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	<title>ONDE O ROCK ACONTECE || Site Oficial</title>
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	<description>O site foi fundado pelo jornalista e editor Thiago Rahal Mauro, que possui mais de 15 anos de experiência no meio musical. Jornalista formado pela Universidade FIAM FAAM, com pós-graduação em Comunicação Jornalística pela Casper Líbero, escreve sobre música desde 2003, participando de uma série de projetos ao longo de sua carreira.</description>
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		<title>Magistry colhe frutos de uma carreira obstinada e prepara próximo capítulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Onde o Rock Acontece Guest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 23:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Magistry]]></category>
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					<description><![CDATA[O próximo álbum da banda, chamado Lord of the Seven Crossroads, mergulha na história do Exu Sete Encruzilhadas da Lira A banda curitibana de metal sinfônico Magistry está preparando seu próximo álbum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O próximo álbum da banda, chamado Lord of the Seven Crossroads, mergulha na história do Exu Sete Encruzilhadas da Lira</em></p>
<p>A banda curitibana de metal sinfônico Magistry está preparando seu próximo álbum de estúdio. O trabalho se chama Lord of the Seven Crossroads e apresenta uma forte influência da música brasileira, misturando o metal sinfônico com toques de terreiro, fandango, samba, bossa nova, reggae e baião.</p>
<p>A história do Exu Sete Encruzilhadas da Lira é o mote da temática lírica do disco, que se notabilizou na década de 1970 por ter aparecido no programa do Chacrinha e transformado o palco em uma gira com charuto e cachaça, causando uma polêmica nacional e, em meio à ditadura militar, levando à perseguição do terreiro comandado pela Mãe Cacilda de Assis.</p>
<p>O trabalho, que contará com convidados muito especiais que serão revelados em breve, está em meio à produção e tem lançamento previsto ainda para 2026. Será o sucessor do álbum “The New Aeon” e do EP “Venus Mellifera”, que transformaram a banda em um dos nomes mais promissores do heavy metal brasileiro.</p>
<p>Magistry</p>
<p>Formada em 2023, a banda vem se destacando na cena do metal brasileiro a partir de seus lançamentos até o momento: um EP acústico, The Delightful Companion: A Prelude for The New Aeon, o álbum The New Aeon e o EP Venus Mellifera. Os trabalhos foram aclamados pelo público e pela crítica especializada, inserindo a banda em votações de melhores do ano em veículos renomados como a revista Roadie Crew.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Venus Mellifera" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/29TlpWb4Ww0XZB0LoVomW6?utm_source=oembed"></iframe></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>A formação conta com a vocalista Lya Seffrin, o vocalista e guitarrista Leonardo Arentz, o guitarrista João Borth, o tecladista Thiago Parpinelli, o baixista Leonardo Rivabem e o baterista Johan Wodzynski.</p>
<p>Marcada pela excelência instrumental, a sonoridade da banda combina elementos de diversos subgêneros do metal como o death, o gothic e o doom. O uso de orquestração traz instrumentos como violinos, cellos, oboés, alaúdes e cítaras, além de corais marcantes e poderosos que evocam a influência da música erudita.</p>
<p>Em 2024, conquistou o primeiro lugar no Festival de Bandas Autorais de Curitiba e, em dezembro, a Mariutti Team Zine, de alcance nacional, destacou que The New Aeon “explora o dualismo entre o bem e o mal, criando uma sonoridade dinâmica” e que as canções “destacam-se pela profundidade lírica e pela riqueza musical”.</p>
<p>Em setembro de 2025, foram a banda convidada da vocalista Anette Olzon (ex-Nightwish) em shows aclamados nas cidades de Curitiba e São Paulo. Siga em <strong>@<a href="http://instagram.com/magistryband">magistryband</a></strong></p>
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<p>Foto: Andre Tedim</p>
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		<title>Nuclear Warfare lança novo álbum, &#8216;All Hail To The Liberator&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Onde o Rock Acontece Guest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ASE Music]]></category>
		<category><![CDATA[ASE Press]]></category>
		<category><![CDATA[Nuclear Warfare]]></category>
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					<description><![CDATA[A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, que conta com Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), apresenta seu novo álbum, “All [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4180" class="wp-caption aligncenter">
<p><div id="attachment_4694" style="width: 1930px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4694" class="size-full wp-image-4694" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Nuclear-Warfare-26.jpg" alt="Nuclear Warfare 26" width="1920" height="1080" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Nuclear-Warfare-26.jpg 1920w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Nuclear-Warfare-26-1200x675.jpg 1200w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Nuclear-Warfare-26-768x432.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/01/Nuclear-Warfare-26-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><p id="caption-attachment-4694" class="wp-caption-text"><strong style="font-size: 16px;"><em>Banda alemã de thrash metal conta com o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls) | Foto: Maycon Avelino</em></strong></p></div></p>
</div>
<p>A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, que conta com Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), apresenta seu novo álbum, “All Hail To The Liberator”, lançado pela MDD Records. O sucessor de “Lobotomy” (2020) mantém o diálogo com a escola alemã de thrash dos anos 1980, ao mesmo tempo em que incorpora influências da Bay Area, resultando em um disco que equilibra agressividade, melodia e abordagem old school.</p>
<p>Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, com produção de Rogério Wecko, o álbum apresenta nove faixas inéditas que exploram diferentes nuances do estilo. Logo na abertura, “Nuclear War” sintetiza a proposta do disco com riffs marcantes, bateria veloz e um refrão direto, enquanto “Rough Day” aposta em uma pegada mais oitentista e bem-humorada, transitando entre o thrash e o punk com mudanças de dinâmica e passagens mais atmosféricas.</p>
<p>O repertório ganha força com “United By Thrash”, construída sobre um riff marcante e um refrão pensado para a resposta imediata do público, e “Power of War”, que flerta com o speed metal ao trazer intensidade crua e influência de bandas como Megadeth. Já “With Sword and Cross” se destaca como a composição mais ousada do disco, incorporando elementos de doom metal em uma estrutura mais longa e hipnótica, ampliando o alcance sonoro do grupo.</p>
<p>A reta final do álbum mantém a diversidade e a energia. “The Stricker” resgata o thrash veloz com forte influência punk e temática inusitada ligada ao futebol, inspirada no atacante Miroslav Klose, enquanto “Trouble in the World” apresenta um riff poderoso e referências que passam por Sepultura e Bob Marley, tanto na sonoridade quanto no conceito. Em “What I Really Can”, a banda mistura diferentes vertentes do metal com uma abordagem mais narrativa e reflexiva.</p>
<p>Encerrando o disco, a faixa-título “All Hail To The Liberator” sintetiza a proposta do trabalho ao unir peso, dinâmica e um tom crítico, abordando de forma sarcástica a atuação de líderes políticos em contextos de guerra. Com arte assinada por Nestor Carrera, o álbum reafirma a trajetória do Nuclear Warfare desde sua fundação em 2002, na cidade de Ludwigsburg, mantendo a essência do thrash clássico, inspirado por nomes como Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura, mas com personalidade própria.</p>
<p><strong>Mídias sociais:</strong><br />
<strong>Facebook:</strong> <a href="https://facebook.com/ThrashMetalTank" target="_blank" rel="noopener">https://facebook.com/ThrashMetalTank</a><br />
<strong>Instagram:</strong> <a href="https://instagram.com/nuclearwarfarethrash" target="_blank" rel="noopener">https://instagram.com/nuclearwarfarethrash</a></p>
<p>Confira o videoclipe de “Nuclear War” em <a href="https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ" target="_blank" rel="noopener">https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ</a></p>
<p><iframe title="NUCLEAR WARFARE - Nuclear War (official video)" src="https://www.youtube.com/embed/jRF2SZVvTyQ?feature=oembed" width="500" height="281" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4179" src="https://aseimprensa.com.br/music/wp-content/uploads/2026/01/capanucwarfa26.jpg" alt="Capanucwarfa26" width="830" height="830" /></p>
<p><strong>Ricardo Batalha | ASE Music</strong><br />
<strong><a href="https://aseimprensa.com.br/music/" target="_blank" rel="noopener">https://aseimprensa.com.br/music/</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.instagram.com/ase_press/" target="_blank" rel="nofollow noopener">http://www.instagram.com/ase_press/</a></strong><br />
<strong><a href="https://linktr.ee/batalha" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://linktr.ee/batalha</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Between the Buried and Me volta a São Paulo em outubro com show do álbum The Blue Nowhere</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/between-the-buried-and-me-volta-a-sao-paulo-em-outubro-com-show-do-album-the-blue-nowhere/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Between The Buried And Me]]></category>
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					<description><![CDATA[The Blue Nowhere foi eleito um dos melhores discos de 2025 pela influente revista britânica Prog A conceituada banda norte-americana de prog rock/metal Between the Buried and Me volta a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_5087" style="width: 570px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5087" class="size-medium wp-image-5087" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-560x700.jpg" alt="Between The Buried And Me" width="560" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-560x700.jpg 560w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-768x960.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me.jpg 1180w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /><p id="caption-attachment-5087" class="wp-caption-text">Crédito: Randy Edwards</p></div></p>
<p><em>The Blue Nowhere foi eleito um dos melhores discos de 2025 pela influente revista britânica Prog</em></p>
