e layout, <strong data-start="615" data-end="629">Alex Kuehr</strong> na fotografia e <strong data-start="646" data-end="661">Makoto Wada</strong> nos textos de encarte. Em faixas como “Twisted Mind”, “The Scarecrow”, “Shelter From The Rain”, “Cry Just A Little” e “Lost In Space”, tudo é pensado para arenas: vocais múltiplos, camadas de coros, riffs marcantes e uma ambiência grandiosa que acabou rendendo inclusive prêmio da associação de engenheiros de som alemã a Paeth e definiu o padrão sonoro do Avantasia a partir dali.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4215" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Avantasia-–-The-Scarecrow-700x700.jpg" alt="Avantasia – The Scarecrow" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Avantasia-–-The-Scarecrow-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Avantasia-–-The-Scarecrow-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Avantasia-–-The-Scarecrow.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>2009 – Epica – Design Your Universe</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-22" data-testid="conversation-turn-114" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1648">Produzido, gravado e mixado por <strong data-start="32" data-end="48">Sascha Paeth</strong>, <em data-start="50" data-end="72">Design Your Universe</em> é frequentemente citado como um dos trabalhos mais impressionantes do Epica em termos de peso e clareza, com <strong data-start="182" data-end="200">Miro Rodenberg</strong> cuidando da masterização e dos arranjos orquestrais na maior parte das faixas e formando o eixo central da parte técnica. Paeth ainda assina letras ao lado de <strong data-start="360" data-end="381">Amanda Somerville</strong>, que também contribui em edição e engenharia, enquanto <strong data-start="437" data-end="455">Olaf Reitmeier</strong> e <strong data-start="458" data-end="477">Simon Oberender</strong> reforçam a equipe em edição e engenharia, com <strong data-start="524" data-end="537">Yves Huts</strong>, <strong data-start="539" data-end="562">Joost van den Broek</strong> e <strong data-start="565" data-end="583">Isaac Delahaye</strong> respondendo, respectivamente, pela captação de baixo, piano e guitarras. As traduções de letras em latim ficam a cargo de <strong data-start="706" data-end="724">Jaap Toorenaar</strong> e <strong data-start="727" data-end="745">Gjalt Lucassen</strong>, os arranjos orquestrais de “Tides Of Time” contam com participação de <strong data-start="817" data-end="832">Brian Reese</strong>, e o coro é regido por <strong data-start="856" data-end="872">Coen Janssen</strong>, enquanto a identidade visual leva a assinatura de <strong data-start="924" data-end="944">Stefan Heilemann</strong> em arte, capa, direção de arte, design e fotografia, com registros adicionais de imagem feitos por <strong data-start="1044" data-end="1061">Simone Simons</strong>. Sobre essa base técnica se desenrola um repertório que vai do prelúdio “Samadhi” a peças centrais como “Resign To Surrender (A New Age Dawns Part IV)”, “Unleashed”, “Martyr Of The Free Word”, “Kingdom Of Heaven (A New Age Dawns Part V)” e a faixa título “Design Your Universe (A New Age Dawns Part VI)”, além de momentos como “Our Destiny”, “Burn To A Cinder”, “Tides Of Time”, “Semblance Of Liberty” e “White Waters”, onde riffs extremos, vocais guturais e líricos, coros e orquestra são empilhados sem que a mix perca definição, mantendo o som pesado, nítido e extremamente dinâmico.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2009 – Andre Matos – Mentalize</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="1194">Segundo álbum solo de Andre, <em data-start="29" data-end="40">Mentalize</em> traz <strong data-start="46" data-end="62">Sascha Paeth</strong> como <strong data-start="68" data-end="119">produtor, engenheiro e responsável pela mixagem</strong>, com <strong data-start="125" data-end="143">Miro Rodenberg</strong> cuidando da <strong data-start="156" data-end="172">masterização</strong> e dos <strong data-start="179" data-end="221">arranjos de coro, orquestra e teclados</strong>, reforçando a parceria que já vinha dos trabalhos anteriores. A base técnica ainda conta com <strong data-start="315" data-end="332">Fabio Ribeiro</strong>, <strong data-start="334" data-end="351">Hugo Mariutti</strong> e <strong data-start="354" data-end="367">Ale Souza</strong> na <strong data-start="371" data-end="400">pré produção e engenharia</strong>, além de <strong data-start="410" data-end="430">Adonias Souza Jr</strong>, <strong data-start="432" data-end="449">André Cortada</strong>, <strong data-start="451" data-end="467">Marcos Yukio</strong> e <strong data-start="470" data-end="489">Simon Oberender</strong> em funções de <strong data-start="504" data-end="525">engenharia de som</strong>, com <strong data-start="531" data-end="549">Ronaldo Davini</strong> na <strong data-start="553" data-end="582">assistência de engenharia</strong>. <strong data-start="584" data-end="605">Amanda Somerville</strong> contribui na <strong data-start="619" data-end="646">engenharia e nas letras</strong>, enquanto <strong data-start="657" data-end="670">Corciolli</strong> aparece como <strong data-start="684" data-end="751">coprodutor e responsável, ao lado do próprio Andre, pelo design</strong>, e <strong data-start="755" data-end="772">Derian Fleury</strong> assina <strong data-start="780" data-end="797">arte e design</strong>. O resultado é um disco mais direto e pesado, com guitarras mais secas e uma pegada moderna, mas ainda muito cuidadoso nos arranjos vocais e na dinâmica. Em faixas como “Leading On!”, “I Will Return”, “Mentalize”, “Back To You” e “Violence”, esse time técnico sustenta um Andre mais agressivo em vários momentos, sem abrir mão da clareza e do refinamento que marcam a assinatura de Sascha e Miro.</p>
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<p><strong>2010 – Avantasia – The Wicked Symphony e Angel Of Babylon</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-18" data-testid="conversation-turn-106" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1067">Parte da chamada “Wicked Trilogy”, <em data-start="35" data-end="56">The Wicked Symphony</em> e <em data-start="59" data-end="77">Angel Of Babylon</em> contam com <strong data-start="89" data-end="106">Tobias Sammet</strong> e <strong data-start="109" data-end="125">Sascha Paeth</strong> na <strong data-start="129" data-end="141">produção</strong>, com Paeth ainda responsável pela <strong data-start="176" data-end="187">mixagem</strong>, enquanto <strong data-start="198" data-end="226">Michael “Miro” Rodenberg</strong> assina a <strong data-start="236" data-end="252">masterização</strong> e segue como espinha dorsal de teclados e orquestrações. A engenharia de som ganha reforço de <strong data-start="347" data-end="365">Olaf Reitmeier</strong> e <strong data-start="368" data-end="387">Simon Oberender</strong> em sessões adicionais, e a parte visual fica nas mãos de <strong data-start="445" data-end="464">Thomas Ewerhard</strong>, em capa e layout, com <strong data-start="488" data-end="502">Alex Kuehr</strong> na fotografia. Em <em data-start="521" data-end="542">The Wicked Symphony</em>, faixas como “The Wicked Symphony”, “Wastelands”, “Scales Of Justice” e “Dying For An Angel” mostram o lado mais grandioso e melódico do projeto, com camadas de vozes e arranjos sinfônicos tratados em estúdio para soar como uma grande ópera de arena. Já em <em data-start="800" data-end="818">Angel Of Babylon</em>, músicas como “Angel Of Babylon”, “Stargazers”, “Death Is Just A Feeling” e “Promised Land” reforçam a ideia de metal opera em escala cinematográfica, com a dupla Sammet e Paeth mantendo tudo coeso na produção apesar do elenco enorme de convidados.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2010 – Kamelot – Poetry For The Poisoned</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-11" data-testid="conversation-turn-92" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1186">Produzido por <strong data-start="14" data-end="30">Sascha Paeth</strong> e <strong data-start="33" data-end="41">Miro</strong>, <em data-start="43" data-end="68">Poetry For The Poisoned</em> mostra o Kamelot em sua fase mais sombria e experimental, com Paeth assinando <strong data-start="147" data-end="215">produção, gravação, mixagem, masterização e guitarras adicionais</strong> e Miro acumulando <strong data-start="234" data-end="295">produção, engenharia, teclados adicionais e orquestrações</strong>, ao lado de <strong data-start="308" data-end="320">Roy Khan</strong>, que também aparece creditado como produtor. A equipe técnica e artística se completa com um time de vozes de apoio e convidados, como <strong data-start="456" data-end="480">Robert Hunecke Rizzo</strong>, <strong data-start="482" data-end="501">Simon Oberender</strong>, <strong data-start="503" data-end="520">Thomas Rettke</strong>, <strong data-start="522" data-end="543">Amanda Somerville</strong>, <strong data-start="545" data-end="560">Cloudy Yang</strong> e participações especiais de <strong data-start="590" data-end="603">Jon Oliva</strong>, <strong data-start="605" data-end="615">Gus G.</strong>, <strong data-start="617" data-end="640">Bjorn “Speed” Strid</strong>, <strong data-start="642" data-end="659">Chanty Wunder</strong> e <strong data-start="662" data-end="679">Simone Simons</strong>, enquanto a parte visual fica por conta de <strong data-start="723" data-end="742">Seth Siro Anton</strong> na capa e artes, com trabalhos adicionais de <strong data-start="788" data-end="812">Michał “Xaay” Loranc</strong>, <strong data-start="814" data-end="830">Natalie Shau</strong>, <strong data-start="832" data-end="853">Alexandra Dekimpe</strong> e <strong data-start="856" data-end="877">Rachel Youngblood</strong>. O resultado é um álbum que explora climas quase góticos e progressivos em faixas como “The Great Pandemonium”, “If Tomorrow Came”, “House On A Hill”, “Hunter’s Season” e a suíte “Poetry For The Poisoned”, sempre com a produção equilibrando texturas atmosféricas, peso e a interpretação dramática dos vocais.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>Kamelot 2.0, Avantasia em arenas, nova vaga sinfônica</strong></div>
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<p><strong>2012 – Kamelot – Silverthorn</strong></p>
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<p data-start="0" data-end="1188">Primeiro álbum com Tommy Karevik nos vocais, <em data-start="45" data-end="58">Silverthorn</em> é produzido por <strong data-start="75" data-end="91">Sascha Paeth</strong> e <strong data-start="94" data-end="102">Miro</strong>, que assumem a <strong data-start="118" data-end="152">produção, engenharia e mixagem</strong> e garantem a continuidade do padrão sonoro da era Roy Khan com uma nova voz à frente. Paeth ainda contribui com <strong data-start="265" data-end="289">guitarras adicionais</strong> e vocais agressivos em “Sacrimony (Angel Of Afterlife)”, enquanto Miro assina <strong data-start="368" data-end="396">teclados e orquestrações</strong> em faixas como “Sacrimony (Angel Of Afterlife)”, “Ashes To Ashes”, “Torn”, “Veritas” e “Falling Like The Fahrenheit”. A equipe técnica inclui <strong data-start="539" data-end="558">Simon Oberender</strong> em <strong data-start="562" data-end="591">masterização e engenharia</strong>, <strong data-start="593" data-end="611">Olaf Reitmeier</strong>, <strong data-start="613" data-end="627">Jim Morris</strong>, <strong data-start="629" data-end="650">Michelle Holtkamp</strong> e <strong data-start="653" data-end="670">Johan Larsson</strong> na <strong data-start="674" data-end="695">engenharia de som</strong>, <strong data-start="697" data-end="715">Kai Schumacher</strong> na <strong data-start="719" data-end="753">produção e gravação das cordas</strong> em algumas faixas, <strong data-start="773" data-end="789">Luca Turilli</strong> como consultor de latim e <strong data-start="816" data-end="837">Amanda Somerville</strong> na <strong data-start="841" data-end="864">história conceitual</strong>, com <strong data-start="870" data-end="890">Stefan Heilemann</strong> assinando a capa. Em músicas como “Sacrimony (Angel Of Afterlife)”, “Ashes To Ashes”, “Song For Jolee” e “Falling Like The Fahrenheit”, o resultado desse time aparece em guitarras afiadas, orquestrações ricas e uma mix consistente, que sustenta o clima sombrio e dramático da nova fase do Kamelot.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2013 – Avantasia – The Mystery Of Time</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="1376">Álbum conceitual que consagra o Avantasia como banda de turnê mundial, <em data-start="71" data-end="92">The Mystery Of Time</em> é produzido por <strong data-start="109" data-end="126">Tobias Sammet</strong> e <strong data-start="129" data-end="145">Sascha Paeth</strong>, com Paeth ainda assinando <strong data-start="173" data-end="209">gravação, mixagem e masterização</strong>, enquanto <strong data-start="220" data-end="238">Miro Rodenberg</strong> cuida da <strong data-start="248" data-end="264">masterização</strong> e segue no centro dos arranjos sinfônicos. As sessões de estúdio se espalham por vários locais, com <strong data-start="365" data-end="382">Ole Reitmeier</strong> e <strong data-start="385" data-end="404">Simon Oberender</strong> em gravações adicionais, <strong data-start="430" data-end="444">Matt Cohen</strong>, <strong data-start="446" data-end="461">Ben Hampson</strong>, <strong data-start="463" data-end="479">Jacob Hansen</strong>, <strong data-start="481" data-end="496">Sheena Sear</strong>, <strong data-start="498" data-end="517">Tom Lewandowski</strong> e <strong data-start="520" data-end="539">Jeremy Rubolino</strong> registrando, respectivamente, vocais de convidados como Eric Martin, Biff Byford, Ronnie Atkins, Bob Catley, Joe Lynn Turner e as guitarras de Bruce Kulick. A orquestra é conduzida por <strong data-start="725" data-end="742">Günter Joseck</strong>, enquanto a identidade visual combina a arte de capa criada por <strong data-start="807" data-end="826">Rodney Matthews</strong>, o design e layout de <strong data-start="849" data-end="868">Thomas Ewerhard</strong> e as fotos de <strong data-start="883" data-end="897">Alex Kuehr</strong> e <strong data-start="900" data-end="917">Friso Gentsch</strong>. Sobre essa base técnica e artística se desenrolam faixas como “Spectres”, “The Watchmakers’ Dream”, “Black Orchid”, “Where Clock Hands Freeze”, “Sleepwalking”, “Savior In The Clockwork”, “Invoke The Machine”, “What’s Left Of Me”, “Dweller In A Dream” e “The Great Mystery”, em que Sammet e Paeth equilibram dezenas de vozes, camadas instrumentais e orquestrais sem perder o foco nas melodias centrais, reforçando o caráter teatral e cinematográfico da obra.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2015 – Beyond The Black – Songs Of Love And Death</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-23" data-testid="conversation-turn-116" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="969">Debut da banda alemã de metal sinfônico moderno, <em data-start="49" data-end="74">Songs Of Love And Death</em> tem sua base sonora construída por <strong data-start="110" data-end="125">Hardy Krech</strong> e <strong data-start="128" data-end="143">Mark Nissen</strong>, que produzem, gravam e mixam a maior parte das faixas, com participações de <strong data-start="221" data-end="243">Thorsten Brötzmann</strong> e <strong data-start="246" data-end="260">Ivo Moring</strong> em temas mais voltados ao pop, enquanto <strong data-start="301" data-end="317">Sascha Paeth</strong> entra como produtor em “Songs Of Love And Death”, “Lost In Forever”, “Love Me Forever” e “Running To The Edge”, trazendo seu know how para aproximar o som do mainstream sem perder peso nem clareza, e <strong data-start="518" data-end="546">Michael “Miro” Rodenberg</strong> assina a masterização que amarra tudo em um mesmo padrão de impacto. O resultado aparece em músicas como “In The Shadows”, “Songs Of Love And Death”, “Unbroken”, “When Angels Fall” e “Running To The Edge”, que combinam refrães radiofônicos, letras com foco emocional e arranjos sinfônicos envolventes, dando à estreia do grupo um acabamento de alto nível, com cara de grande lançamento internacional desde o primeiro play.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2016 – Avantasia – Ghostlights</strong></div>
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<p>Mais um capítulo da parceria Sammet/Paeth/Miro, com produção de Sascha e arranjos sinfônicos de Miro em um disco claramente pensado para grandes palcos e festivais. Faixas como “Mystery Of A Blood Red Rose”, “Ghostlights”, “Draconian Love”, “Master Of The Pendulum” e “Let The Storm Descend Upon You” exploram diferentes vertentes do metal melódico, sempre com a mesma assinatura de mix expansiva e cinematográfica.</p>