<p>A conceituada banda norte-americana de prog rock/metal Between the Buried and Me volta a São Paulo/SP no dia 17 de outubro, no Hangar 110, em show que marca o retorno ao Brasil após cinco anos, agora no ciclo de The Blue Nowhere, álbum lançado em 2025 e primeiro da carreira pela InsideOut Music. A realização é da New Direction Productions, Powerline Music &amp; Books e Matrix Entertainment.</p>
<p><strong>Ingresso</strong>: <a href="http://fastix.com.br/events/between-the-buried-and-me-eua-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">fastix.com.br/events/between-the-buried-and-me-eua-em-sao-paulo</a></p>
<p>Formado em 2000, na Carolina do Norte, o Between the Buried and Me construiu uma trajetória que o colocou entre os nomes centrais do metal progressivo moderno ao unir peso extremo, técnica e escrita de longo alcance sem se prender a uma única escola do gênero.</p>
<p>Ao longo desse percurso, a banda consolidou discos como Colors, The Parallax II: Future Sequence e Coma Ecliptic, este último com estreia no #12 da Billboard 200 e no #1 da Hard Music Billboard Chart.</p>
<p>O show em São Paulo acontece em uma fase nova da carreira. The Blue Nowhere abriu o capítulo mais recente do catálogo da banda, mantendo a linguagem progressiva e a vocação para composições extensas, mudanças bruscas de andamento e uma combinação particular de metal técnico, agressividade e construção melódica.</p>
<p>A guinada mais importante da trajetória do Between the Buried and Me começou a ganhar forma em Alaska, de 2005, e encontrou um ponto de consolidação em Colors, álbum de 2007 frequentemente tratado pela crítica especializada como um marco do metal deste século.</p>
<p>Depois vieram trabalhos como The Great Misdirect, que chegou ao #36 da Billboard 200, e The Parallax II: Future Sequence, que levou a banda ao #22, ampliando o alcance de um nome que passou a circular com força tanto entre fãs de música extrema quanto no campo do prog metal.</p>
<p>A passagem por São Paulo também tem peso de reencontro. O Between the Buried and Me esteve no Brasil uma única vez, em março de 2020, quando fez sua estreia no país também na capital paulista, fechando a turnê latino-americana daquela temporada.</p>
<p>O retorno, agora com disco novo e outra etapa de carreira em curso, recoloca a banda diante do público brasileiro em um momento de renovação concreta, com um álbum que amplia horizontes do BTBM na música progressiva.</p>
<p><strong>The Blue Nowhere</strong></p>
<p>Lançado em 12 de setembro de 2025, The Blue Nowhere abriu uma fase importante na trajetória do Between the Buried and Me. Além de marcar a estreia da banda pela InsideOut Music, o álbum também foi apresentado como o primeiro trabalho do BTBAM em formato de quarteto nessa etapa recente, o que dá ao disco um peso que vai além de mais um título na discografia.</p>
<p>Musicalmente, o álbum preserva a lógica de contraste e mudança brusca que consolidou o nome da banda ao longo de duas décadas, mas trabalha isso com outro tipo de desenho.</p>
<p>Em vez de se apoiar apenas na fragmentação extrema, The Blue Nowhere organiza suas canções em torno de uma ambientação própria, centrada em um hotel fictício usado como espaço para observar tensões, desvios e estados humanos.</p>
<p>Nessa construção, o disco amplia a paleta do grupo com uso de cordas e metais, sem abandonar a combinação entre peso, progressão e imprevisibilidade que marca o catálogo da banda.</p>
<p>A recepção reforçou esse lugar do álbum dentro da fase recente do BTBAM. No balanço de fim de ano da influente revista britânica Prog, The Blue Nowhere apareceu em 8º lugar entre os melhores discos de 2025, num reconhecimento que ajuda a situar o trabalho menos como simples transição e mais como um lançamento de peso real dentro do prog metal contemporâneo.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
BETWEEN THE BURIED AND ME EM SÃO PAULO<br />
Data: 17 de outubro de 2026<br />
Horário: 18h (abertura da casa)<br />
Local: Hangar 110<br />
Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110,<br />
Ingresso: <a href="http://fastix.com.br/events/between-the-buried-and-me-eua-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">fastix.com.br/events/between-the-buried-and-me-eua-em-sao-paulo</a></p>
<p>Valores:<br />
Pista (1º lote)<br />
Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 170,00<br />
Inteira: R$ 340,00<br />
Camarote (1º lote)<br />
Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 230,00<br />
Inteira: R$ 460,00</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5086" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP-394x700.png" alt="Between The Buried And Me Sp" width="394" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP-394x700.png 394w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP-768x1365.png 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP-864x1536.png 864w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP-1152x2048.png 1152w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Between-the-Buried-and-Me-SP.png 1180w" sizes="auto, (max-width: 394px) 100vw, 394px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Roland Grapow traz ao Brasil show especial celebrando 30 anos de clássico do Helloween</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Onde o Rock Acontece Guest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:19:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um show para fãs da era clássica do Helloween O grande destaque da série de shows é o repertório: um setlist inédito e totalmente focado na fase de Grapow no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um show para fãs da era clássica do Helloween</em></p>
<p><div id="attachment_5081" style="width: 1330px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5081" class="size-full wp-image-5081" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/flyer-ROLAND-GRAPOW-2026.jpg" alt="Screenshot" width="1320" height="1661" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/flyer-ROLAND-GRAPOW-2026.jpg 1320w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/flyer-ROLAND-GRAPOW-2026-556x700.jpg 556w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/flyer-ROLAND-GRAPOW-2026-768x966.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/flyer-ROLAND-GRAPOW-2026-1221x1536.jpg 1221w" sizes="auto, (max-width: 1320px) 100vw, 1320px" /><p id="caption-attachment-5081" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 16px;">O guitarrista alemão Roland Grapow, conhecido por seu trabalho com o Masterplan e por sua passagem marcante pelo Helloween, retorna à América do Sul com uma turnê especial que promete agradar em cheio os fãs de power metal clássico.</span></p></div></p>
<p>O grande destaque da série de shows é o repertório: um setlist inédito e totalmente focado na fase de Grapow no Helloween, com ênfase no icônico álbum The Time of the Oath, que completa 30 anos. O disco será executado quase na íntegra, em uma celebração histórica de uma das fases mais marcantes da banda alemã.</p>
<p>Lançado originalmente em 1996, The Time of the Oath é considerado um dos álbuns mais pesados e sombrios do Helloween, além de representar um momento de retomada criativa do grupo — e a guitarra de Grapow foi peça-chave nessa sonoridade.</p>
<p>Para essa turnê, Grapow será acompanhado por uma banda de apoio formada por músicos brasileiros reconhecidos no cenário: João Luiz (vocal, King Bird/Golpe de Estado), Affonso Jr (guitarra, Confessori / Revenge), Fabio Carito (baixo, Metallium / Warrel Dane) e Marcus Dotta (bateria, Metallium / Warrel Dane)</p>
<p>A proposta é entregar uma experiência fiel à energia original dos clássicos, com músicos que têm bagagem sólida tanto no heavy metal nacional quanto internacional.</p>
<p>A tour começa na Argentina e segue para o Brasil com diversas datas confirmadas:</p>
<p>11/06 – Córdoba (Casa Babylon) – AR</p>
<p>12/06 – Rosario (QSR) – AR</p>
<p>13/06 – Buenos Aires (Lucille) – AR</p>
<p>14/06 – São Paulo (Manifesto Bar) – BR</p>
<p>17/06 – Curitiba (Blood Rock Bar) – BR</p>
<p>19/06 – Fortaleza (Valentina Bar) – BR</p>
<p>20/06 – Santo André (Santo Rock Bar) – BR</p>
<p>21/06 – Belo Horizonte (Caverna) – BR</p>
<p>A apresentação em São Paulo acontece no tradicional Manifesto Bar, conhecido por receber grandes nomes do rock e do metal.</p>
<p>Ingressos:</p>
<p><a href="https://www.clubedoingresso.com/evento/rolandgrapow-30anostimeoftheoath">https://www.clubedoingresso.com/evento/rolandgrapow-30anostimeoftheoath</a></p>
<p>Mais do que uma turnê, essa série de apresentações é uma verdadeira viagem no tempo. Para os fãs, será a oportunidade de reviver ao vivo músicas que ajudaram a definir o power metal nos anos 90 — com um dos protagonistas dessa história no palco.</p>
<p>Com um repertório focado, execução fiel e uma banda afiada, os shows de Roland Grapow prometem ser uma celebração intensa e nostálgica de um dos capítulos mais importantes do metal mundial.</p>
<p>Mais informações em:</p>
<p><a href="http://www.tc7producoes.com">http://www.tc7producoes.com</a></p>
<p><a href="http://www.instagram.com/tc7_producoes">http://www.instagram.com/tc7_producoes</a></p>
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		<title>LUFEH lança single “He Commands The Sun and The Stars” e abre nova fase com o álbum “Overwhelmed”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 11:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lufeh]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina G3]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda de rock progressivo fundada por brasileiros residentes em Los Angeles, nos Estados Unidos, antecipa single de álbum previsto para 29 de maio e apresenta faixa que combina complexidade rítmica, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5078" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lufeh-banda-1200x675.jpg" alt="Lufeh Banda" width="1200" height="675" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lufeh-banda-1200x675.jpg 1200w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lufeh-banda-768x432.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lufeh-banda-1536x864.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lufeh-banda-2048x1152.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><i>Banda de rock progressivo fundada por brasileiros residentes em Los Angeles, nos Estados Unidos, antecipa single de álbum previsto para 29 de maio e apresenta faixa que combina complexidade rítmica, peso e forte apelo melódico com participação de Ginny Luke.<br />
</i><br />
A banda LUFEH inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “He Commands The Sun and The Stars”, primeiro single do álbum Overwhelmed, que chega em 29 de maio de 2026 em lançamento independente com distribuição pela DistroKid. Sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos, e dedicada a uma fusão de rock progressivo, metal e influências de jazz, a banda é formada por Ginny Luke (vocal), Lufeh (bateria), Duca Tambasco (baixo e backing vocals), Deio Tambasco (guitarra e backing vocals) e Gera Penna (teclados e backing vocals).</p>