<p><strong>2016 – Beyond The Black – Lost In Forever</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-24" data-testid="conversation-turn-118" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1345">Em <em data-start="3" data-end="20">Lost In Forever</em>, <em data-start="22" data-end="40">Beyond The Black</em> dá um passo além na consolidação do nome dentro da nova geração sinfônica, com <strong data-start="120" data-end="136">Sascha Paeth</strong> atuando como <strong data-start="150" data-end="200">produtor, engenheiro, responsável pela mixagem</strong> e ainda coautor em faixas como “Beautiful Lies”, “Against The World” e “Beyond The Mirror”, assinando também letra em “Against The World”. Ele se soma ao núcleo formado por <strong data-start="374" data-end="389">Hardy Krech</strong>, <strong data-start="391" data-end="406">Mark Nissen</strong> e <strong data-start="409" data-end="425">Hannes Braun</strong>, que produzem, gravam, mixam e compõem boa parte do repertório, enquanto <strong data-start="499" data-end="521">Thorsten Brötzmann</strong> e <strong data-start="524" data-end="538">Ivo Moring</strong> assumem a produção de temas de apelo mais pop e radiofônico, dividindo composição e letras em várias faixas. A masterização fica a cargo de <strong data-start="679" data-end="703">Sascha “Busy” Bühren</strong>, o design é assinado pela <strong data-start="730" data-end="744">Buntmetall</strong> e a fotografia por <strong data-start="764" data-end="782">Christian Barz</strong>, com letras e composições ainda reforçadas por nomes como <strong data-start="841" data-end="857">Lukas Hainer</strong>, <strong data-start="859" data-end="875">Anna Brunner</strong>, <strong data-start="877" data-end="891">Ande Braun</strong>, <strong data-start="893" data-end="914">Andreas Schnitzer</strong>, <strong data-start="916" data-end="930">Jim Müller</strong>, <strong data-start="932" data-end="949">Steffen Haile</strong>, <strong data-start="951" data-end="964">Dave Roth</strong> e <strong data-start="967" data-end="984">Charlie Mason</strong>; <strong data-start="986" data-end="1004">Miro Rodenberg</strong> ainda aparece nos teclados de “Beyond The Mirror”. O resultado se traduz em faixas como “Lost In Forever”, “Beautiful Lies”, “Shine And Shade”, “Against The World” e “Beyond The Mirror”, que reforçam a combinação de peso moderado, refrães fortes e um verniz moderno de produção que coloca a banda no eixo principal do metal sinfônico atual.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4227" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Beyond-The-Black-–-Lost-In-Forever.jpg" alt="Beyond The Black – Lost In Forever" width="512" height="512" /></p>
<p><strong>Seven Spires, novos nomes e continuidade</strong></p>
<p><strong>2017 – Seven Spires – Solveig</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-1" data-testid="conversation-turn-72" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="1036">Álbum conceitual de metal teatral, <em data-start="35" data-end="44">Solveig</em> tem sua sonoridade moldada por um núcleo técnico bem definido: <strong data-start="108" data-end="126">Miro Rodenberg</strong> e <strong data-start="129" data-end="145">Sascha Paeth</strong> assinam a <strong data-start="156" data-end="182">mixagem e masterização</strong>, com Sascha ainda creditado pela <strong data-start="216" data-end="238">gravação de vocais</strong> na faixa 10, enquanto <strong data-start="261" data-end="275">Jack Kosto</strong> aparece como <strong data-start="289" data-end="347">produtor, engenheiro de guitarras e baixo e compositor</strong> em várias músicas, ao lado de <strong data-start="378" data-end="396">Adrienne Cowan</strong>, que também assume a <strong data-start="418" data-end="453">produção e engenharia de vocais</strong>, e de <strong data-start="460" data-end="478">Peter de Reyna</strong>, responsável pela <strong data-start="497" data-end="532">engenharia de guitarras e baixo</strong>. A parte visual fica nas mãos da <strong data-start="566" data-end="591">Black Ray Photography</strong>, que cuida de arte, design e fotos. Musicalmente, <em data-start="642" data-end="651">Solveig</em> alterna interlúdios e canções completas, com destaques como “The Cabaret Of Dreams”, “Choices”, “Closure”, “100 Days”, “Distant Lights” e “Burn”, em que o trabalho de mix da dupla Miro e Sascha mantém o equilíbrio entre vocais extremos, passagens líricas, teclados e guitarras em um clima quase de musical, exatamente como a banda costuma creditar ao “gênio de mix e master” da dupla.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2018 – Kamelot – The Shadow Theory</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-13" data-testid="conversation-turn-96" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="966" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Produzido, gravado e mixado por <strong data-start="32" data-end="48">Sascha Paeth</strong>, <em data-start="50" data-end="69">The Shadow Theory</em> mantém a linha moderna iniciada em <em data-start="105" data-end="118">Silverthorn</em> e <em data-start="121" data-end="128">Haven</em>, agora com timbres claramente atualizados para a era do streaming e uma pitada mais eletrônica e industrial em vários momentos. A masterização fica a cargo de <strong data-start="288" data-end="304">Jacob Hansen</strong>, enquanto <strong data-start="315" data-end="333">Miro Rodenberg</strong>, <strong data-start="335" data-end="351">Arne Wiegand</strong>, <strong data-start="353" data-end="371">Olaf Reitmeier</strong>, <strong data-start="373" data-end="394">Thomas Youngblood</strong>, <strong data-start="396" data-end="414">Oliver Palotai</strong> e <strong data-start="417" data-end="432">Logan Mader</strong> contribuem em funções de <strong data-start="458" data-end="492">engenharia e edição adicionais</strong>, refinando guitarras, teclados, bases e texturas eletrônicas. A identidade visual é assinada por <strong data-start="590" data-end="610">Stefan Heilemann</strong> nas artes e por <strong data-start="627" data-end="643">Tim Tronckoe</strong> na fotografia. Em faixas como “Phantom Divine (Shadow Empire)”, “RavenLight”, “Amnesiac”, “Kevlar Skin” e “Stories Unheard”, esse time técnico sustenta um Kamelot mais eletrônico e industrial em alguns trechos, mas ainda ancorado no refinamento sinfônico e dramático que caracteriza a parceria entre Paeth, Miro e a banda.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2019 – Avantasia – Moonglow</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="1055">Em <em data-start="3" data-end="13">Moonglow</em>, Tobias Sammet, Sascha Paeth e Michael “Miro” Rodenberg seguem à risca a fórmula da metal opera grandiosa, agora com um time técnico igualmente robusto: <strong data-start="167" data-end="177">Tobias</strong> e <strong data-start="180" data-end="190">Sascha</strong> assinam a <strong data-start="201" data-end="213">produção</strong>, com Paeth ainda responsável pela <strong data-start="248" data-end="259">mixagem</strong>, enquanto <strong data-start="270" data-end="291">Michael Rodenberg</strong> cuida da <strong data-start="301" data-end="317">masterização</strong>, garantindo o acabamento épico do álbum. A engenharia de som é reforçada por uma série de nomes em sessões adicionais, como <strong data-start="442" data-end="458">Jacob Hansen</strong>, <strong data-start="460" data-end="476">Jon Arbuckle</strong>, <strong data-start="478" data-end="492">Marc Görtz</strong>, <strong data-start="494" data-end="508">Matt Cohen</strong>, <strong data-start="510" data-end="527">Ole Reitmeier</strong>, <strong data-start="529" data-end="544">Sheena Sear</strong> e <strong data-start="547" data-end="564">Thomas Geiger</strong>, ajudando a registrar e lapidar as diferentes camadas de instrumentos e vozes. A parte visual fica nas mãos de <strong data-start="676" data-end="697">Alexander Jansson</strong>, responsável por capa e arte, e de <strong data-start="733" data-end="752">Thomas Ewerhard</strong>, no design. O resultado aparece em cheio em músicas como “Ghost In The Moon”, “Moonglow”, “The Raven Child”, “Lavender” e “Requiem For A Dream”, que entregam tudo que o fã espera: clima cinematográfico, grandes refrães, arranjos orquestrais ricos e uma mix aberta, pensada para soar gigantesca ao vivo.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2019 – Sascha Paeth’s Masters Of Ceremony – Signs Of Wings</strong></div>