<p><b>Assista ao vídeo de “He Commands The Sun and The Stars”</b>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=l0WG8j9ovlU" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Dl0WG8j9ovlU&amp;source=gmail&amp;ust=1775734656265000&amp;usg=AOvVaw0pdo78Z8_C7k6Z-XQxsovU"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=l0WG8j9ovlU</a></p>
<p><b>Ouça no Spotify</b>: <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1ZsZIqkJpWUAfb9LLBLirw" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/intl-pt/album/1ZsZIqkJpWUAfb9LLBLirw&amp;source=gmail&amp;ust=1775734656265000&amp;usg=AOvVaw1CFlvprJKj-HlfufKmoZxK"><a href="https://open.spotify.com/intl-" rel="nofollow">https://open.spotify.com/intl-</a><wbr />pt/album/<wbr />1ZsZIqkJpWUAfb9LLBLirw</a></p>
<p>Faixa de abertura de Overwhelmed, “He Commands The Sun and The Stars” é destacada pela própria banda como uma das composições mais fortes do repertório. A letra aborda a figura de um homem poderoso, capaz de comandar o sol e as estrelas, mas que passa a ser questionado justamente pela multidão que o idolatra.</p>
<p><b>Lufeh explica sobre o single a nova fase da banda:<br />
</b><br />
<i>“Essa nova fase da LUFEH nasce de uma evolução natural da banda, agora mais madura, mais entrosada e compondo já com as vozes em mente, algo diferente do que aconteceu no primeiro álbum. A entrada do guitarrista Deio Tambasco também foi fundamental para direcionar o grupo a um novo caminho.”<br />
</i><br />
O single funciona como cartão de visitas de um álbum que busca consolidar a evolução sonora da LUFEH. Gravado no histórico Sunset Sound, em Los Angeles, Overwhelmed foi produzido por Gera Penna e conta com mixagem e masterização de Adair Daufembach. O trabalho reúne canções impactantes, baladas pesadas, passagens com pedal duplo e solos de guitarra, baixo e teclado, sempre em equilíbrio com a interpretação de Ginny Luke.</p>
<p>A participação de Ginny Luke é um dos elementos centrais desta nova fase. Após testar quatro cantores diferentes, o grupo definiu Ginny como nova vocalista convidada. Além da voz, ela também contribui com violino em faixas do disco, ampliando o alcance estético do trabalho e adicionando novas texturas ao som da LUFEH.</p>
<p>Overwhelmed será o segundo álbum de estúdio da banda e sucede Luggage Falling Down, lançado em 2020. Desde então, a LUFEH vem sendo reconhecida por unir refinamento técnico, intensidade e senso melódico em uma linguagem própria. Agora, com “He Commands The Sun and The Stars”, o grupo apresenta a primeira amostra de um disco de oito faixas que pretende aprofundar essa identidade e reafirmar a força criativa de uma formação construída a partir de décadas de convivência musical.</p>
<p><b>Tracklist de “Overwhelmed”:<br />
</b>He Commands The Sun and The Stars<br />
Breathe<br />
Double Dip<br />
Overwhelmed<br />
Feels Like I’m A Ghost<br />
Live The New Today<br />
War of Emotions<br />
End of the Tunnel</p>
<p><b>LUFEH nas redes sociais:<br />
</b>Instagram – <a href="https://www.instagram.com/lufehband/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/lufehband/&amp;source=gmail&amp;ust=1775734656265000&amp;usg=AOvVaw1ptzQRi7ypc_2VJRNwh4Je"><a href="https://www.instagram.com/" rel="nofollow">https://www.instagram.com/</a><wbr />lufehband/</a></p>
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		<title>Oliver Tree anuncia única apresentação da &#8220;World’s First World Tour&#8221; em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Tree]]></category>
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					<description><![CDATA[O aclamado e multifacetado artista promete uma experiência musical e visual única na capital paulista em junho de 2026 Prepare-se para uma experiência musical e visual sem precedentes! A NUMB [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5075" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Oliver-Tree-Feed-697x700.jpeg" alt="Oliver Tree Feed" width="697" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Oliver-Tree-Feed-697x700.jpeg 697w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Oliver-Tree-Feed-768x772.jpeg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Oliver-Tree-Feed.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px" /></p>
<p><em>O aclamado e multifacetado artista promete uma experiência musical e visual única na capital paulista em junho de 2026</em></p>
<p>Prepare-se para uma experiência musical e visual sem precedentes! A NUMB BRASIL PRODUÇÕES em parceria com Cultmix Live orgulhosamente apresenta o aclamado e multifacetado artista Oliver Tree, que desembarca em São Paulo com sua aguardada World’s First World Tour. O show, que promete ser um marco na cena de entretenimento da cidade, acontecerá no dia 6 de junho (sábado), no Studio Stage, localizado na Lapa de Baixo.</p>
<p>Conhecido por sua originalidade ímpar, performances altamente energéticas e uma fusão inovadora de gêneros que transita com maestria pelo pop, rock alternativo e eletrônico, Oliver Tree promete entregar um espetáculo inesquecível para o público brasileiro. Esta apresentação representa uma oportunidade rara de ver ao vivo um dos artistas mais criativos e imprevisíveis da atualidade, em uma noite que certamente ficará para a história da música ao vivo no Brasil.</p>
<p>O evento é um convite para os fãs e entusiastas da música mergulharem no universo excêntrico e cativante de Oliver Tree, cujos visuais extravagantes e presença de palco magnética são tão comentados quanto seus sucessos virais.</p>
<p>SERVIÇO<br />
Evento: Oliver Tree &#8211; World’s First World Tour em São Paulo<br />
Data: 6 de junho de (Sábado)<br />
Local: Studio Stage &#8211; Espaço para show e eventos<br />
Endereço: Av. José Maria de Faria, &#8211; Lapa de Baixo, São Paulo<br />
Abertura das Portas: 18h<br />
Início do Show: 20h<br />
Classificação Etária: 16 anos. (Jovens de 16 e 17 anos têm entrada permitida com a apresentação de documento de identidade oficial com foto. Menores de 16 anos terão acesso permitido somente se acompanhados pelos pais ou responsável legal, mediante comprovação).</p>
<p><strong>INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS </strong></p>
<p>Os ingressos para esta apresentação única já estão disponíveis para compra através da plataforma Articket: <a href="https://articket.com.br/e//oliver-tree-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">https://articket.com.br/e//oliver-tree-em-sao-paulo</a></p>
<p>Valores (Pista 1o Lote):<br />
Pista Meia-Entrada: R$ 180,00 (+ taxas)<br />
Pista Ingresso Solidário: R$ 280,00 (+ taxas)<br />
Pista Inteira: R$ 360,00 (+ taxas)</p>
<p>Nota: O Ingresso Solidário é válido mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento. Uma excelente oportunidade para contribuir com a comunidade e pagar menos pelo ingresso!</p>
<p><strong>Sobre a NUMB BRASIL PRODUÇÕES:</strong></p>
<p>Produtora responsável por trazer grandes nomes da música alternativa e pop para os palcos brasileiros, sempre priorizando a qualidade técnica e a experiência do público.</p>
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		<title>Warhorse: álbum &#8216;Red Sea&#8217; ganha relançamento em vinil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Onde o Rock Acontece Guest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ASE Music]]></category>
		<category><![CDATA[Deep Purple]]></category>
		<category><![CDATA[Melômano Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Warhorse]]></category>
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					<description><![CDATA[Após deixar o Deep Purple, o baixista Nick Simper se uniu à banda de apoio da cantora e atriz Marsha Hunt, que tempos depois interrompeu as atividades devido à gravidez. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="cbp-l-grid-fullScreen animate fadeInRight" data-anim-type="fadeInRight">
<div id="attachment_4297" class="wp-caption aligncenter">
<p><div id="attachment_5072" style="width: 1930px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5072" class="size-full wp-image-5072" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/warhorse.jpeg" alt="Warhorse" width="1920" height="1080" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/warhorse.jpeg 1920w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/warhorse-1200x675.jpeg 1200w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/warhorse-768x432.jpeg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/warhorse-1536x864.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><p id="caption-attachment-5072" class="wp-caption-text"><strong style="font-size: 16px;"><em>Relançamento do segundo álbum da banda do ex-Deep Purple, Nick Simper, pela Melômano Discos vem em capa dupla</em></strong></p></div></p>
</div>
<p>Após deixar o Deep Purple, o baixista Nick Simper se uniu à banda de apoio da cantora e atriz Marsha Hunt, que tempos depois interrompeu as atividades devido à gravidez. Simper e o guitarrista Ged Peck então reconstituíram o grupo com o nome Warhorse, que soltou o debut em 1970 com o vocalista Ashley Holt, o tecladista Frank Wilson e o baterista Mac Poole. Depois, com a entrada de Pete Parks no posto de Peck, foi lançado “Red Sea”, em março de 1972. O álbum, que agora ganha relançamento em vinil pela Melômano Discos, se consolidou como uma obra cult do hard rock britânico.</p>
<p>Sua redescoberta, impulsionada por reedições em CD e coletâneas, revelou um disco à frente de seu tempo, que não se intimidava em explorar a interseção entre o peso do heavy rock nascente e a complexidade emocional do progressivo. O relançamento em vinil foi remasterizado por Ben Wiseman e vem em 300 cópias (100 coloridas – splatter azul), capa dupla, além de encarte com texto em português escrito por Ricardo Batalha.</p>
<p>“Red Sea” escancara o hard prog britânico, com atmosferas densas, climas dramáticos e letras que exploram temas existenciais e obscuros. A faixa-título traz riffs pesados e uma atmosfera densa, mas o repertório ainda destaca “Back in Time”, um hard rock progressivo com quase oito minutos de duração. “Confident But Wrong”, por sua vez, se apresenta com uma abordagem mais direta, quase radiofônica. Já “Mouthpiece” é um épico instrumental que funciona como vitrine para a habilidade dos músicos, especialmente do baterista Mac Poole.</p>
<p><strong>Para adquirir, acesse:</strong> <a href="https://melomano.com.br/search/?q=warhorse+red+sea" target="_blank" rel="noopener">https://melomano.com.br/search/?q=warhorse+red+sea</a></p>
<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/melomanodiscos" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/melomanodiscos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ricardo Batalha | ASE Music</strong><br />
<strong><a href="https://aseimprensa.com.br/music/" target="_blank" rel="noopener">https://aseimprensa.com.br/music/</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.instagram.com/ase_press/" target="_blank" rel="nofollow noopener">http://www.instagram.com/ase_press/</a></strong><br />
<strong><a href="https://linktr.ee/batalha" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://linktr.ee/batalha</a></strong></p>
</div>
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		<item>
		<title>Neural Wreck promove ação online para anunciar o lançamento de seu novo single</title>
		<link>https://ondeorockacontece.com.br/site/neural-wreck-promove-acao-online-para-anunciar-o-lancamento-de-seu-novo-single/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Onde o Rock Acontece Guest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso music]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[neural wreck]]></category>
		<category><![CDATA[sao paulo]]></category>
		<category><![CDATA[single]]></category>
		<category><![CDATA[Thrash Metal]]></category>
		<category><![CDATA[underground]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Asylum Break&#8221; será divulgado no dia 17 de abril e é a primeira prévia do álbum Amidst the Ruins No dia 17 de abril, chega às plataformas digitais “Asylum Break”, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>&#8220;Asylum Break&#8221; será divulgado no dia 17 de abril e é a primeira prévia do álbum Amidst the Ruins</em></p>



<p>No dia 17 de abril, chega às plataformas digitais <strong>“Asylum Break”</strong>, primeiro single do primeiro álbum da banda paulista de thrash metal progressivo <strong>Neural Wreck</strong>. Com uma sonoridade agressiva, a música trata da patologização dos sentimentos e da revolta contra a pressão imposta sobre cada um de nós para domesticar nossas subjetividades à serviço de uma ordem social cruel e ultrapassada.</p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>O anúncio do lançamento foi feito durante uma live no Instagram na última sexta-feira (3), na qual a canção também foi executada ao vivo pela primeira vez e outro anúncio importantíssimo para a história da Neural Wreck foi divulgado.</p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Trata-se do lançamento do álbum de estreia da banda, <em>Amidst the Ruins</em>, que chega no dia 12 de junho e carrega uma temática majoritariamente política ao tratar de temas como autoritarismo, repressão social e a degradação do meio ambiente. O disco situa o ouvinte em um contexto onde estruturas sociais arcaicas e projetos de poder destrutivos impedem que transformações necessárias para a libertação e sobrevivência da humanidade tomem forma.</p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Com sete músicas inéditas e quatro regravações de faixas já lançadas, o álbum é um grito pela desobediência consciente, que se torna o único meio possível diante de uma realidade desconcertante muito maior do que qualquer ação individual.</p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Assista à live na íntegra: <a href="https://www.instagram.com/p/DWrmWLeCacx/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-cke-saved-href="https://www.instagram.com/p/DWrmWLeCacx/"><strong><a href="https://www.instagram.com/p/DWrmWLeCacx/" rel="nofollow">https://www.instagram.com/p/DWrmWLeCacx/</a></strong></a></p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aheading%20%2D%2D%3E--></p>
<h2>História</h2>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aheading%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP <em>Mortal Obsession</em>, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, <em>Amidst the Ruins</em>, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026. </p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda tem músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, retomando as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano. </p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p>Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.</p>
<p><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20%2Fwp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--><!--{cke_protected}{C}%3C!%2D%2D%20wp%3Aparagraph%20%2D%2D%3E--></p>
<p><br data-cke-eol="1" /><br /></p>



<p><em>Foto: Camila Ormond</em></p>
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		<title>Storia lança “Revenant: A Righteous Revenge”, álbum conceitual que aprofunda saga de vingança, honra e redenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Storia]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo trabalho expande o universo narrativo iniciado em “Revenant: The Silver Age”, reúne participações especiais e videoclipes cinematográficos das músicas “The Grey Twilight” e “A Righteous Revenge”. O Storia acaba [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_5062" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5062" class="size-medium wp-image-5062" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia-2026-Credito-Felipe-Cavalieri-1050x700.jpg" alt="Storia 2026 Credito Felipe Cavalieri" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia-2026-Credito-Felipe-Cavalieri-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia-2026-Credito-Felipe-Cavalieri-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia-2026-Credito-Felipe-Cavalieri-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia-2026-Credito-Felipe-Cavalieri.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5062" class="wp-caption-text">Foto: Felipe Cavalieri @felipe_cavalieri</p></div></p>
<p><i>Novo trabalho expande o universo narrativo iniciado em “Revenant: The Silver Age”, reúne participações especiais e videoclipes cinematográficos das músicas “The Grey Twilight” e “A Righteous Revenge”.<br />
</i><br />
O Storia acaba de lançar “Revenant: A Righteous Revenge”, álbum que dá continuidade direta à narrativa iniciada no EP “Revenant: The Silver Age”. No novo trabalho, a história acompanha o retorno de um cavaleiro traído, agora preso entre a vida e a morte, em uma jornada marcada pela busca por justiça, pelo peso da traição e pelo confronto com aqueles que destruíram seu passado. O Storia é formado por Pedro Torchetti (vocal), Pablo Guillarducci (baixo), Gabriel Veloso (guitarra) e Thiago Caeiro (bateria).</p>
<p><b>Adquira os produtos de “Revenant: A Righteous Revenge”</b>: <a href="https://www.4fan.com.br/storia" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.4fan.com.br/storia&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw2CSbHnaSEi73muHbQ9ovcO">https://www.4fan.com.br/storia</a><wbr />.</p>
<p><b>Ouça o álbum:<br />
</b>Spotify: <a href="https://open.spotify.com/album/7GyeGrdsFFWIJI4TXQt7jr" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/album/7GyeGrdsFFWIJI4TXQt7jr&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw2KaB5al-Hq4490gmCgfX8H"><a href="https://open.spotify.com/" rel="nofollow">https://open.spotify.com/</a><wbr />album/7GyeGrdsFFWIJI4TXQt7jr</a><br />
Deezer: <a href="https://www.deezer.com/en/album/909269522" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.deezer.com/en/album/909269522&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw1w2k48OIUuOGVFUtUp1WS2"><a href="https://www.deezer.com/en/" rel="nofollow">https://www.deezer.com/en/</a><wbr />album/909269522</a><br />
Youtube Music: <a href="https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_khGtkiwtFvUNe1aDZenVz2lnQKtPm-KSw" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://music.youtube.com/playlist?list%3DOLAK5uy_khGtkiwtFvUNe1aDZenVz2lnQKtPm-KSw&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw0prOY2IUt3BwFlIa-ptlsF"><a href="https://music.youtube.com/" rel="nofollow">https://music.youtube.com/</a><wbr />playlist?list=OLAK5uy_<wbr />khGtkiwtFvUNe1aDZenVz2lnQKtPm-<wbr />KSw</a><br />
Tidal: <a href="https://tidal.com/album/494644432" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://tidal.com/album/494644432&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw0P_HGwUI-mYrvX0VgTzkPi"><a href="https://tidal.com/album/" rel="nofollow">https://tidal.com/album/</a><wbr />494644432</a></p>
<p><b>Assista ao vídeo de “The Grey Twilight”</b>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LuprKLRMcZY" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DLuprKLRMcZY&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw346f9IYSBJkoy7DP-T8AQQ"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=LuprKLRMcZY</a></p>
<p><b>Assista ao vídeo de “A Righteous Revenge” com participação de Roberto Barros e Raphael Dantas</b>: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KGtKcCmOzyw" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DKGtKcCmOzyw&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw07g0yOEFA3DR1loKl7AdbL"><a href="https://www.youtube.com/watch" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch</a>?<wbr />v=KGtKcCmOzyw</a></p>
<p>Concebido como uma obra conceitual completa, o disco foi estruturado para que cada faixa funcione como um capítulo da saga. Se o EP anterior apresentou o universo da história, o novo álbum aprofunda esse mundo, desenvolve os personagens e amplia os conflitos centrais da trajetória do Revenant. A narrativa parte do retorno do protagonista após a morte. Consumido pela memória da traição, ele inicia uma campanha de vingança contra os responsáveis pela destruição de sua ordem e de seu legado. Ao longo das músicas, a trama combina tragédia, honra e redenção, refletindo sobre o preço da vingança e o peso de um destino que já não pertence totalmente ao mundo dos vivos.</p>
<p><b>O vocalista Pedro Torchetti afirma</b>: <i>“Após dois longos anos de trabalho neste projeto, estamos muito felizes por finalmente poder compartilhar esse álbum com os nossos fãs.”</i></p>
<p>O repertório reúne nove faixas principais e quatro interlúdios narrativos, gravados por voice actors em formato de áudio drama. Esses trechos ajudam a conectar os acontecimentos da história e reforçam a proposta cinematográfica do trabalho, tornando a experiência ainda mais completa quando o disco é ouvido do início ao fim.</p>
<p>Na parte musical, “Revenant: A Righteous Revenge” leva o som do Storia a um novo nível de intensidade e ambição. O álbum alterna passagens pesadas, como em “The Kaer Slaughter”, com momentos épicos e melódicos, preservando o equilíbrio entre narrativa e musicalidade que marca a identidade do grupo. As composições partem do power metal, mas também exploram virtuosismo instrumental, elementos progressivos e arranjos mais complexos e dinâmicos. Os corais também têm papel importante na construção da atmosfera do disco. Em uma das faixas, a presença de um coral infantil cria um contraste expressivo dentro da estética do álbum e reforça seu caráter épico.</p>
<p>O trabalho ainda reúne participações especiais. Craig Cairns, vocalista do Tailgunner, aparece em três faixas interpretando o personagem do antigo melhor amigo do Revenant. O guitarrista Roberto Barros participa da faixa-título “A Righteous Revenge”, contribuindo como compositor e performer. Já Raphael Dantas integra duas faixas no papel do Mestre, acrescentando novas camadas à narrativa.</p>