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<p data-start="0" data-end="843">Projeto próprio de Sascha, <em data-start="27" data-end="43">Signs Of Wings</em> funciona quase como um cartão de visitas definitivo do que ele gosta de fazer quando está no comando total do som: <strong data-start="159" data-end="175">Sascha Paeth</strong> assina <strong data-start="183" data-end="231">produção, engenharia, mixagem e masterização</strong>, com <strong data-start="237" data-end="245">Miro</strong> reforçando a etapa de <strong data-start="268" data-end="278">master</strong>, enquanto a parte visual fica nas mãos de <strong data-start="321" data-end="343">Alan Penn Berkeley</strong> (capa, arte e layout), <strong data-start="367" data-end="383">Emilie Paeth</strong> (design) e <strong data-start="395" data-end="410">Martin Huch</strong> (fotografia. Musicalmente, faixas como “The Time Has Come”, “Die Just A Little”, “Radar”, “Where Would It Be”, “My Anarchy”, “Wide Awake”, “The Path”, “Sick”, “Weight Of The World”, “Bound In Vertigo” e “Signs Of Wings” misturam hard, power e pitadas de prog com a mesma precisão de timbres, equilíbrio de camadas e impacto que Sascha aplica nos discos de outros artistas, mas aqui inteiramente a serviço da própria visão artística.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>2020 – Seven Spires – Emerald Seas</strong></div>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-2" data-testid="conversation-turn-74" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="858">Segundo álbum da banda norte americana, <em data-start="40" data-end="54">Emerald Seas</em> traz novamente <strong data-start="70" data-end="86">Sascha Paeth</strong> responsável pela <strong data-start="104" data-end="115">mixagem</strong> e <strong data-start="118" data-end="136">Miro Rodenberg</strong> pela <strong data-start="142" data-end="158">masterização</strong>, reforçando a dupla como referência também para a geração mais nova do metal progressivo e sinfônico de pegada teatral. A equipe técnica se completa com <strong data-start="312" data-end="326">Jack Kosto</strong>, que assina <strong data-start="339" data-end="393">produção e engenharia de guitarras, baixo e vocais</strong>, <strong data-start="395" data-end="418">Anthony Lusk Simone</strong> na <strong data-start="422" data-end="447">engenharia de bateria</strong>, a arte de capa de <strong data-start="467" data-end="485">Junki Sakuraba</strong> e o trabalho visual adicional da <strong data-start="519" data-end="544">Black Ray Photography</strong>, em arte e design. Em faixas como “Ghost Of A Dream”, “Every Crest”, “Succumb”, “Drowner Of Worlds” e “Emerald Seas Overture”, essa combinação de produção e engenharia equilibra narrativas épicas, vocais versáteis e uma base instrumental cheia de detalhes, mas sempre coesa e fácil de acompanhar.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4228" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Seven-Spires-–-Emerald-Seas-700x700.jpg" alt="Seven Spires – Emerald Seas" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Seven-Spires-–-Emerald-Seas-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Seven-Spires-–-Emerald-Seas-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Seven-Spires-–-Emerald-Seas.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><strong>Nova fase e retornos</strong></p>
<p><strong>2022 – Shaman – Rescue</strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-10" data-testid="conversation-turn-90" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="0" data-end="768">Retorno ao universo Shaman, <em data-start="28" data-end="36">Rescue</em> traz <strong data-start="42" data-end="58">Sascha Paeth</strong> novamente no comando da parte técnica, assinando <strong data-start="108" data-end="154">produção, gravação, mixagem e masterização</strong>, além de participar como músico e reconectar diretamente o som da banda ao legado de <em data-start="240" data-end="248">Ritual</em> em plena década de 2020. A engenharia de áudio é reforçada por <strong data-start="312" data-end="330">Conrado Ruther</strong>, <strong data-start="332" data-end="352">Guilherme Canaes</strong>, <strong data-start="354" data-end="371">Hugo Mariutti</strong>, <strong data-start="373" data-end="393">Rodrigo Oliveira</strong> e <strong data-start="396" data-end="414">Pedro Migliari</strong> em gravações adicionais, enquanto a identidade visual fica a cargo de <strong data-start="485" data-end="501">Carlos Fides</strong>, responsável pela arte. Em faixas como “Time Is Running Out”, “The I Inside”, “Where Are You Now?”, “Gone Too Soon” e “Brand New Me”, esse time entrega uma produção que combina som moderno, pesado e brilhante com o clima emocional e épico que sempre marcou o Shaman.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4229" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Shaman-–-Rescue.jpg" alt="Shaman – Rescue" width="500" height="500" /></p>
<p data-start="0" data-end="42"><strong data-start="0" data-end="40">2025 – Avantasia – <em data-start="21" data-end="38">Here Be Dragons</em></strong></p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-692de97e-caa0-8326-b24c-19025525d326-9" data-testid="conversation-turn-30" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="44" data-end="932">Décimo álbum de estúdio do Avantasia, <em data-start="82" data-end="99">Here Be Dragons</em> representa a fase mais recente da parceria Tobias Sammet / Sascha Paeth / Miro, com produção grandiosa, foco em refrães de arena e o metal opera já totalmente consolidado. Produzido por Sammet e Paeth, com Miro nas orquestrações e teclados, o disco mistura power metal, hard melódico e sinfônico, reunindo lendas e novos nomes em faixas que parecem pensadas para grandes palcos. Destaques ficam para a abertura teatral <strong data-start="519" data-end="534">“Creepshow”</strong>, a épica faixa-título <strong data-start="557" data-end="578">“Here Be Dragons”</strong>, o power melodioso de <strong data-start="646" data-end="677">“The Moorlands At Twilight”</strong>, o clima kamelotiano de <strong data-start="702" data-end="717">“The Witch”</strong>, o apelo imediato de <strong data-start="739" data-end="761">“Against The Wind”</strong> e o encerramento emotivo de <strong data-start="790" data-end="826">“Everybody’s Here Until The End”</strong>, onde a produção de Paeth e as camadas orquestrais de Miro amarram todas as pontas do universo Avantasia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-399" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/01/avantasiaherebedragons1-600x600.jpg" alt="Avantasiaherebedragons1" width="600" height="600" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/01/avantasiaherebedragons1-600x600.jpg 600w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/01/avantasiaherebedragons1-400x400.jpg 400w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/01/avantasiaherebedragons1.jpg 638w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
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		<title>RESENHA DE SHOW &#8211; Avantasia transforma o Vibra São Paulo em ópera metal e Tobias Sammet crava: “Aqui é tudo 100% ao vivo, sem backing track, sem playback e sem VS”</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/resenha-de-show-avantasia-transforma-o-vibra-sao-paulo-em-opera-metal-e-tobias-sammet-crava-aqui-e-tudo-100-ao-vivo-sem-backing-track-sem-playback-e-sem-vs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 18:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto por Thiago Rahal Mauro Fotos: Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line Turnê do álbum “Here Be Dragons” reúne vocalistas do calibre de Tobias Sammet, Ronnie Atkins, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto por Thiago Rahal Mauro</strong><br />
<strong>Fotos</strong>: <strong>Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line</strong></p>
<div id="attachment_4184" style="width: 885px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4184" class="size-medium wp-image-4184" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-99-edit-875x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 99 Edit" width="875" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-99-edit-875x700.jpg 875w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-99-edit-768x614.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-99-edit-1536x1229.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-99-edit.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 875px) 100vw, 875px" /><p id="caption-attachment-4184" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p><em>Turnê do álbum “Here Be Dragons” reúne vocalistas do calibre de Tobias Sammet, Ronnie Atkins, Tommy Karevik, Herbie Langhans, Kenny Leckremo, Adrienne Cowan e Chiara Tricarico em noite longa, teatral e carregada de hits na capital paulista.</em></p>
<p>O Vibra São Paulo virou um grande teatro de fantasia na noite de 29 de novembro de 2025, quando Tobias Sammet trouxe de volta a turnê &#8220;Here Be Dragons&#8221; para uma apresentação solo do Avantasia. A casa recebeu um público apaixonado e pronto para embarcar em uma jornada musical que mistura Power Metal, teatralidade e um elenco de vozes estelares. Sete meses depois de se apresentar em São Paulo no Bangers Open Air 2025, o projeto alemão provou sua força colocando um excelente público em São Paulo.</p>
<div id="attachment_4181" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4181" class="size-medium wp-image-4181" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-151-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 151 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-151-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-151-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-151-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-151-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4181" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p>Pontualmente às 21h, as luzes se apagaram e, cerca de cinco minutos depois, o Avantasia surgiu no palco com “Creepshow”, do novo álbum “Here Be Dragons” (2025). Logo de cara, a banda já mostrou a intenção de criar um clima denso e misterioso. A iluminação dramática, os efeitos no palco e a postura teatral de Tobias Sammet deram o tom da noite. O público respondeu cantando assim que a primeira nota ecoou. Por ser mais direta e com uma pegada, digamos, mais Hard Rock, essa música soou perfeita para abertura do show.</p>
<p>Na sequência, um hino, &#8220;Reach Out for the Light&#8221;, clássico do “The Metal Opera” (2001), teve Adrienne Cowan brilhando ao assumir os vocais originalmente cantados por Michael Kiske. Sua performance foi arrebatadora, alcançando notas altíssimas com precisão e empolgando os fãs, que cantaram o refrão com entusiasmo. Essa faixa também possui um significado especial para o público brasileiro, pois, durante sua passagem pelo Avantasia, o saudoso Andre Matos a interpretava com maestria, deixando uma marca inesquecível — inclusive, foi a última música que ele cantou ao vivo, em um show do Avantasia com o Shaman, em 2019, apenas uma semana antes de sua partida.</p>
<div id="attachment_4173" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4173" class="size-medium wp-image-4173" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-49-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 49" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-49-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-49-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-49-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-49.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4173" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p>“The Witch”, do álbum Here Be Dragons (2025), trouxe Tommy Karevik definitivamente para o centro dos holofotes. Ao vivo, ele encarnou o personagem da canção com uma interpretação carregada de emoção, gestos teatrais, expressões faciais marcantes e uma presença de palco quase hipnótica. Nos trechos em dueto com Tobias Sammet, a química entre os dois foi evidente: Tobias assumia a figura narrativa, enquanto Tommy respondia como o personagem atormentado da história, criando um verdadeiro diálogo dramático em forma de metal. A cada verso, Karevik alternava entre momentos mais contidos e explosões vocais poderosas, evidenciando seu alcance e controle técnico. A banda acompanhou com um clima sombrio e envolvente, reforçado pela iluminação e pelos coros, criando a atmosfera perfeita para a narrativa da música.</p>
<p>Em “Devil in the Belfry” (The Scarecrow, 2008), Herbie Langhans trouxe um clima ainda mais sombrio ao palco com sua voz grave e imponente, quase ameaçadora. Sua interpretação deu peso extra à faixa, reforçada pelos riffs pesados e pela base rítmica densa da banda. O resultado foi uma das performances mais impactantes da primeira parte do show.</p>
<p>Ronnie Atkins levantou o público com &#8220;Phantasmagoria&#8221; (“Here Be Dragons”, 2025), que funcionou como um verdadeiro hino. Braços erguidos, coros em uníssono e energia pulsante tomaram conta do local. Tobias deixou a plateia assumir parte dos vocais, o que aumentou a conexão com a música. “Against the Wind”, também do novo trabalho, ganhou um ar de celebração nostálgica com Kenny Leckremo no comando. Antes de começar a música, Tobias fez questão de reforçar que ali era tudo 100% real, “sem backtrack, sem playback, sem VS”, e ainda comentou, em tom bem-humorado, que em todos os anos de redes sociais sempre aparece alguém reclamando que o disco não é power metal o suficiente — aquele hater de carteirinha — e que essa faixa era justamente para esse tipo de gente. Kenny, por sua vez, mostrou por que é um dos grandes vocalistas: cantou com segurança, carisma e um timbre limpo e potente, dando nova vida à música ao vivo. A interação com o público foi imediata, com muitos cantando junto e transformando o refrão num verdadeiro hino da noite.</p>
<div id="attachment_4182" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4182" class="size-medium wp-image-4182" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-145-edit-700x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 145 Edit" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-145-edit-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-145-edit-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-145-edit-1536x1536.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-145-edit.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-4182" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p>“Dying for an Angel” (The Wicked Symphony) trouxe um dos momentos mais emocionais da noite, com Tommy Karevik dividindo os vocais com Tobias. O dueto, impecável e cheio de sentimento, arrancou suspiros e deixou o clima mais intimista. A participação do público foi intensa: muita gente cantou praticamente a música inteira, transformando o refrão em coro coletivo, enquanto uma “constelação” de celulares se erguia para registrar a cena.</p>
<p>&#8220;Avalon&#8221; (The Mystery of Time, 2013), com Adrienne novamente no palco, foi um dos momentos mais grandiosos da noite. Com duração extensa e clima épico, a música evoluiu de forma crescente, e a plateia acompanhou em silêncio reverente até o refrão final, que explodiu em aplausos.</p>
<p>&#8220;Promised Land&#8221; (The Scarecrow, 2008) foi surpreendente por ser apresentada sem Tobias. Ronnie e Kenny dividiram os vocais com competência, em uma versão cheia de energia e dinamismo. Os fãs reconheceram a ousadia e responderam com gritos e aplausos calorosos. A faixa &#8220;Avantasia&#8221;, do álbum de estreia, veio em seguida com Tommy e Tobias liderando. O público entoou o nome da banda com orgulho, transformando o local em um verdadeiro templo do power metal. Curiosidade é que essa música não era apresentada ao vivo há muito tempo pela banda.</p>
<p>&#8220;Let the Storm Descend Upon You&#8221; (Ghostlights) foi um ponto alto técnico e emocional. Ronnie e Herbie dominaram a canção com alternância precisa, enquanto a banda acompanhava com perfeição as mudanças de ritmo. O público estava hipnotizado. Essa é uma daquelas faixas onde o Power e o Prog Metal se encontram. Uma aula. &#8220;The Toy Master&#8221; trouxe Tobias de volta em sua versão mais teatral. A interpretação sombria da faixa, cheia de gestos e nuances, prendeu a atenção dos espectadores como um verdadeiro ato de ópera rock.</p>