<p>A concepção do álbum partiu da construção de sua história. Pedro Torchetti assina o conceito, a narrativa e as letras que conduzem todo o universo do disco. A partir dessa base, as músicas foram desenvolvidas pelo Storia para representar momentos específicos da trama, de modo que cada composição ocupasse um papel relevante dentro da jornada do personagem central. A produção e a mixagem ficaram a cargo de Pablo Guillarducci, integrante do próprio grupo, em um processo conduzido de forma próxima e detalhada por todos os envolvidos. Dos arranjos à interpretação vocal, passando pela ambientação de cada faixa, o objetivo foi garantir coerência entre música e narrativa.</p>
<p>Além do álbum, o Storia investe na dimensão visual do projeto com dois videoclipes de abordagem cinematográfica para as faixas “The Grey Twilight” e “A Righteous Revenge”. As gravações aconteceram em dois castelos no estado de São Paulo, o Castelo Scravoni e o Monte Castelo, e os vídeos foram concebidos como peças narrativamente sequenciais, funcionando quase como um pequeno filme dentro do universo do disco.</p>
<p>A produção visual buscou refletir a estética medieval e dark fantasy do álbum. Para isso, os integrantes utilizaram figurinos desenvolvidos especialmente para cada membro, levando em conta estilo pessoal, mobilidade em cena e coerência com a proposta conceitual do trabalho. A gravação também contou com o apoio da Tenda Medieval, responsável pelo fornecimento de espadas e escudos usados nas filmagens.</p>
<p>Após o lançamento de “Revenant: A Righteous Revenge”, o próximo passo do Storia será levar o novo repertório aos palcos. Entre julho e agosto de 2026, o grupo participará da Epic Tales Brasil Tour Part 2, do vocalista italiano Fabio Lione, um dos nomes mais reconhecidos do power metal mundial. Na excursão, o Storia atuará como convidado especial e também como banda de apoio do cantor, em apresentações por diferentes capitais e regiões do país.</p>
<p>Com “Revenant: A Righteous Revenge”, o Storia amplia sua proposta musical e narrativa em um trabalho que une conceito, técnica e atmosfera, consolidando uma nova etapa em sua trajetória.</p>
<p><b>Tracklist de “Revenant: A Righteous Revenge”:<br />
</b><br />
1 – Memories Of<br />
2 – The Grey Twilight<br />
3 – Rise of the Silver Knights<br />
4 – Insidious Pondering<br />
5 – It’s Treason Then<br />
6 – Revenant<br />
7 – The Kaer Slaughter<br />
8 – A Glimpse of Myself<br />
9 – Late Confession<br />
10 – Meaning of a Non-Life<br />
11 – Like My Father Before Me<br />
12 – A Righteous Revenge<br />
13 – The Last to Rise</p>
<p><b>Storia</b>:<br />
Pedro Torchetti: Vocal<br />
Pablo Guillarducci: Baixo<br />
Gabriel Veloso: Guitarra<br />
Thiago Caeiro: Bateria</p>
<p><b>STORIA nas redes sociais:<br />
</b>Instagram – <a href="https://www.instagram.com/storiaband/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/storiaband/&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw0B5Xh9PvPrQj_wmvGL2g4h"><a href="https://www.instagram.com/" rel="nofollow">https://www.instagram.com/</a><wbr />storiaband/</a><br />
Site Oficial – <a href="https://www.storiaband.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.storiaband.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1775563455413000&amp;usg=AOvVaw0bKMJKHVBVTN26EA4vZGv2">https://www.storiaband.com/</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-5061" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia_Capa-Righteous-Revenge-700x700.jpg" alt="Storia Capa Righteous Revenge" width="700" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia_Capa-Righteous-Revenge-700x700.jpg 700w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia_Capa-Righteous-Revenge-768x768.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Storia_Capa-Righteous-Revenge.jpg 1485w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
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		<title>RESENHA DE SHOW: Monsters of Rock 2026 &#8211; 04/04/2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rahal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 20:57:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto: Thiago Rahal Mauro Há festivais que se limitam a empilhar atrações de peso em sequência, confiando apenas no impacto dos nomes no cartaz. O Monsters of Rock 2026, realizado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Texto: Thiago Rahal Mauro</b></p>
<p><div id="attachment_5053" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5053" class="size-medium wp-image-5053" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-24-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 24" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-24-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-24-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-24-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-24-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5053" class="wp-caption-text">Crédito: Guns N’ Roses</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há festivais que se limitam a empilhar atrações de peso em sequência, confiando apenas no impacto dos nomes no cartaz. O Monsters of Rock 2026, realizado pela Mercury Concerts no dia 4 de abril em São Paulo, buscou algo maior: construiu uma longa travessia pela história, pela permanência e pelas várias formas de o rock seguir ocupando espaço em pleno 2026. Ao longo de mais de onze horas de música, o evento reuniu bandas de diferentes gerações, estéticas e estágios de carreira, costurando um roteiro que começou sob a luz dura do fim da manhã e terminou com um estádio completamente entregue a um repertório de clássicos, virtuosismo e catarse coletiva. Foi um festival de contrastes claros, daqueles em que a identidade não está apenas no peso das atrações principais, mas na maneira como cada show vai preparando o terreno emocional do próximo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também foi um dia em que a experiência de festival apareceu em sua forma mais clássica. Público chegando cedo, circulação ainda tímida nas primeiras apresentações, arquibancadas e pista ganhando corpo com o passar das horas, e a sensação de que o evento se transformava a cada faixa, a cada troca de luz, a cada mudança de temperatura. Nesse percurso, os apresentadores Walcir Chalas, da tradicional loja Woodstock, e Eddie Trunk, nome histórico do programa That Metal Show, tiveram papel importante. Antes de cada banda, os dois surgiam no palco para conduzir as apresentações com o tom cerimonial adequado a um festival que carrega uma marca histórica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que mais chamou atenção, porém, foi a capacidade do Monsters of Rock 2026 de reunir diferentes noções de grandeza dentro do mesmo evento. Houve espaço para a luta das bandas que ainda buscavam provar seu valor diante de um público em formação, para o virtuosismo quase barroco de Yngwie Malmsteen, para a força contemporânea e afirmativa do Halestorm, para a inteligência musical do Extreme, para o peso simbólico do Lynyrd Skynyrd e, no encerramento, para a mistura de caos, mito e espetáculo que ainda acompanha o Guns N’ Roses. Em vez de um festival linear, o que se viu foi uma narrativa como se cada apresentação reposicionasse o público dentro de uma nova era do rock.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se havia uma promessa implícita no line up, era a de que o dia terminaria em estado de exaltação. Mas o mérito do festival esteve também em valorizar o caminho até ali. O Monsters of Rock 2026 foi um evento de construção, de progressão dramática, de crescimento contínuo. Começou como uma manhã de observação, virou tarde de afirmação artística e desaguou numa noite de celebração plena. Foi, acima de tudo, um festival que entendeu algo essencial: no rock, a memória importa, mas o palco continua sendo o verdadeiro tribunal.</span></p>
<p><div id="attachment_5035" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5035" class="size-full wp-image-5035" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Eddie-Trunk.jpg" alt="Eddie Trunk" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Eddie-Trunk.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Eddie-Trunk-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5035" class="wp-caption-text">Eddie Trunk &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<p><div id="attachment_5048" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5048" class="size-full wp-image-5048" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Walcir-Chalas.jpg" alt="Walcir Chalas" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Walcir-Chalas.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Walcir-Chalas-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5048" class="wp-caption-text">Walcir Chalas &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Jayler</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Abrir um festival desse porte às 11h30 exige mais do que competência. Exige leitura de ambiente, consciência de função e sangue frio para tocar enquanto o público ainda está chegando, buscando lugar e entendendo o ritmo do dia. O Jayler encarou esse contexto sem afetação. Formado por James Bartholomew (vocal e guitarra), Tyler Arrowsmith (guitarra), Ricky Hodgkiss (baixo) e Ed Evans (bateria)</span><b>, </b><span style="font-weight: 400;"> a banda liderou a apresentação com boa presença, e soube trabalhar dentro do espaço que tinha, sem forçar grandeza artificial. O repertório revelou um grupo interessado em dialogar com a tradição do hard rock e do rock setentista, mas tentando fazê-lo com alguma vitalidade própria. “Down Below” e “The Getaway” funcionaram bem como porta de entrada para um set direto e honesto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, o show deixou clara a fase em que a banda se encontra. Há energia e há boas intenções, mas a identidade ainda parece em construção, sobretudo quando a influência das referências salta mais aos ouvidos do que uma assinatura realmente particular. Isso não comprometeu a apresentação, que teve seus méritos, especialmente em “Riverboat Queen”, “Lovemaker” e na escolha inesperada de “I Believe to My Soul”, inserida com certa naturalidade no contexto do show. No fim, com “Over the Mountain” e “The Rinsk”, o Jayler cumpriu bem seu papel: abriu o dia com dignidade, segurou a atenção possível naquele horário e mostrou potencial para crescer.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Down Below</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">The Getaway</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">No Woman</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Riverboat Queen</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lovemaker</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">I Believe to My Soul</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Need Your Love</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Over the Mountain</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">The Rinsk</span></p>