<div id="attachment_4180" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4180" class="size-medium wp-image-4180" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-157-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 157 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-157-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-157-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-157-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-157-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4180" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4175" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4175" class="size-medium wp-image-4175" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-116-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 116" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-116-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-116-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-116-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-116.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4175" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p>Sem Tobias em cena, Tommy Karevik e Ronnie Atkins assumiram o comando em “Twisted Mind” (The Scarecrow) e entregaram uma performance cheia de intensidade. O contraste entre as vozes, com a interpretação mais dramática de Tommy e o timbre marcante e levemente rasgado de Ronnie, deu nova vida à faixa ao vivo e criou uma dinâmica quase teatral. O público embarcou na proposta e reagiu com entusiasmo, cantando e aplaudindo a dupla ao final.</p>
<p>&#8220;The Wicked Symphony&#8221; manteve o ritmo acelerado. Tommy e Kenny dividiram os vocais em perfeita harmonia, e o peso instrumental empolgou os fãs que agitavam a cabeça ao ritmo da bateria de Felix Bohnke. Em &#8220;Shelter from the Rain&#8221; (The Metal Opera Part II), Herbie e Kenny entregaram uma performance cheia de vigor, e o público respondeu com aplausos espontâneos ao final. &#8220;Farewell&#8221;, com Chiara Tricarico, emocionou o Vibra. A suavidade dos vocais femininos, em contraste com os temas mais pesados anteriores, deu um respiro poético à noite. Muitos olhos marejados no público. O público ergueu os braços e fez um show à parte, sendo registrado inclusive para o Instagram da banda.</p>
<p>Fechando a primeira parte do set, “The Scarecrow”, com Ronnie no vocal, foi um dos pontos mais dramáticos e poderosos do show. A construção lenta da música até o clímax instrumental manteve o público em silêncio atento e depois levou todo mundo ao delírio quando a banda explodiu. Os solos de Sascha Paeth, cheios de feeling e técnica, foram longamente ovacionados.</p>
<p>No Bis, “No Return” ganhou um peso ainda maior ao ser dedicada por Tobias Sammet a Andre Matos, a quem ele fez questão de chamar de amigo e de lembrar com visível carinho. Segundo ele, o maior cantor brasileiro de todos os tempos. A interpretação de Kenny Leckremo veio carregada de emoção, com cada verso soando quase como uma homenagem direta ao legado de Andre. A comoção tomou conta do ambiente, com gritos de “Andre! Andre!” ecoando pelo Vibra São Paulo e deixando o clima ainda mais intenso.</p>
<p>Ao final da música, o público espontaneamente emendou o coro de “Inside”, uma das faixas em que Andre Matos se tornou mais marcante no Avantasia. Tobias não ficou de fora: assumiu o microfone e passou a cantar junto com a plateia, deixando o momento ainda mais simbólico. Foi um dos pontos mais emocionantes de toda a apresentação, unindo banda e fãs em um tributo sincero ao eterno ícone do metal brasileiro.</p>
<div id="attachment_4183" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4183" class="size-medium wp-image-4183" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-148-edit-700x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 148 Edit" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-148-edit-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-148-edit-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-148-edit-1536x1536.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-148-edit.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-4183" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<p>“Lost in Space”, com Chiara no vocal, trouxe um dos momentos mais leves e participativos do show. A música criou um clima de aconchego e celebração, com o público cantando praticamente cada verso e transformando o refrão em um grande coro coletivo. A presença de Chiara, segura e carismática, deu um brilho especial à performance e deixou a sensação de pausa emocional no meio de tanta grandiosidade.</p>
<p>Na parte final, o medley de “Sign of the Cross / The Seven Angels” veio como consagração absoluta da noite. Antes de começar, Tobias Sammet lembrou que a primeira vez que apresentou “Sign of the Cross” em São Paulo foi exatamente naquele mesmo local, quando a casa ainda se chamava Credicard Hall, durante a gravação do DVD Ritualive do Shaman, o que deu um peso extra ao momento. Todos os vocalistas voltaram ao palco, cada um assumindo sua parte com energia máxima, enquanto a banda entregava uma performance no limite. O resultado foi um encerramento digno de ópera metal, com o público em pé, ovacionando, cantando junto até o último acorde e selando uma noite que deve ficar na memória de muita gente.</p>
<p><strong>Setlist</strong>:<br />
Creepshow<br />
Reach Out for the Light (com Adrienne Cowan)<br />
The Witch (com Tommy Karevik)<br />
Devil in the Belfry (com Herbie Langhans)<br />
Phantasmagoria (com Ronnie Atkins)<br />
Against the Wind (com Kenny Leckremo)<br />
Dying for an Angel (com Tommy Karevik)<br />
Avalon (com Adrienne Cowan)<br />
Promised Land (com Ronnie Atkins e Kenny Leckremo, sem Tobias Sammet)<br />
Avantasia (com Tommy Karevik)<br />
Let the Storm Descend Upon You (com Ronnie Atkins e Herbie Langhans)<br />
The Toy Master<br />
Twisted Mind (com Tommy Karevik e Ronnie Atkins, sem Tobias Sammet)<br />
The Wicked Symphony (com Tommy Karevik e Kenny Leckremo, sem Tobias Sammet)<br />
Shelter from the Rain (com Herbie Langhans e Kenny Leckremo, sem Tobias Sammet)<br />
Farewell (com Chiara Tricarico)<br />
The Scarecrow (com Ronnie Atkins)<br />
<strong>Bis:</strong><br />
No Return (com Kenny Leckremo) &#8211; dedicada a Andre Matos<br />
Lost in Space (com Chiara Tricarico)<br />
Sign of the Cross / The Seven Angels (com todo o elenco)</p>
<div id="attachment_4189" style="width: 534px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4189" class="size-medium wp-image-4189" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-18-edit-524x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 18 Edit" width="524" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-18-edit-524x700.jpg 524w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-18-edit-768x1025.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-18-edit-1150x1536.jpg 1150w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-18-edit.jpg 1498w" sizes="auto, (max-width: 524px) 100vw, 524px" /><p id="caption-attachment-4189" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4188" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4188" class="size-medium wp-image-4188" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-21-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 21 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-21-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-21-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-21-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-21-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4188" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4190" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4190" class="size-medium wp-image-4190" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-88-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 88 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-88-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-88-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-88-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-88-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4190" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4187" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4187" class="size-medium wp-image-4187" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-37-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 37 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-37-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-37-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-37-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-37-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4187" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4186" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4186" class="size-medium wp-image-4186" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-56-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 56 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-56-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-56-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-56-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-56-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4186" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4185" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4185" class="size-medium wp-image-4185" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-46-edit-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 46 Edit" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-46-edit-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-46-edit-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-46-edit-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-46-edit.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4185" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4174" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4174" class="size-medium wp-image-4174" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-69-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 69" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-69-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-69-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-69-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-69.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4174" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4176" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4176" class="size-medium wp-image-4176" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-152-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 152" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-152-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-152-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-152-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-152.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4176" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4177" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4177" class="size-medium wp-image-4177" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-153-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 153" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-153-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-153-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-153-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-153.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4177" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4172" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4172" class="size-medium wp-image-4172" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-22-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 22" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-22-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-22-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-22-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-22.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4172" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
<div id="attachment_4171" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4171" class="size-medium wp-image-4171" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-8-560x700.jpg" alt="@andersonh Fotografia Avantasia 8" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-8-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-8-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-8-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/@andersonh_fotografia_Avantasia-8.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-4171" class="wp-caption-text">Foto por Anderson Hildebrando/Metal no Papel e Heavy Metal On Line (@andersonh_fotografia)</p></div>
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		<title>All Metal Stars BR: “É preciso manter os nossos ídolos vivos”, diz Thiago Bianchi que leva turnê em homenagem a Andre Matos para mais de 16 cidades do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 15:55:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[All Metal Stars BR]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto idealizado pelo vocalista reúne Edu Ardanuy, Dani Matos, Aquiles Priester e grandes nomes do metal nacional em uma celebração solidária ao legado do maestro O All Metal Stars BR [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4140" style="width: 1173px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4140" class="size-medium wp-image-4140" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Star-Br-1163x700.jpg" alt="All Metal Star Br" width="1163" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Star-Br-1163x700.jpg 1163w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Star-Br-768x462.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Star-Br-1536x925.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Star-Br.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1163px) 100vw, 1163px" /><p id="caption-attachment-4140" class="wp-caption-text">Foto por Igor Miranda</p></div>
<p><i>Projeto idealizado pelo vocalista reúne Edu Ardanuy, Dani Matos, Aquiles Priester e grandes nomes do metal nacional em uma celebração solidária ao legado do maestro</i></p>
<p>O All Metal Stars BR se prepara para levar, em março de 2026, uma grande turnê em homenagem a Andre Matos por mais de 16 cidades brasileiras. Em entrevista concedida a <b>Igor Miranda</b>, da <b>Rolling Stone Brasil</b>, e transcrita pela <b>TRM Press</b>, Thiago Bianchi resume o espírito da iniciativa: “Faremos uma homenagem incrível ao Andre Matos em mais de 16 cidades do Brasil, estamos muito felizes com a repercussão e com o número de pedidos de shows que tem chegado”, disse o cantor. Idealizado pelo vocalista, o projeto nasceu do desejo antigo de celebrar de forma ampla e estruturada a obra do cantor que marcou gerações com Viper, Angra, Shaman e outros trabalhos.</p>
<p><strong>Assista a entrevista</strong>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9nu2-HPb14k&amp;t=105s" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3D9nu2-HPb14k%26t%3D105s&amp;source=gmail&amp;ust=1764427230795000&amp;usg=AOvVaw0wwHCMVCE65iSFZLVjDkqG"><a href="https://www" rel="nofollow">https://www</a>.<wbr />youtube.com/watch?v=9nu2-<wbr />HPb14k&amp;t=105s</a></p>
<p><b>Origem do projeto</b></p>
<p>A semente do projeto foi plantada ainda em um tributo realizado com o Noturnall em São Paulo e ganhou força após a participação de Bianchi no programa Amplifica, quando ele cantou “Stand Away” e recebeu uma enxurrada de mensagens de fãs pedindo uma homenagem maior. A partir daí, o vocalista se uniu a Cristiano, do Phornax, para estruturar a turnê e convidar músicos diretamente ligados à história de Andre ou ao seu legado artístico. “A primeira pessoa que eu liguei foi o Dani, o irmão do cara. Depois falei com o Aquiles, com o Edu Ardanuy, com o Guilherme, o Saulo, o Fábio… é um time fechado. A gente tá tratando tudo com muito, muito carinho, com muita delicadeza, tudo feito com o coração”, conta Bianchi, destacando também a participação de bandas como Phornax, <b>Krakkenspit </b> e <b>Tierra<wbr />mystica</b>.</p>
<p><b>Dani Matos: família, emoção e responsabilidade</b></p>
<p>No baixo, Dani Matos leva para o palco não apenas a técnica, mas também a vivência familiar e o olhar de fã. Ele cresceu assistindo aos primeiros ensaios do Viper e do Angra dentro de casa e agora revisita esse repertório de forma profunda. “Eu cresci vendo todo o desenvolvimento do Andre, ele foi a minha referência, meu herói musical durante a vida inteira”, lembra. “Estou estudando a fundo todas essas músicas do Andre, tá sendo muito emocionante. Quando o Thiago veio com o projeto, eu quis fazer em parceria com a família. Levamos tudo para minha mãe e para o meu primo, decidimos em conjunto e eles disseram: ‘vai lá’. Eu nunca tinha feito uma homenagem dessa proporção e está me proporcionando momentos de muita emoção.”</p>
<p><b>O desafio de Edu Ardanuy em um território diferente</b></p>
<p>Para Edu Ardanuy, convidado justamente por ser um nome de fora do círculo tradicional do power metal de Andre, o projeto representa um desafio artístico e uma oportunidade de reverenciar um dos maiores vocalistas do mundo. “Eu fiquei com receio no começo porque não é exatamente a minha praia, apesar de eu gostar. Então era um grande desafio, não basta aceitar, tem que aceitar e fazer direito”, afirma. “Aceitei primeiro pela homenagem, mais do que merecida. O Andre foi um dos maiores vocalistas do mundo, desde o Viper, Angra, Shaman, os projetos solos. E também pelo desafio de tocar partes do Kiko Loureiro, que é um dos maiores guitarristas do mundo. Não é um projeto cover, é uma homenagem com uma série de artistas do universo do heavy metal, e eu estou muito honrado de poder participar.”</p>