<p><div id="attachment_5041" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5041" class="size-full wp-image-5041" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Jayler.jpg" alt="Jayler" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Jayler.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Jayler-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5041" class="wp-caption-text">Jayler &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Dirty Honey</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Às 12h30, o Dirty Honey, formado por Marc LaBelle (vocal), John Notto (guitarra), Justin Smolian (baixo) e Jason Ganberg (bateria), já encontrou um cenário mais favorável, com público mais presente e maior disposição para embarcar no clima do festival. A banda norte-americana soube usar essa vantagem com eficiência. Marc LaBelle é um frontman seguro, daqueles que entendem o peso do gesto, da postura e da comunicação imediata com o público. Desde “Won’t Take Me Alive”, o grupo mostrou saber exatamente qual linguagem fala: hard rock de arena, refrães bem desenhados, riffs acessíveis e uma execução que privilegia impacto instantâneo. “California Dreamin’”, “Heartbreaker” e “The Wire” reforçaram essa proposta com competência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dirty Honey talvez não seja uma banda particularmente surpreendente, mas é inegavelmente funcional ao vivo. Há coesão e há uma confiança de palco que ajuda muito em contexto de festival. Em alguns momentos, o grupo parece confortável demais dentro de um campo estético já bastante conhecido, mas isso não chega a se tornar problema quando a entrega é consistente. “Don’t Put Out the Fire”, “Another Last Time”, “Lights Out”, “When I’m Gone” e “Rolling 7s” mantiveram o set em boa rotação e consolidaram a sensação de um show redondo. Não foi arrebatador, mas foi convincente, e isso, no começo de um dia longo, tem valor real.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Won’t Take Me Alive</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">California Dreamin’</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Heartbreaker</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">The Wire</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Don’t Put Out the Fire</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Another Last Time</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lights Out</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">When I’m Gone</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Rolling 7s</span></p>
<p><div id="attachment_5034" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5034" class="size-full wp-image-5034" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Dirty-Honey.jpg" alt="Dirty Honey" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Dirty-Honey.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Dirty-Honey-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5034" class="wp-caption-text">Dirty Honey &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Yngwie Malmsteen</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Yngwie Malmsteen, o maestro da guitarra, subiu ao palco às 13h45 para mudar completamente a temperatura do festival. Se até ali a lógica era a da canção direta, o guitarrista sueco trouxe uma apresentação centrada na exibição técnica, no excesso assumido e no virtuosismo como linguagem principal. Desde “Rising Force”, ficou claro que o show seria menos uma negociação com o público casual e mais uma reafirmação de seu universo particular. Com apoio consistente de Nick Marino (teclado e vocal), Emi Martinez (baixo) e Mark Ellis (bateria), Yngwie comandou um set que passeou por várias fases de sua carreira, sempre com a guitarra ocupando o centro absoluto da experiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como quase sempre acontece em suas apresentações, a linha entre fascínio e saturação esteve presente o tempo todo. Há momentos em que Malmsteen parece tocar para um templo particular erguido em torno de sua própria mitologia, e isso pode afastar quem busca dinâmica coletiva ou maior senso de canção. Mas também seria impossível negar a força do espetáculo. “Wicked”, “Soldier”, “Into Valhalla”, “Relentless Fury” e “Now Your Ships Are Burned” mantiveram a tensão alta, enquanto “Badinere”, “Paganini’s 4th / Adagio”, a passagem por “Smoke on the Water”, cantada por Malmsteen, e o encerramento de “Trilogy Suite Op: 5” reafirmaram o caráter grandioso e teatral do set. Fechar com “I’ll See the Light Tonight” foi a maneira certa de devolver o show ao terreno do clássico. Yngwie foi exatamente o que se esperava dele: excessivo, brilhante, autocentrado e hipnótico.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b>Rising Force<br />
Top Down, Foot Down<br />
No Rest for the Wicked<br />
Soldier<br />
Into Valhalla<br />
Baroque And Roll<br />
Relentless Fury<br />
Now Your Ships Are Burned<br />
Wolves at the Door<br />
Concerto #4 / Adagio / Far Beyond the Sun / Bohemian Rhapsody<br />
Fire and Ice<br />
Evil Eye<br />
Smoke on the Water (Deep Purple cover)<br />
Trilogy Suite Op: 5<br />
Overture<br />
Badinerie / Black Star<br />
I&#8217;ll See the Light Tonight</p>
<p><div id="attachment_5046" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5046" class="size-full wp-image-5046" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Malmsteen.jpg" alt="Malmsteen" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Malmsteen.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Malmsteen-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5046" class="wp-caption-text">Malmsteen &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Halestorm</b></h2>
<p><b>Formação: Lzzy Hale (vocal), Josh Smith (baixo), Joe Hottinger (guitarra) e Arejay Hale (bateria)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Halestorm entrou às 15h15 como quem sabia perfeitamente que o festival precisava virar de chave. E virou. Desde os primeiros minutos de “Fallen Star”, a banda norte-americana impôs uma presença muito diferente da que havia dominado o dia até então. Mais do que peso, havia uma novidade no ar. A banda é formada por Lzzy Hale (vocal), Josh Smith (baixo), Joe Hottinger (guitarra) e Arejay Hale (bateria). Lzzy Hale tomou o palco com a segurança de uma artista que domina a própria linguagem e entende como mobilizar um público heterogêneo em ambiente de festival. “Mz. Hyde”, “I Miss the Misery” e “Love Bites (So Do I)” foram executadas com precisão e muita personalidade, sem a menor sensação de piloto automático.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das grandes virtudes do Halestorm ao vivo é a maneira como a banda equilibra impacto e comunicação. Josh Smith, Joe Hottinger e Arejay Hale oferecem base firme, mas tudo se reorganiza ao redor da figura de Lzzy, uma frontwoman que sabe ser agressiva, magnética e emocional sem perder controle em nenhum momento. Em “WATCH OUT!” e “Like a Woman Can”, isso ficou evidente. O Halestorm não toca apenas para preencher espaço com distorção e refrão. Toca para afirmar presença, discurso e relevância. Em um festival com tantos nomes históricos, a banda soou atual e necessária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parte central do show foi especialmente forte porque mostrou que o grupo sabe desacelerar sem perder tensão. “I Get Off” manteve o público conectado, mas “Familiar Taste of Poison” e “Rain Your Blood on Me” trouxeram densidade emocional a uma tarde que até ali havia sido marcada sobretudo por energia e técnica. O Halestorm conseguiu criar atmosfera, algo nem sempre fácil em contexto de festival, ainda mais num horário em que a luz do dia ainda impõe certa frieza visual. Foi justamente ali que a banda se diferenciou, provando que seu peso não depende só de impacto físico, mas também de construção dramática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No trecho final, “Freak Like Me”, “Wicked Ways” e “I Gave You Everything” consolidaram uma apresentação que foi além do eficiente. O Halestorm entregou um dos shows mais completos do evento até aquele momento. Repertório, domínio de palco, leitura precisa do público e, acima de tudo, convicção artística. Em um dia cheio de nomes consagrados por décadas passadas, a banda apareceu como prova de que o rock pesado ainda consegue soar contemporâneo sem pedir licença à nostalgia.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Fallen Star</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mz. Hyde</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">I Miss the Misery</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Love Bites (So Do I)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">WATCH OUT!</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Like a Woman Can</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">I Get Off</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Familiar Taste of Poison</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Rain Your Blood on Me</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Freak Like Me</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Wicked Ways</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">I Gave You Everything</span></p>
<p><div id="attachment_5040" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5040" class="size-full wp-image-5040" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm1.jpg" alt="Halestorm1" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm1.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm1-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5040" class="wp-caption-text">Halestorm &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<p><div id="attachment_5039" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5039" class="size-full wp-image-5039" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm.jpg" alt="Halestorm" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Halestorm-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5039" class="wp-caption-text">Halestorm &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Extreme</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Extreme subiu ao palco às 16h45 com um início de chuva forte naquela tarde ensolarada e uma responsabilidade dupla: suceder um show forte e, ao mesmo tempo, corresponder ao tamanho do próprio legado. Gary Cherone e Nuno Bettencourt, eixos centrais da apresentação, conduziram o set com a experiência de quem sabe exatamente como dosar carisma, repertório e força no palco. “It’s a Monster” e “Decadence Dance” abriram os trabalhos em alta rotação, e “#REBEL” mostrou que a banda não depende exclusivamente do passado para sustentar sua presença. Havia fome de palco, e isso ficou claro desde os primeiros minutos. A chuva parou rapidamente e o público se refez ao longo do set.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Naturalmente, Nuno foi um espetáculo à parte. Seu talento é antigo, conhecido e amplamente celebrado, mas ao vivo continua impressionando não apenas pela técnica, e sim pela capacidade de transformar técnica em discurso musical. “Play With Me”, com a introdução de “We Will Rock You”, serviu como vitrine disso. Já Gary Cherone mostrou um desempenho muito sólido, sem soar refém da nostalgia. Cantou bem, ocupou o palco com personalidade e ajudou a fazer do show algo maior do que uma simples vitrine de virtuosismo guitarrístico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A apresentação ganhou outra camada em “Am I Ever Gonna Change” e “THICKER THAN BLOOD”, músicas que trouxeram mais densidade e quebraram a possibilidade de um set excessivamente apoiado apenas em energia e exibicionismo. “Hole Hearted” funcionou como respiro, e “Midnight Express” foi o momento em que o Monsters of Rock praticamente parou para assistir Nuno Bettencourt trabalhar. Não se tratou apenas de um solo ou de uma passagem instrumental bem executada. Foi um lembrete de como alguns músicos conseguem fazer da guitarra uma forma de narrativa completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando chegou “More Than Words”, o reconhecimento coletivo era inevitável, mas o mérito do Extreme esteve em não permitir que essa música sequestrasse a apresentação. “Get the Funk Out” devolveu tudo ao lugar do groove e da energia, e “RISE” encerrou o show de maneira firme, atual e coerente com a proposta da banda. O Extreme fez o que veteranos inteligentes precisam fazer: honrou o passado, mostrou vigor no presente e evitou transformar o palco em museu.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b>It (&#8216;s a Monster)<br />
Decadence Dance<br />
#REBEL<br />
Play With Me<br />
Am I Ever Gonna Change<br />
THICKER THAN BLOOD<br />
Hole Hearted<br />
Flight of the Wounded Bumblebee<br />
Midnight Express<br />
More Than Words<br />
Get the Funk Out<br />
RISE</p>
<p><div id="attachment_5047" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5047" class="size-full wp-image-5047" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Publico.jpg" alt="Publico" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Publico.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Publico-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5047" class="wp-caption-text">Publico &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<p><div id="attachment_5038" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5038" class="size-full wp-image-5038" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme2.jpg" alt="Extreme2" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme2.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme2-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5038" class="wp-caption-text">Extreme &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<p><div id="attachment_5037" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5037" class="size-full wp-image-5037" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme1.jpg" alt="Extreme1" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme1.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme1-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5037" class="wp-caption-text">Extreme &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<p><div id="attachment_5036" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5036" class="size-full wp-image-5036" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme.jpg" alt="Extreme" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Extreme-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5036" class="wp-caption-text">Extreme &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</p></div></p>
<h2><b>Lynyrd Skynyrd</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o Lynyrd Skynyrd subiu ao palco às 18h15, não era apenas mais uma banda histórica ocupando um horário nobre do festival. Era a entrada de um nome que carrega, ao mesmo tempo, glória, luto, resistência e permanência. Poucos grupos na história do rock foram tão profundamente atravessados pela tragédia quanto o Lynyrd Skynyrd. Fundada em Jacksonville, na Flórida, nos anos 1960 e transformada em uma das maiores instituições do southern rock nos anos 1970, a banda ajudou a moldar um som, uma estética e uma identidade profundamente ligadas ao sul dos Estados Unidos. Mas essa trajetória foi brutalmente interrompida em 1977, quando um acidente aéreo matou o vocalista Ronnie Van Zant, o guitarrista Steve Gaines, a backing vocal Cassie Gaines e membros da equipe, congelando precocemente uma ascensão que parecia não ter teto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir dali, o Lynyrd Skynyrd deixou de ser apenas uma banda e passou a existir também como memória e herança. O retorno no fim dos anos 1980, já com Johnny Van Zant assumindo os vocais, nunca foi uma tentativa de apagar o passado, mas de carregá-lo adiante com respeito e enorme responsabilidade. Ao longo das décadas, novas perdas foram se somando, incluindo nomes fundamentais como Allen Collins, Leon Wilkeson, Billy Powell, Ean Evans, Gary Rossington e, mais recentemente, o peso inevitável de seguir sem seus pilares originais em cena. Ver o Lynyrd Skynyrd em 2026, portanto, é necessariamente encarar essa história. Não se trata de procurar autenticidade num sentido purista ou de cobrar que o grupo reproduza algo irrecuperável. Trata-se de observar como um repertório atravessado pela morte, pelo tempo e pela reconstrução ainda consegue soar vivo diante de milhares de pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E foi justamente isso que a banda entregou. Formada atualmente por Johnny Van Zant (vocal), Rickey Medlocke (guitarra), Mark Matejka (guitarra), Damon Johnson (guitarra), Michael Cartellone (bateria), Peter Keys (piano), Robbie Harrington (baixo) e Carol Chase e Stacy Michelle (backing vocals), a banda iniciou o show com “Workin’ for MCA”, “What’s Your Name” e “That Smell” com autoridade. O Lynyrd Skynyrd sabe que sua força hoje está menos em tentar parecer uma banda rejuvenescida e mais em sustentar, com dignidade e firmeza, um cancioneiro que virou patrimônio afetivo do rock. Johnny Van Zant não tenta ser Ronnie, e esse talvez seja um dos pontos mais honestos dessa encarnação. Ele ocupa o posto com consciência de legado, sem cair na armadilha da caricatura, enquanto Rickey Medlocke assume parte importante da energia de palco com a vivência de quem também faz parte dessa história há muitas décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O show cresceu à medida que a banda se apoiou menos no símbolo e mais na consistência musical. “I Need You”, “Gimme Back My Bullets” e “Saturday Night Special” mantiveram o set firme, com boas camadas de guitarra e andamento sólido, enquanto “Down South Jukin’”, “Still Unbroken” e “The Needle And The Spoon” mostraram que ainda existe pulsação real ali, não apenas reverência. O Lynyrd Skynyrd poderia facilmente soar como uma homenagem permanente a si mesmo. Em vez disso, encontrou calor e alguma vitalidade dentro de um formato que, pela própria natureza, já carrega solenidade demais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas foi na reta emocional do show que todo esse contexto histórico encontrou seu verdadeiro sentido. “Tuesday’s Gone” e, sobretudo, “Simple Man” ganharam outra dimensão quando atravessadas pela biografia da banda. Em grupos comuns, essas músicas já seriam fortes. No Lynyrd Skynyrd, elas vêm marcadas por tudo o que aconteceu antes e depois delas. Cada verso parece carregar não apenas a memória dos que partiram, mas o esforço contínuo de manter de pé algo que já foi atingido muitas vezes e, ainda assim, seguiu adiante. Quando “Sweet Home Alabama” transformou o estádio em coro coletivo e “Free Bird” encerrou a apresentação com a carga épica e ritualística que a música exige, o que se viu não foi apenas um desfile de clássicos. Foi um testemunho de sobrevivência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não foi o show mais moderno, nem o mais ousado, nem o mais tecnicamente impressionante do Monsters of Rock. Mas talvez tenha sido um dos mais pesados em significado. O Lynyrd Skynyrd de 2026 já não é apenas uma banda em atividade. É uma estrutura de memória em movimento, um repertório que se recusa a desaparecer e uma prova de que certos nomes ultrapassam a lógica comum da carreira para entrar no campo da permanência histórica. E ao vivo, diante de um festival dessa grandeza, isso teve um peso difícil de ignorar.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Workin’ for MCA</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">What’s Your Name</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">That Smell</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">I Need You</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Gimme Back My Bullets</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Saturday Night Special</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Down South Jukin’</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Still Unbroken</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">The Needle And The Spoon</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tuesday’s Gone</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Simple Man</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Gimme Three Steps</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Call Me The Breeze</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Red White &amp; Blue (Love It Or Leave)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Sweet Home Alabama</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Free Bird</span></p>
<p><div id="attachment_5042" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5042" class="size-full wp-image-5042" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd.jpg" alt="Lynyrd" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5042" class="wp-caption-text"><span style="font-weight: 400;">Lynyrd Skynyrd &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</span></p></div></p>
<p><div id="attachment_5044" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5044" class="size-full wp-image-5044" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd2.jpg" alt="Lynyrd2" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd2.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd2-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5044" class="wp-caption-text"><span style="font-weight: 400;">Lynyrd Skynyrd &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</span></p></div></p>
<p><div id="attachment_5043" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5043" class="size-full wp-image-5043" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd1.jpg" alt="Lynyrd1" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd1.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd1-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5043" class="wp-caption-text"><span style="font-weight: 400;">Lynyrd Skynyrd &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</span></p></div></p>