<p><b>Repertório, emoção e a missão de manter o legado vivo</b></p>
<p>O repertório da turnê ainda está em constante construção, mas a ideia é contemplar várias fases da carreira de Andre, incluindo material solo e faixas do projeto Virgo, sempre equilibrando clássicos e surpresas. “É difícil fazer uma playlist do Andre, só tem hit, só tem clássico”, admite Bianchi. “Mas uma coisa é certa: vai ser uma noite incrível, porque é só pedrada, só pedrada, uma música melhor que a outra, momentos emocionantes. Porque essa festa é de vocês, né, essa festa é pra todo mundo, é do Brasil pro mundo, a gente tem que celebrar o que é nosso, celebrar a nossa história, o nosso ídolo máximo do heavy metal, da voz melódico, o Andre. A gente precisa manter os nossos ídolos vivos.” Segundo ele, o All Metal Stars BR também reforça a força do heavy metal brasileiro, comparado ao futebol como uma expressão artística genuinamente nacional.</p>
<p>Desde o início, o projeto nasceu com um forte viés social e de fortalecimento da cena. Parte dos ingressos é solidária, com renda destinada a ações sociais e à família de Andre, e a curadoria das bandas de abertura foi pensada para apresentar novos nomes ao grande público. “Vamos usar esse projeto para apresentar ao público bandas novas, para mostrar que tem som novo e muito bom no metal acontecendo”, destaca Bianchi. Dani reforça o impacto do legado do irmão na vida das pessoas: “Uma das coisas mais bonitas que já vi na minha vida é a quantidade de gente que chega pra mim falando o quanto a música do Andre mudou a vida delas pra melhor. (…) O que é arrecadado de direitos autorais da obra do Andre vai 100%, centavo por centavo, para ajudar o filho dele, o Adrian, que mora na Suécia. O único motivo é homenagem.” Entre elogios e críticas, a resposta do público se traduz em ingressos próximos de sold out e em uma certeza compartilhada pelo time: “A gente colocou nossas carreiras autorais em pausa para focar nisso, porque o Brasil merece essa celebração.”</p>
<p><b>Ingressos disponíveis em todas as cidades (exceto São Paulo) em:</b><a href="https://ticketarena.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://ticketarena.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1764427230795000&amp;usg=AOvVaw3u8yQOiz3YANa1sn5G2Mfr"> ticketarena.com.br<br />
</a><b>Ingressos para São Paulo:</b> <a href="https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ticket360.com.br/evento/31935/ingressos-para-all-metal-stars-br-homenagem-andre-matos&amp;source=gmail&amp;ust=1764427230795000&amp;usg=AOvVaw1x8r7GfwXOf-7io-OlRa2c"><a href="https://www.ticket360" rel="nofollow">https://www.ticket360</a>.<wbr />com.br/evento/31935/ingressos-<wbr />para-all-metal-stars-br-<wbr />homenagem-andre-matos</a></p>
<p><b>Datas confirmadas:</b><b><br />
</b>05/03 – Chapecó/SC – Lang Palace<br />
06/03 – Porto Alegre, RS, Opinião<br />
07/03 – Florianópolis, SC, John Bull<br />
08/03 – Curitiba, PR, Hard Rock Café<br />
12/03 – Campinas, SP, Brasuca<br />
13/03 – Ribeirão Preto, SP,  Alcans hall<br />
14/03 – Juiz de Fora, MG, Cultural Bar<br />
15/03 – São Paulo, SP, Audio<br />
19/03 – Brasília, DF, Toinha<br />
20/03 – Belo Horizonte, MG, Mr Rock<br />
21/03 – Rio de Janeiro, RJ, Sacadura<br />
22/03 – Vila Velha, ES, Correria<br />
26/03 – Recife, PE, Armazém 14<br />
27/03 – Natal, RN, Ribeira Music<br />
28/03 – Fortaleza, CE, De Fabriek<br />
29/03 – Teresina, PI, Bueiro do Rock</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4141" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Stars-BR-Tour_-550x700.jpg" alt="All Metal Stars Br Tour " width="550" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Stars-BR-Tour_-550x700.jpg 550w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Stars-BR-Tour_-768x978.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Stars-BR-Tour_-1206x1536.jpg 1206w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/All-Metal-Stars-BR-Tour_.jpg 1256w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
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		<title>Banda Here I Am apresenta “Synergy”, primeiro álbum autoral com participação de Jeff Scott Soto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 12:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Andre Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Here I Am]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalho marca nova fase da banda unindo peso, emoção e propósito de vida. A banda brasileira Here I Am celebra uma nova era com o lançamento do seu primeiro álbum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4008" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-560x700.jpg" alt="Here I Am" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-1229x1536.jpg 1229w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am-1638x2048.jpg 1638w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Here-I-Am.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><em>Trabalho marca nova fase da banda unindo peso, emoção e propósito de vida.</em></p>
<p>A banda brasileira Here I Am celebra uma nova era com o lançamento do seu primeiro álbum completo, “Synergy”. Depois de anos na estrada, dúvidas e recomeços, o grupo entrega um trabalho autoral intenso e verdadeiro, que representa sua identidade atual. “Este álbum é a nossa resposta à pergunta que não podíamos mais evitar: quem somos daqui para frente?”, diz a banda.</p>
<p><strong>Ouça “Synergy”</strong>: <a href="https://beacons.ai/hereiamband" target="_blank" rel="noopener">https://beacons.ai/hereiamband</a><br />
<strong>Assista “Hear Me”</strong>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PczursWQEzU" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=PczursWQEzU</a><br />
<strong>Assista “Gone Too Soon”</strong>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=V8bJuXcFBsI" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=V8bJuXcFBsI</a></p>
<p>“Synergy” nasceu da necessidade de se reinventar. Com raízes no Power Metal, a banda buscou novas influências, texturas e uma linguagem sonora própria. O resultado é um disco moderno, emocional e com mensagens claras sobre superação, coragem, propósito e a força da união. “Queríamos um som que realmente falasse com quem somos hoje, com aquilo que acreditamos e sentimos. Cada faixa tem um pedaço da nossa jornada”, afirmam os integrantes.</p>
<p>A formação da Here I Am conta com Eric Bruce (vocal), Roney Araujo (guitarra), Renan Cardoso (baixo), Diego Rocha (teclado) e Andrew Vieira (bateria). Influenciados por nomes como Andre Matos, Symphony X, Dream Theater, Disturbed e Coldrain, o grupo brasileiro propõe uma linguagem sonora moderna que honra o passado e constrói pontes com o futuro do metal.</p>
<p>Gravado no estúdio Acústica, em São Caetano do Sul (SP), o álbum foi produzido artisticamente pela própria banda em parceria com Danilo Pozzani, responsável também pela mixagem e masterização. A sonoridade é limpa, impactante e cheia de nuances, equilibrando técnica com sensibilidade.</p>
<p>Um dos grandes destaques do álbum é a participação especial de Jeff Scott Soto, lenda do rock melódico mundial, que canta nas faixas de abertura e encerramento. “Ter o Jeff com a gente é mais do que uma honra. É um símbolo da conexão entre gerações e da força que existe quando artistas se reconhecem no outro”, dizem os músicos.</p>
<p><strong>Tracklist de “Synergy”</strong><br />
01 Dreams (The Beginning) feat. Jeff Scott Soto<br />
02 Hear Me<br />
03 I’ll Rise<br />
04 Gone Too Soon<br />
05 Starry Skies (Deep Scars)<br />
06 Eyes on Tomorrow<br />
07 Side by Side<br />
08 Eternal<br />
09 Rise Ahead (More than a Dream) feat. Jeff Scott Soto</p>
<p>Siga Here I Am @hereiamband no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/hereiamband/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/hereiamband/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-4007" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--700x700.jpg" alt="Capa Synergy " width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY--1536x1536.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/CAPA-SYNERGY-.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
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