<p><div id="attachment_5045" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5045" class="size-full wp-image-5045" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd3.jpg" alt="Lynyrd3" width="1024" height="683" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd3.jpg 1024w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/Lynyrd3-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-5045" class="wp-caption-text"><span style="font-weight: 400;">Lynyrd Skynyrd &#8211; <strong>Crédito:</strong> Ricardo Matsukawa</span></p></div></p>
<h2><b>Guns N’ Roses</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Fechar um Monsters of Rock é mais do que encerrar um line-up. É assumir a responsabilidade de em um único show, toda a expectativa acumulada ao longo de um dia inteiro de festival. O Guns N’ Roses entrou às 20h30 com esse peso nos ombros e com algo mais: a condição de nome que transcende o próprio circuito do hard rock e já opera num campo quase mitológico da cultura popular. Havia no estádio a sensação de que tudo havia sido construído para chegar àquele momento. Atualmente,o Guns N’ Roses é formado por Axl Rose (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo), Richard Fortus (guitarra), Isaac Carpenter (bateria) e Dizzy Reed (teclados/piano).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E o início do show correspondeu a essa expectativa com força. “Welcome to the Jungle” explodiu como deveria explodir, e a sequência com “Slither”, “It’s So Easy” e “Live and Let Die” colocou o Allianz Parque em estado de euforia imediata. Poucas bandas ainda conseguem produzir esse tipo de reação coletiva com tanta velocidade. Em “Slither”, houve um momento curioso: Axl Rose se aproximou de Slash e, sem perceber que o vocalista estava por perto, o guitarrista girou a guitarra durante a performance e acabou acertando o rosto de Axl. Em outros tempos, isso talvez causasse apreensão na equipe da banda, mas o cantor levou a situação na esportiva e seguiu o show como se nada tivesse acontecido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro que ver o Guns N’ Roses em 2026 implica lidar com comparações inevitáveis com outras fases da banda. Isso acompanha o grupo como uma sombra permanente. Mas talvez o olhar mais justo seja outro. Axl Rose já não canta da mesma forma que em outras décadas, algo natural diante do tempo e da longa trajetória da banda, mas isso em nenhum momento diminuiu a força de sua presença no palco. Mais do que buscar comparação com o passado, o show evidenciou um artista que segue carismático, dono de uma identidade única e plenamente capaz de conduzir uma apresentação desse porte. Ao seu redor, há também uma banda madura, segura e consciente do próprio tamanho, que sabe transformar essa história em espetáculo com autoridade. “Mr. Brownstone”, “Bad Obsession” e “Rocket Queen” soaram pesadas, vivas e cheias de balanço, como se o grupo ainda soubesse acessar aquela mistura específica de decadência glamourosa e rua que moldou sua identidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos aspectos mais interessantes do show foi a escolha de não transformar o set em uma sequência óbvia de maiores sucessos. “Perhaps”, “Dead Horse”, “Double Talkin’ Jive”, “Nothin’” e “You Could Be Mine” mostraram uma banda disposta a oferecer um recorte mais amplo de seu universo, preservando certa imprevisibilidade dentro do gigantismo. “Civil War” apareceu com força renovada, e as inclusões de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, em homenagem à Ozzy Osbourne, “Knockin’ on Heaven’s Door”, de Bob Dylan, e “New Rose”, do The Damned, ampliaram o alcance do show, conectando o Guns a outras linhagens do rock que sempre fizeram parte de sua formação estética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Slash, como de costume, ocupou um lugar à parte dentro da apresentação. Seu solo não foi apenas um momento protocolar reservado ao guitarrista estrela. Foi uma reafirmação de linguagem. Seu fraseado continua imediatamente reconhecível, sua presença segue monumental e sua capacidade de transformar poucos segundos de melodia em assinatura permanece intacta. Quando a banda entrou em “Sweet Child O’ Mine”, o estádio chegou a um de seus ápices emocionais mais evidentes. É uma música tão absorvida pela cultura pop que quase corre o risco de ser tratada como inevitável. Mas ao vivo, na mão certa, ela ainda encontra meios de parecer gigantesca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reta final do show foi construída com inteligência dramática. “Estranged” trouxe melancolia, ambição e uma dimensão épica que sempre diferenciou o Guns N’ Roses de boa parte de seus contemporâneos. “Bad Apples” apareceu como bônus valioso para quem gosta de olhar além do repertório mais previsível, e “November Rain” fez o que sempre faz: suspendeu o tempo, recolocou o romantismo grandioso da banda no centro da cena e fez milhares de pessoas cantarem como se aquela música pertencesse à biografia de cada uma delas. Há canções que já passaram por todos os filtros da crítica, mas continuam inalcançáveis quando o assunto é impacto emocional coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Nightrain” e “Paradise City” encerraram a noite em estado de explosão, como o headliner de um festival desse porte precisa encerrar. E talvez esse seja o melhor resumo possível do show e do próprio Monsters of Rock 2026. O Guns N’ Roses não entregou perfeição, e nem precisava. Entregou grandeza, repertório, presença e a sensação inequívoca de acontecimento. Fechou o festival como um nome desse tamanho deve fechar: arrastando tudo para a esfera da catarse. Ao final, o que ficou foi a impressão de que o Monsters of Rock 2026 soube conduzir o público por uma jornada completa, da curiosidade matinal à exaustão feliz da noite. E o Guns, com todas as suas contradições, excessos e marcas do tempo, foi o desfecho certo para essa história.</span></p>
<p><b>Setlist</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Welcome to the Jungle</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Slither</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">It’s So Easy</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Live and Let Die</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mr. Brownstone</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Bad Obsession</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Rocket Queen</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Perhaps</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Dead Horse</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Double Talkin’ Jive</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Nothin’</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">You Could Be Mine</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Civil War</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Junior’s Eyes</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Knockin’ on Heaven’s Door</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">New Rose</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Atlas</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Solo de guitarra de Slash</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Sweet Child O’ Mine</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estranged</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Bad Apples</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">November Rain</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Nightrain</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paradise City</span></p>
<p><div id="attachment_5054" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5054" class="size-medium wp-image-5054" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-18-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 18" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-18-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-18-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-18-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-18-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5054" class="wp-caption-text">Crédito: <strong>Guns N’ Roses</strong></p></div></p>
<p><div id="attachment_5052" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5052" class="size-medium wp-image-5052" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-1-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 1" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-1-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-1-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-1-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-1-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5052" class="wp-caption-text">Crédito: <strong>Guns N’ Roses</strong></p></div></p>
<p><div id="attachment_5051" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5051" class="size-medium wp-image-5051" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-4-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 4" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-4-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-4-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-4-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-4-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5051" class="wp-caption-text">Crédito: <strong>Guns N’ Roses</strong></p></div></p>
<p><div id="attachment_5050" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5050" class="size-medium wp-image-5050" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-8-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 8" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-8-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-8-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-8-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-8-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5050" class="wp-caption-text">Crédito: <strong>Guns N’ Roses</strong></p></div></p>
<p><div id="attachment_5049" style="width: 1060px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5049" class="size-medium wp-image-5049" src="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-11-1050x700.jpg" alt="Gnr Press Sao Paulo 11" width="1050" height="700" srcset="https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-11-1050x700.jpg 1050w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-11-768x512.jpg 768w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-11-1536x1024.jpg 1536w, https://ondeorockacontece.com.br/site/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-11-2048x1366.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /><p id="caption-attachment-5049" class="wp-caption-text">Crédito: <strong>Guns N’ Roses</strong></p></div></p>
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